7 de dezembro de 2009

2º Curso de Qualificação de Professores

No último sábado, dia 5 de dezembro, foi realizado o 2º Curso de Qualificação para os professores coordenadores dos Clubes de Ciências de Blumenau - OS PROJETOS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA NA ESCOLA: OBJETIVOS, ORGANIZAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO.

O curso contou com a presença de 5 professores coordenadores. Nesta reunião foram discutidos aspectos diversos sobres os clubes de ciências e sua necessidade como complementação no ensino científico. O testemunho dos professores foi bastante enriquecedor, algumas dúvidas foram tiradas e muitos levantamentos discutidos.


Gostaríamos de agradeçer a presença de todos os professores coordenadores dos Clubes de Ciências e ao cooerdenador do Ensino de Ciências da SEMED, professor Celso Menezes.

13 de novembro de 2009

Encontro com Clube de Ciências da E.B.M. Leoberto Leal

Na tarde desta quinta-feira, dia 12 de novembro, o Clube de Ciências da Escola Leoberto Leal fez uma visita ao laboratório LIE, onde funciona o Projeto Clubes de Ciências - Incentivo à Iniciação Científico e Técnica.

Durante a visita os alunos tiveram contato com os projetos instalados no laboratório que foram confeccionados com a pareceria do curso de Pedagogia, assim como explicações sobre a universidade, o curso de Ciências Biológicas e também sobre o Projeto Clube de Ciências.
Algumas atividades foram realizadas com os alunos, a primeira atividade foi a construção de um livrinho sobre espécies nativas. No papel pardo, os alunos usaram giz de cera para tirar a impressão das folhas de 3 espécies nativas da nossa Mata Atlântica, entre elas: Grumixama, Quaresmeira, Ingá-macaco e Piper.
Em seguida os alunos deveriam investigar na internet uma ou duas características das Famílias a que estas espécies pertenciam. As familías de cada espécie estavam descritas no quadro branco.
No cantinho da Leitura havia livros de diferentes temas da natureza como ácaros, formigas, as árvores, baleias entre muitos outros!
Os alunos também assistiram dois vídeos, um sobre o maior formigueiro encontrado no mundo e outro sobre o bioma Mata Atlântica.

O grupo, bastante participativo e dedicado, colaborou para o sucesso da visita!
O Projeto Clube de Ciências agradeçe á professora responsável Úrsula S. Harder, pela atenção e oportunidade de interação com o clube.

Convidamos os demais Clubes de Ciências para vistas e atividades no nosso Laboratório!

Foto: Anna Claudia Fistarol, 2009

29 de outubro de 2009

O segredo do pão

A postagem de hoje vai trabalhar a fermentação e posterior crescimento dos pães. Os procedimentos para a pequisa são a observação, busca informações, elaboração de hipóteses e experimentação.
Os objetivos desta atividade de inicação científica são:
  • Vivenciar experimentos científicos.
  • Entrar em contato com procedimentos de pesquisa.
  • Entender como age o fermento para fazer crescer o pão.

Mãos na massa!!

MATERIAL Fermentos (biológico e químico); Açúcar; Dois pires; Colher; Três vidros de boca larga; Um cartaz.

PROCEDIMENTO
Primeiro inicie a sequência propondo uma pergunta-desafio: como cresce o pão? Encare as respostas como uma sondagem de conhecimento. Se alguém apontar que o fermento é o responsável pelo crescimento, lance outra dúvida: como ele faz o pão crescer? Para continuar, peça que cada estudante leve para a sala diferentes receitas de pão.

Depois, monte num cartaz uma tabela classificatória dos tipos de receita que os alunos pesquisaram, pedindo que eles indiquem a função de cada ingrediente - você pode isolar os usados na massa (farinha, ovo, leite etc.) e pedir que se concentrem nos demais. Guarde esse quadro, pois ele será completado com as funções reais no fim.

Teste a hipótese de que o fermento faz a massa crescer. Faça um pão adicionando fermento apenas à metade da massa. Peça que observem e anotem o que aconteceu. Chame a atenção para o procedimento de preparo, que diz "misture o fermento ao açúcar e à água morna". Por que isso é necessário? Qual a importância desses dois ingredientes em relação ao fermento?

Para investigar o papel da água morna e do açúcar, divida a classe em dois grupos. Cada um deles deve preparar um dos experimentos descritos abaixo. Antes, contudo, oriente-os a observar e registrar como é a aparência dos ingredientes antes do experimento (estado inicial) - e depois (estado final). O relato deve mencionar o que ocorre em relação a cor, textura, consistência e cheiro. Provavelmente, a turma deve concluir que, no primeiro experimento, o fermento se torna líquido e, no segundo, há mudanças no cheiro (explique que é um gás liberado na reação) e na textura da mistura (que fica mais espessa).


Experimento 1 Ingredientes: fermento e açúcar. Modo de preparo: coloque uma colher de sobremesa de fermento em dois recipientes. Num deles, acrescente uma pequena colher de açúcar. Aguarde cerca de três minutos, observando possíveis alterações. Após esse período, misture com uma colher o fermento no açúcar. Observe.

Experimento 2 Ingredientes: fermento, água fria, água morna, água bem quente. Modo de preparo: coloque uma colher de sobremesa de fermento em três copos diferentes e enumere-os. No copo 1, coloque 50 ml de água fria. Observe e anote o resultado. Repita a operação nos outros copos, com temperaturas da água diferentes.


Converse com a turma sobre as transformações observadas. Não só a mudança de estado - sólido para líquido - como também a formação de espuma e liberação de gás indicam que houve transformação ou reação química. Faça uma nova mistura adicionando os três ingredientes investigados (fermento, água morna e açúcar). O que acontece? Leve-os a perceber que a quantidade de espuma e gás é maior do que nos experimentos em que água e açúcar estavam separados.

Lance um novo problema: de onde vem o gás liberado? Informe que é preciso consultar o rótulo do fermento. Chame a atenção para a expressão "fermento biológico", mostrando que a palavra "biológico" indica a presença de seres vivos (nesse caso, micro-organismos).Proponha uma pesquisa sobre o tema em livros, enciclopédias, revistas e sites. Sugira perguntas para orientar o trabalho: o que são micro-organismos? De que eles precisam para viver? Como se reproduzem? Como podemos afirmar que algo está vivo? Você pode optar por fazer um registro coletivo ou indicar que todos escrevam no caderno.

Sistematize o conhecimento com uma explicação sobre leveduras, o tipo de micro-organismo que faz a massa crescer. Informe que a levedura, em contato com o açúcar, começa a se reproduzir, e que a água morna cria as condições ideais para isso. Conte ainda que, para a reprodução ocorrer, os micro-organismos liberam dióxido de carbono, o gás que cria bolhas na massa e a faz inchar. Retome a tabela construída e, com a ajuda dos alunos, complete-a com as funções de cada ingrediente.

Esta atividade foi retirada do site Nova Escola, autoria de Luciana Hubner.

Imagem google: http://bethmatias.files.wordpress.com/2009/08/pao-quente.jpg

22 de outubro de 2009

3ª MIPE - MOSTRA INTEGRADA DE ENSINO PESQUISA E EXTENÇÃO

Nos dias 20 e 21 de outubro, a Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão (PROPEX) e a Pró-Reitoria de Ensino (PROEN) da FURB realizaram a 3ª MIPE (Mostra Integrada de Ensino Pesquisa e Extensão).

Este evento teve como objetivos: promover a integração entre ensino, pesquisa e extensão, socializando a produção científica de pesquisa e extensão dos acadêmicos da FURB, estimular o desenvolvimento do trabalho científico e acadêmico; a cultura de pesquisa e extensão; avaliar o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica - PIBIC/CNPq, o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica - PIBIC/FURB, o Programa de Incentivo à Pesquisa - PIPe/Artigo 170 e os Programas de Extensão. Além disso visou também a integração com outras instituições universitárias da sul do país, financiadas pelos programas do CNPq ou programas internos.

Nesta mostra, as alunas Gisele Moraes Buch e Anna Cláudia Fistarol apresentaram o banner 'Programa Ensino de Ciências para o século XXI', e seus respectivos projetos "Clubes de Ciências - Incentivo à Iniciação Científica e Técnica" e "O Ensino de Ciências nas Séries/Anos Iniciais: apoio ao professor e qualificação em serviço".













Apresentação das bolsistas Anna Cláudia e Gisele, na 3ª MIPE realizada no Campus 1 da FURB.
Foto: Evair Legal. 2009

19 de outubro de 2009

Programa "Ciências para o Século XXI" - interação com o curso de Pedagogia

Na noite da última quarta-feira, 14 de outubro, as bolsistas Gisele Moraes Buch e Anna Claudia Fistarol participaram da Comunicação Oral na semana Acadêmica da Pedagogia.

Nesta comunicação, as alunas apresentaram o Programa "Educação em Ciências para o século XXI" e seus respectivos projetos: "CLUBES DE CIÊNCIAS: INCENTIVO À INICIAÇÃO CIENTÍFICA E TECNICA" e "O ENSINO D CIÊNCIAS NAS SÉRIES INICIAIS: APOIO AO PROFESSOR E QUALIFICAÇÃO EM SERVIÇO". Além do terceiro projeto pertencente ao professor Elcio Schumacher: "CIÊNCIA PARA TODOS: UMA CONEXÃO ENTRE O FAZER E O SABER". O Programa visa a em geral, a qualificação dos professores de ciências (anos iniciais e anos fundamentais) e a promoção dos alunos na iniciação científica.
Após a comunicação do Programa, cada bolsista apresentou o Projeto do qual faz parte, e também os Blogs construídos para alunos e professores; endereços eletronicos pelos quais são postadas diversas atividades experimentais.
Foi informado também a futura realização de cursos de AACC's (Atividade Acadêmica Científica Cultural) para os alunos da Pedagogia. A data correta será postada e anunciada após ser definida.
Agradeçemos ao Curso de Pedagogia pela oportunindade de divulgação.

14 de outubro de 2009

Girinário

A atividade sugerida hoje para os Clubes de Ciências é a construção de um girinário!
O girinário é uma miniatura do habitat natural das rãs, sapos e pererecas. Esse projeto tem como objetivo investigar o desenvolvimento destes animais, as etapas da metamorfose, a relação ecológica destes animais com o ambiente em que vivem e com outras espécies, entre outros fatores.
Fonte: Vida de Girino (Colégio Marista São Francisco)

Início
A proposta é estudar como vivem e comportam-se esses animais, para isso o professor poderá iniciar a atividade conversando com seus alunos sobre a vida dos sapos, rãs e pererecas, perguntando a eles se já viram um girino, se sabem sobre as transformações que acontecem (a metamorfose), pela qual eles passam até que se tornem adultos. Pode-se entrar na questão do medo que as pessoas têm desses animais. Instigue-os a falar sobre essas coisas, a fim de despertar curiosidade. Deve ser levada em consideração a vida desses anfíbios, sua ecologia, as estruturas típicas de um sapo, de uma rã e de uma perereca, para que as crianças tenham informações científicas adequadas e assim desenvolverem a prática.

Materiais
1 cuba de vidro (aquário)
Areia
Cascalho
Pedras de diferentes tamanhos
Água
Plantas aquáticas (facilmente encontradas em lojas de aquários)
Girinos
Ovos de rã
Plástico
Opcional: Uma bomba simples para a filtragem da água. (encontrado em lojas de aquário; mantém a água mais oxigenada e limpa; reduz a manutenção e a limpeza).

Preparo

  • Coloque areia e cascalho em toda a extensão do aquário, formando uma elevação em um dos lados.
  • Lave bem as pedras, coloque-as no aquário, dando continuidade á elevação, para que uma parte do aquário fique fora da água.
  • Estique o plástico sobre a areia, despeje a água, devagar (o plástico serve para não misturar a areia com a água).
  • Retire o plástico após o aquário estar cheio de água.
  • Coloque as plantas, de acordo com as necessidades de cada espécie.
  • Coloque os ovos de rãs e os girinos com cuidado.
  • Se você optar por pôr uma bomba, coloque-a seguindo às instruções de uso da caixa do produto. (Nunca ligue a bomba fora da água, isso poderá queimar o seu aparelho).

Ao final da montagem, observe e faça anotações das modificações, inclusive da metamorfose dos girinos. Anote dados de nascimentos e mortes também, pois esses são dados muito importantes, até para seu controle de como está a qualidade da água do aquário. É importante que a cuba de vidro esteja com uma tampa, pois os girinos já formados costumam saltar para fora.
NÃO SE ESQUEÇA: os girinos já formados (aqueles que já se encontram fora da água) devem ser soltos pelos alunos em um local úmido e com bastante vegetação.

Conclusão
Essas anotações servirão para você discutir com suas crianças o andamento e o desenvolvimento do girinário. Elas poderão fazer a investigação científica através de desenhos. Peça para eles desenharem ciclos de vida das rãs, sapos e pererecas. A partir desses dados poderão ser confeccionadas tabelas de nascimento e morte dos animais. Isso é muito importante, pois a própria criança acabe tendo contato com o desenvolvimento e a metamorfose das rãs.














Girinário montado no LIE – Laboratório de Instrumentação para o Ensino - em parceria com alunas do curso de Pedagogia da FURB
Foto: Nelson Naoto. 2009

29 de setembro de 2009

As plantas e a Luz

Professores!
A atividade postadada hoje trabalhará a investigação cientifica em plantas!

Introdução
Essa é uma atividade muito parecida com a sementeira e com a horta, porém tem uma pequena diferença: As plantas devem ser deixadas em dois locais diferentes: uma janela onde bata sol e em algum local onde o sol não alcance, como embaixo de um armário, para você e as crianças observarem como se dá o crescimento das plantas. Com base nessa atividade, o professor poderá explicar conteúdos como germinação, condições para que a mesma ocorra, fatores que alteram, entre outros.

Objetivos
Montar uma sementeiraReutilizar materiaisObservar o crescimento dos vegetaisRelacionar o crescimento com a presença de luzEntender como se dá a germinaçãoMateriaisJornal velhoGarrafa pet cortada ao meio (sentido comprimento)PeneiraSolo de boa qualidadeSementes de rabanete

Início
O professor pode iniciar a aula fazendo várias perguntas para as crianças: Vocês acham que as plantas precisam ou não de luz para crescer? Conhecem plantas que germinem no escuro? As plantas precisam somente de água para crescer? Essas e outras questões instigam o aluno a pensar e a investigar o que está acontecendo e a formular hipóteses em relação ao tema estudado.Mãos à massa!Primeiramente, o professor poderá dividir a sala em grupos ou ainda, se a turma for pequena, poderá ser feito um único projeto com o auxílio do professor. É interessante que as crianças tragam os materiais para a construção do projeto. Antes de começar a montar o projeto, faça uma pesquisa com as crianças sobre a planta que elas irão analisar, peça para que elas vão até a sala de informática ou ainda dê esse trabalho para que façam em casa. Elas precisam saber como é a germinação dessa semente, isso vai ajudá-las na compreensão do porque o professor escolheu essa espécie. Quando a construção for iniciada, prepare o solo dentro das metades das garrafas pet, juntamente com as crianças, plante as sementes de rabanete, uma a uma, molhe o solo, mas não encharque. Ao final, coloque uma de suas “sementeiras de rabanetes” ao lado de uma janela, aberta, aonde bata sol e a outra embaixo de um armário ou em outro local que a luminosidade do sol não chegue. Regue todos os dias, porém pouco.RegistrosÉ muito importante que a criança faça registros de tudo que está sendo feito nessa atividade. Desde a base teórica até a finalização da prática elas precisam ter uma espécie de “diário”, onde elas irão acompanhar todo o projeto e também o crescimento das plântulas. Cobre esses registros delas e ajude-as a desenvolver os mesmos.

Conclusão
Ao final da experiência, analise para onde a planta cresceu. Se as plantas da janela foram em direção ao sol ou se foram para cima ou em direção à sombra. Observe as plantas do escuro e veja, com as crianças como se deu também o seu crescimento. Analise tudo isso e discuta com suas crianças os porquês das plantas terem tido determinado comportamento de crescimento. Lembre dos conceitos de germinação, coloque isso em prática com eles. Assim, eles entenderão muito mais facilmente o processo de germinação das sementes, crescimento das plantas, ambos relacionados com a presença de luz.

Trabalho realizado com o 2º semestre do Curso de Pedagogia da FURB

23 de setembro de 2009

Formigário

Professores!

Estamos postando mais uma atividade para ser realizada com seus alunos nos Clubes. É a construção de um Formigário!

Introdução
Um formigário é um modelo que representa o ambiente onde vivem as formigas. É uma prática em que o professor trabalha temas relacionados à ecologia, cadeia alimentar, mais especificamente a interação entre a espécie animal (formiga) e as espécies vegetais das quais elas se alimentam. Outro tema abordado nessa atividade é o estudo do solo, tendo em vista que a escolha de um tipo adequado de solo é fundamental para o “funcionamento” do formigário. Essa prática é diferenciada das tradicionais avaliações cheias de perguntas, das quais os alunos tanto reclamam, com razão. Siga as nossas dicas abaixo e contrua o mundo das formigas

Registros
Como já foi dito em outras projetos, como o "Minhocário" ou o "Pequeno Jardim", os registros são uma etapa muito importante da atividade de investigação cientifica com as crianças, visto que é nesse momento que o aluno vai pôr em prática habilidades como observação, comparação entre outros. Não se esqueça que as observações e os registros podem ser individuais ou em equipes.

Situação contexto:
O professor pode iniciar uma conversa com os alunos sobre as sociedades dos animais, questioná-los sobre a ordem hierárquica, os insetos sociais e principais características destas sociedades. Neste caso o formigueiro.

Materiais
4 potes de plástico grandes, transparentes e com tampa
3 metros de mangueira transparente
Silicone
Solo (húmus + argila)
Mudas de plantas (pode ser retirada alguma coisa da Sementeira)
Folhas das plantas que a espécie de formiga coletada costuma utilizar na alimentação: geralmente folhas de árvores frutíferas, pétalas deflores como rosa e hibisco
1 tufo de algodão molhado com água
1 tufo de algodão molhado de água com açúcar
Estilete
Formigueiro (inteiro, com a rainha se possível. Espécie mais indicada: Saúva)

Como fazer?
Em um dos potes coloque as formigas junto com o solo do formigueiro, do jeito que você coletou.
Em outro pote coloque o solo intercalando argila e húmus.
Plante as mudas nesse solo, umedeça bem, mas não encharque.
Nesse mesmo pote coloque dois tufos de algodão; um embebido em água e outro embebido em água com açúcar.
No terceiro pote, coloque folhas, pétalas de rosa, frutos diversos (tente escolher plantas que as formigas gostem).
No último pote, não coloque nada, você vai perceber este, elas farão de lixeiro.
A mangueira transparente deve ser cortada em 4 pedaços.
Faça um furo de um lado e outro do lado oposto deste, em cada pote. Esse furo deve ter o diâmetro da mangueira.
Os furos devem ser feito em uma altura que as formigas consigam passar. Como no pote que contem solo e o formigueiro, faça o furo acima do solo, de uma maneira que as formigas consigam subir.
Coloque os pedaços de mangueira nos furos, cole com silicone, ligando assim, os potes através das mangueiras.
Coloque um pedaço de papel filtro, dentro da mangueira da largura do interior da mesma, que servirá como uma ponte para que as formigas não escorreguem.
Faça pequenos furos nas tampas dos potes para que as formigas possam respirar.
Troque os tufos de algodão com água e água com açúcar, semanalmente ou antes se necessário.
Manter o recipiente onde está o formigueiro coberto com papel pardo ao redor, mantendo-o assim sempre protegido da luz.

Conclusão
Após a montagem, não é necessária muita mão de obra na manutenção. Com este trabalho, o aluno poderá observar, no decorrer das aulas, como funciona a sociedade de um formigueiro e utilizar isto para aplicar os conceitos biológicos em sala de aula. Com essa prática, é possível o professor proporcionar para o aluno a investigação científica.


Montagem Formigário em parceria com a turma de Pedagogia da FURB, no dia 20/09/ 2009.

Agradecimento:
Thiago Sanches Ranzani da Silva - Acadêmico do curso de Ciências Biológicas da FURB, pela coleta das formigas.

11 de setembro de 2009

Meu pequeno Jardim

Estamos postando mais uma atividade para que vocês possam trabalhar nos Clubes. Trata-se da confecção de um terrário (Pequeno Jardim), uma atividade que reproduz o ecossistema em que vivemos em escala reduzida. O segredo para o sucesso desta atividade é distribuir no interior desse mini-viveiro as plantas e animais na exata proporção do seu tamanho e impacto ambiental, ou seja, encontrar o ponto de equilíbrio ecológico desse organismo vivo. Essa prática possui muitos objetivos, dentre eles, proporcionar um contato direto dos alunos com elementos da natureza, pequenos seres vivos e plantas, estimulando que estes observem a interação entre as espécies animais e vegetais, o solo e a água. Quanto a organização da classe, fiva à critério do professor, sendo que a mesma pode ser dividida em 2 ou 3 grandes grupos ou até mesmo toda a classe pode ficar em união, visto a complexidade da atividade e o número desejado de terrários a serem confeccionados.


Registros
Os registros podem ser organizados no próprio caderno do aluno, onde suas observações e comentários e apontamentos feitos pelo professor devem ser anotados conforme a regularidade estipulada pelo docente, sendo diariamente, a cada dois dias ou semanalmente. A confecção do terrário é uma atividade em grupo, porém a prática de observar e a sensibilidade de identificar os acontecimentos e interações dentro do mini ecossistema são individuais. A duração da atividade vai depender do andamento da atividade. Cerca de 4 aulas são suficiente.


Material
Garrafão de vidro ou plástico (melhor se for garrafa de água de 5 L);
Argila expandida;
Cascalho grosso ou pedrisco;
Areia;
Terra vegetal;
Pequenas mudas (samambaias, heras, musgos, avencas, etc.);
Pedras;
Galhos secos;
Pequeno recipiente, como tampa de um pote;
Cartolina, papelão ou tela;
Pequenos animais, tais como: tatu-bola, besouro, gafanhotos, joaninha, caracol, cigarra, formiga, minhocas, etc.

Montagem
1. Lave o recipiente destinado ao terrário com água e álcool;
2. Distribua no fundo uma camada de argila expandida (encontrada em lojas especializadas);
3. Coloque, nessa ordem, cascalho grosso ou pedriscos, areia e terra vegetal, formando camadas sucessivas de 2,5 centímetros (a terra fértil pode ter 4 centímetros). Juntas elas vão reproduzir as condições geológicas da natureza. A última camada de terra equivale ao solo fértil. As de areia e pedra servem para drenar a água;
4. Plante as mudas de plantas, tomando cuidado para não quebrar as raízes (não plante espécies que não gostam de água, como cactos);
5. Espalhe pedras e galhos secos num cantinho para formar um abrigo mais úmido e escuro, onde os animais possam se proteger da luz;
6. Na tampa de um pote coloque água para criar uma fonte permanente de umidade;
7. Regue o terrário para umedecer a terra, mas cuidado para nao empoçá-la;
8. Coloque um por um os animais capturados;
9. Com a cartolina, papelão ou tela, cubra o terrário para que os animais não escapem;
10. Mantenha o terrário num lugar claro, onde o sol não bata diretamente.

Situação-Problema Como capturar os animais?
Para manter-se a salvo dos predadores e longe da luz, muitos invertebrados se escondem debaixo de pedras e galhos secos. O professor pode reunir seus alunos e planejar uma visita ao bosque ou jardim mais próximo da escola. Com o auxílio de caixas de sapatos com pequenos furos na tampa para ventilação, os alunos poderão realizar o transporte dos animais. Procurem pedras no jardim, ao levantá-las vão encontrar um mundo em miniatura, lesmas, minhocas, tatus-bolas, joaninhas, caracóis e uma procissão de formigas.

Observações
Os alunos podem decidir manter o ecossistema intacto por alguns dias, fechando-o hermeticamente com uma fita adesiva. Desse modo a água que penetrou nas plantas pelas raízes vai se evaporar em forma de gotículas sobre as folhas. A atmosfera criada no aquário fechado não vai conseguir absorver todo o vapor, que se acumulará nas paredes do recipiente. Quando a umidade chegar ao ponto de saturação vai se formar um ciclo de chuvas.

Discussão Pedagógica/EcológicaTipos de solo:
Existem vários tipos de solo e cada planta tem sua preferência. Assim, se nos terrários montados for plantada uma espécie vegetal num solo que não lhe agrada, ela certamente vai morrer. Podemos aprender a distinguir os diferentes tipos de solo de acordo com suas características físicas. Na superfície, os restos dos seres vivos (fauna e flora) em decomposição constituem o húmus. O que faz o solo ser diferente do outro é a quantidade de cada componente que contém: areia, argila e húmus. A mistura dos três compõe o tipo de solo mais indicado para plantar, como a terra roxa e a preta. O solo calcário ou arenoso é rico em areia e apresenta pequenas pedras brancas na superfície. Deixa a água passar com facilidade e é bastante arejado. Seca rapidamente e serve para alguns tipos de vegetais. O solo argiloso é rico em argila. Pouco permeável, fica encharcado rapidamente. Tende a se compactar e não deixa o ar circular. Deve ser misturado com areia e húmus para se tornar fértil para a lavoura. A terra preta é rica em húmus e resulta da decomposição de restos vegetais e animais. É excelente para a lavoura. A terra roxa resulta da decomposição de basalto. Sua cor típica é causada pela presença de ferro. Indicada para a agricultura.

Cultivando uma Horta

O cultivo de uma horta com a parceria dos alunos é uma atividade muito rica que pode ser realizada nos Clubes de Ciências e que geralmente traz ótimos resultados. O cultivo da horta pode ser um laboratório vivo para diferentes atividades didáticas.
Com ela pode ser trabalhado além do estudo da planta em si (desenvolvimento, partes da planta, etc) fortalecer o vínculo positivo entre educação e saúde, trabalhando a alimentação equilibrada e balanceada.
Você pode conversar com outros professores e fazer desta horta uma atividade interdisciplinar, como por exemplo. trabalhar com o professor de matemática o crescimento e desenvolvimento dos vegetais.

A atividade Montando uma Horta foi retirada do site Ciência à Mão

MONTANDO UMA HORTA

Objetivos:
Montar uma horta;
Montar uma sementeira;
Reutilizar materiais;
Observar o ciclo de crescimento das verduras;
Entender um pouco sobre as vitaminas dos alimentos.
Conteudos
Como plantar - o processo de germinação - a reutilização de materiais - importância dos vegetais na alimentação.

Materiais
A) Para a sementeira
Jornal velho
Um copo de plástico ou refrigerante
Peneira
Solo de boa qualidade
Sementes

B) Para a horta
Solo
Húmus
Cano de pvc usado, vasos grandes, bacias velhas, garrafas PET
Corda, ganchos (se for pendurar as garrafas na parede)

Início
O professor poderia começar a atividade perguntando aos alunos: Da onde vêm as verduras? Vocês já visitaram uma horta? Como ela é? Todas as verduras podem ser plantadas numa horta? Como cresce o chuchu e a cenoura? Aqui na escola tem espaço para ter uma horta? O que poderíamos plantar? Quem poderia ajudar?

Primeira etapa
O professor depois de discutir com os alunos as questões acima, poderia dividir a classe em grupos. Cada grupo listaria quatro verduras que gostariam de plantar na horta. Após esta etapa, o professor colocaria na lousa numa tabela os nomes das verduras que os alunos listaram. [TABELA]
Posteriormente, o professor poderia sugerir aos alunos pesquisarem sobre cada verdura escolhida (quais as características físicas da planta, como ela cresce, quando é a época de plantio, quando deve ser regada e com qual freqüência, quanto tempo leva para crescer, se gosta de sol ou de sombra e quais as vitaminas que elas possuem). Na aula seguinte, os alunos reuniriam as informações e cada grupo faria um cartaz sobre uma das plantas pesquisadas.
Depois dessa etapa, o professor poderia discutir sobre a importância da sementeira. O professor começaria perguntando: As sementes são plantadas diretamente na horta ou não? (tem espécies que são plantadas diretamente no solo, e algumas precisam da sementeira (essa informação vem na embalagem das sementes)). Se forem plantadas diretamente na horta, o que poderá acontecer? Elas podem ser levadas pela água? Ficar numa profundidade do solo inadequada? O que podemos fazer para isso não acontecer? Podemos plantar as sementes em outro recipiente? E depois plantá-las no canteiro definitivo? Como poderíamos fazer isso? Onde poderíamos plantar as sementes? Nesta hora, o professor poderia estimular os alunos a utilizarem materiais reutilizáveis como: copinhos descartáveis, embalagem de ovos, etc.

Segunda etapa: Nesta etapa os alunos montariam as sementeiras e fariam o plantio das sementes.

Terceira etapa: Quando as mudas atingirem alguns centímetros estará na hora de replantá-las no canteiro definitivo. Na embalagem de cada semente há a altura ideal para o plantio no local definitivo. Os professores, juntamente com os alunos escolheriam o local mais adequado para a horta e fariam o plantio.

Quarta etapa: O professor discutiria com os alunos os dias da semana e o horário para visitarem a horta. Observarão o crescimento das verduras e anotarão suas observações no caderno. Pode-se discutir a forma de anotar o desenvolvimento dos vegetais (altura, número de folhas, número de ramos, etc)

Quinta etapa: Quando as verduras já estiverem crescidas estará na hora da colheita. Nesta etapa o professor poderia questionar aos alunos: Como colheremos as verduras? Todas estão no ponto? Todas cresceram igualmente? Podemos comê-las diretamente da horta? Precisamos lavá-las? Por quê? Elas perderão as vitaminas? Como iremos prepará-las?

Acordo
Neste momento os alunos apresentariam as suas observações sobre o crescimento dos vegetais. O professor construiria junto com os alunos tabelas ou gráficos sobre o crescimento dos vegetais.

Registro
Os alunos registrariam a atividade através de cartazes, ou de um livrinho ilustrado. Cada página conteria as informações recolhidas pelos alunos sobre a verdura, além do desenho da semente e a planta adulta.




Sugestões
A) Sugestão para a sementeira:
Copinhos de papel jornal
1º passo: pegue um copo plástico ou de refrigerante
2º passo: corte tiras de papel-jornal com 18 centímetros de largura e 50 centímetros de comprimento (ou o suficiente para dar três voltas no copo)
3º passo: enrole a tira de papel na extremidade, deixando livres uns 8 centímetros do papel, que serão dobrados para dentro, formando o fundo do copinho sem necessidade de cola;
4º passo: encha o copinho de papel com o solo já preparado. A profundidade do plantio da semente dependerá da espécie que for plantada, ai é só seguir as instruções que vem na embalagem. E esperar crescer um pouco. Quando elas atingirem alguns centímetros e tiverem enraizado pode-se fazer o plantio para o canteiro definitivo.

B) Sugestões de canteiros
Opção 1: tubos de PVC
Os tubos de PVC podem ser colocados junto à parede, aproveitando o espaço disponível. O tubo deve ter 20 centímetros de diâmetro, no mínimo. Com uma serra de mão, o tubo deve ser cortado longitudinalmente, produzindo duas calhas que dão origem aos canteiros. Feche as extremidades dos tubos para o solo não sair. Eles podem ser montados em prateleiras ou pendurados no teto. Esse procedimento deve ser realizado pelo professor ou outro adulto.

Opção 2: bacia Bacia velha e furada:
Também é uma ótima opção, pois normalmente ela iria para o lixo. As bacias também ocupam pouco espaço e podem ser facilmente removidas para outros locais mais ou menos ensolarados.
Módulo Escola e Meio Ambiente

Alface tem flor?

Olá pessoal!

Estamos postando mais uma atividade de iniciação científica que pode ser realizada nos Clubes de Ciências!

Essa prática retirada do site Ciência à mão da Universidade de São Paulo (USP).
Os materiais que vocês irão utilizar são simples, fáceis de conseguir, além de serem baratos.
Esta é uma atividade que possui vários conteúdos, como ciclo de vida, partes de uma planta e nutrientes, além de seus objetivos:

-> Estudar o ciclo de vida de um vegetal
-> Analisar as diferenças e as semelhanças entre os tipos de plantas.

Materiais:
Sementes de alface
Local para plantio (vaso, caixote de madeira, canteiro)
Terra para o plantio (solo)

Introdução
Após separar esses materiais, sendo que alguma coisa você poderá pedir que os alunos tragam (como sementes e vasos), introduza o assunto fazendo perguntas e questionamentos aos alunos. Alface tem flor? Vocês já viram? Alguém sabe dizer como é a flor da alface? “A” alface ou “o” alface? Eu já ouvi no feminino e no masculino, e vocês? Vamos procurar no dicionário? A alface é uma planta que usamos na salada, vocês comem alface? Alface é rica em sais minerais e fibras, que são importantes para a nossa nutrição e funcionamento do intestino. (Poderia ser realizada, com os alunos, uma pesquisa sobre tipos de vegetais e seus nutrientes). A alface tem flor? Não é uma planta? Planta não tem flor? Mas será que toda planta tem flor? Peça aos alunos que façam uma pesquisa em casa, perguntando aos parentes quais as plantas que eles têm em casa e se elas dão flor. Anote os resultados na lousa (isso servirá também para a atividade “Plantando um jardim”).

Separe, com os alunos, as plantas em conjuntos: plantas que dão flor e plantas que não dão flor. Poderá haver ainda um outro conjunto, com as plantas que não sabemos se têm flor ou não. As plantas de cada um dos conjuntos se parecem? Será que são parentes? Será que algumas plantas são mais parecidas com umas do que com outras? Provavelmente nem todos os alunos conhecem as plantas que os colegas citaram. Peça então que as plantas sejam desenhadas e trazidas para que todos conheçam. Vamos fazer um painel na sala com as plantas que temos em casa, com as figuras em ordem alfabética, para ficar bem bonito.Alface tem flor? Como se planta alface? De onde nasce a alface?

Deixe os alunos pensarem a respeito e deixe que eles pensem a respeito da palavra semente. Mas de onde vem a semente? Você come semente de alface? Onde fica a semente da alface? Onde ficam as sementes das outras plantas? A semente da laranja, onde fica? A laranja não vem de uma planta? O que é a laranja? Fruta? Fruto? Será que a semente da alface fica dentro de um fruto como a laranja?Será que a alface agüenta o peso de uma laranja? Se for um frutinho bem pequeno? Mas de onde vem o fruto? Mas por que fruto se eu quero saber da flor da alface? Será que alface tem flor? Se tiver, como ela é? O que podemos fazer para saber se alface tem flor? Sugestões possíveis: perguntar para os pais, pesquisar nos livros, pesquisar na Internet, plantar alface. Podemos fazer tudo isso. Vamos fazer? Como será o ciclo de vida da alface? Vamos tentar imaginar, ou, depois de perguntar e pesquisar vamos desenhar e descrever o ciclo de vida da alface, antes de plantar. Vamos usar uma folha para anotar tudo.


Procedimentos

Vamos plantar alface. No saquinho de sementes, há instruções de plantio, que devem ser seguidas. Peça para que um aluno leia para a sala e verifique se há dúvidas quanto à compreensão das instruções. As informações podem ser bastante técnicas e poderá ser necessário descobrir com eles o que significa aquilo tudo.Mãos à obra, ou seja, mão na massa! Com o terreno preparado, vamos plantar as sementes. Para um maior aproveitamento, recomenda-se o plantio inicial em sementeira, que poderá ser feito em um vaso ou em um caixote de madeira, para depois transplantar as mudas.A germinação ocorre em uma semana e o transplante é feito em um mês. O solo deve ser mantido úmido, mas não encharcado. Em dois meses e meio seria feita a colheita, mas nosso objetivo é verificar se a alface tem flor, então teremos que aguardar mais tempo... Combine com os alunos como será feita a manutenção da sementeira e das plantas depois de transplantadas. Quem vai regar as plantas? Quando? É importante também combinar com os alunos como as plantas serão acompanhadas. Vamos medir e desenhar as plantas todas as semanas?Aguarde o tempo que for necessário, até a alface morrer. Claro que alguns pés podem ser utilizados para a alimentação dos próprios alunos, mas devemos preservar alguns pés de alface para a nossa investigação! Após o ciclo completo da vida da alface, podemos continuar nossa aula.Concluindo a prática e tirando conclusões.

Ao final do ciclo de vida da alface, os alunos terão o desenho do crescimento das plantas e terão verificado que, apesar de nos alimentarmos apenas das folhas da alface, as alfaces têm flor? Peça para os alunos finalizarem suas observações e desenhos e para comparar um pé de alface com uma árvore. Quais são as semelhanças?Peça para os alunos escreverem um texto sobre o ciclo de vida da alface, colocando as informações sobre data de plantio na sementeira, data de transplante, etc. Utilizar as folhas de alface na alimentação dos alunos, fazendo com eles mesmos preparem a salada, higienizando as folhas e preparando o molho (esta ocasião poderá ser propícia para trabalhar misturas). Poderá ser estudado o sistema digestivo, verificando a importância das fibras para o bom funcionamento dos intestinos. Também a nutrição, a importância dos sais minerais e vitaminas para o organismo. Estimular os alunos a descobrir como são outros tipos de vegetais, aumentando assim o conhecimento sobre eles e diversificando sua alimentação.

9 de setembro de 2009

Indicadores de Ácidos e Bases

Vamos aprender sobre ácidos e bases!
A atividade foi retirada do site português ciência em casa e ensina como fazer um indicador de ácido e base caseiro.

Materiais:
Panela
Fogão
Coador
Vidro de relógio ou tampas de pote conserva
Faca
Tábua de cozinha

Compostos:
Couve roxa
Água destilada
Água de toreira
Hidróxido de sódio
Vinagre

Procedimento
Em uma tábua de cozinha corte em pedacinhos, uma ou duas folhas de couve-roxa (deve estar bem roxa).
Ferva pelo menos 1 litro de água destilada. O aquecimento da água pode ser feito num fogão (ou microondas)
Quando a água atingir a ebulição, tire a panela do fogão e coloque a couve na água.
Deixa esfriar a água com a couve-roxa. Depois coe o líquido resultante. O líquido deve ter uma cor roxa - avermelhada - escura. (O mais importante agora é saber quais as cores que este indicador adquire quando em contato com soluções com características alcalinas, ácidas ou neutras.



Para soluções neutras o indicador irá manter a sua cor original, para soluções ácidas o indicador irá tornar-se vermelho. Em relação às alcalinas o indicador poderá adquirir duas cores distintas, sendo azul para soluções alcalinas fracas e verde para soluções alcalinas forte.
Para os testes de acidez deves verter um pouco de indicador para um vidro de relógio. Depois adicionar a solução que será estudada. Poderá ser utilizado o vinagre (ácido acético) como ácido, a água da torneira como base fraca e a soda cáustica (hidróxido de sódio) como base forte. A água destilada pode ser utilizada como neutra.
Poderam ser testados outras substãncias como suco de limão e detergentes

4 de setembro de 2009

Super Trunfo das Árvores Brasileiras

Hoje vamos postar um jogo de cartas bem conhecida pela molecada!

É um Super Trunfo das Árvores Brasileiras

Este jogo possui 32 cartas divididas em 8 grupos (A – H). O objetivo é conquistar todas as cartas do seu adversário. Cada carta lista uma série de qualidades com diferentes valores numéricos, o jogador deve escolher uma das qualidades e comparar com a dos adversários. Quem tiver o maior número ganha as cartas da rodada. Uma das cartas é chamada Super Trunfo e ganha de todas as outras exceto, daquelas classificadas no grupo A.


Abaixo seguem os dowloads do jogo:

3 de setembro de 2009

Minhocário

Hoje vamos postar uma atividade, que pode ser realizada nos Clubes de Ciências!
É o MINHOCÁRIO!
Nessa divertida atividade, o professor poderá trabalhar ecologia, cadeia alimentar, interações entre as espécies, entre outros.
É interessante que os professores levem os alunos aos arredores da escola para a coleta dos anelídeos.


Abaixo seguem os links para acesso ao arquivo do MINHOCÁRIO
MegaUpload : - : RapidShare

Boletim Ciência Hoje


Confira o boletim semanal da Revista CIÊNCIA HOJE .
É também veja as novidades do CH das Crianças!!!

1 de setembro de 2009

As Crianças e a Iniciação Científica


O que é aprender pela investigação?

Aprender pela investigação é fazer que as crianças procurem, busquem, investiguem por si só sobre determinados temas. É fazer que a curiosidade as guie, essas atitudes aprimoram em outras necessidades para formação da vida adulta como a organização, a disciplina, etc.
Para aprender através da investigação, o aluno deve observar e escolher um tema da sua realidade, que está a sua volta. Depois de escolher um tema real, o aluno deve organizar suas observações e propor perguntas, raciocinado suas idéias, construindo seu próprio conhecimento e opinião, com total autonomia. O aluno deve também organizar as formas de coleta das informações e os registros feitos.
Desta maneira ele apropria-se de maneira progressiva dos conceitos científicos e constrói aptidões próprias, consolidando também sua comunicação oral e escrita.

Exemplo: Trabalhando minhocas com as crianças
· Escolher um tema (as minhocas)
· Propor perguntas (O que é uma minhoca? Onde elas vivem? O que elas comem? Entre outras questões relacionadas a minhocas e sua ecologia)
· Organizar as formas de coleta das informações (internet, livros, revistas)
· Registrar (mural, álbum da turma, caderno de ciências)
· Organizar os registros (roteiros, questionários)
· Socializar (através de clubes de ciências, feiras internas para a escola, eventos com pais e comunidade)



ETAPAS PARA A ORGANIZAÇÃO DE UM PROJETO

O que vamos investigar? Que perguntas podemos fazer?

Que materiais são necessários para o projeto? Como vamos consegui-los?

Em que local vamos organizar o projeto? Como vamos montar o projeto?

Como iremos manter nosso projeto? Qual será o papel de cada um no projeto?

Como vamos organizar as nossas observações? Como serão os nossos registros?

Há outras coisas que podemos saber a respeito do nosso estudo?Como será a apresentação dos nossos resultados?

28 de agosto de 2009

De Chocolate que o amor é feito!

Você se lembra da música da Xuxa?

Vou te mostrar que é de chocolate
De chocolate o amor é feito
De chocolate choc choc chocolate bate o meu coração

Boa oportunidade para estudar e experimentar o chocolate à luz da ciência.
Antes de realizar esta experiência, o professor pode pedir que os alunos investiguem sobre o cacau, espécie utilizada para fazer o chocolate. Como é usado economicamente além do chocolate, além de destacar quais são suas fases de crescimento e transformação da semente (ou amêndoa). Concerteza todos irão adorar fazer esta atividade ; )

Recomende a leitura de VEJA para que os estudantes descubram a diferença no processo de produção dos três tipos de chocolate: amargo, escuro e branco. http://veja.abril.com.br/160403/p_110.html#ovo






Atividades
Peça que todos identifiquem os processos de análise imediata (peneiração e prensagem) usados na obtenção da pasta. Com base na lista de minerais apresentada abaixo, sugira que a turma escreva todas as fórmulas possíveis entre cátions e ânions dos elementos mencionados, tais como CaCl2. Ao todo, os estudantes devem obter cinco fórmulas.
Oriente também o cálculo do número de átomos do metal alcalino-terroso, do quarto período da tabela periódica, presentes em 100 gramas de chocolate. Os jovens devem consultar no quadro a quantidade de cálcio encontrada no alimento (0,22 grama).

Na tabela periódica eles localizarão a massa atômica do cálcio (40,08). A resposta vem por regra de três simples usando o número de Avogadro: 0,033 x 1023 átomos de cálcio. Finalize com um experimento para determinar a presença de açúcar no chocolate.
Para tanto, dissolva uma barra do doce em água morna, agitando continuamente. Transfira uma pequena quantidade da pasta obtida para um tubo de ensaio e adicione igual volume de solução do reagente de Benedict. Aqueça tudo, com cuidado, numa lamparina. A presença de açúcar pode ser evidenciada pelo aparecimento de um precipitado de coloração que varia entre o vermelho e o marrom.

Explique que a ação estimulante do chocolate se deve à feniletilamina que ele contém. Essa mesma substância é produzida pelo cérebro humano e atua no sistema neuromuscular. A ingestão do derivado de cacau aumenta a taxa dessa amina no organismo, o que se converte em sensação de bem-estar. Realce que a ocorrência de acne nada tem a ver com o consumo de chocolate

100 gramas de chocolate contêm:
Energéticos Glucídios.....56g
Lipídeos......34g
Protídeos.....6g
Celulose....0,5g

Elementos Minerais
Potássio......0,420g
Cálcio...........0,22g
Sódio............0,12g
Magnésio......0,05g
Ferro........0,0016g
Cloreto.........0,27g

26 de agosto de 2009

Brincando de Seleção Natural

Atividade prática: A Evolução dos Palitos

O objetivo dessa atividade é que os alunos façam o papel da própria seleção natural e de mutações, selecionando quais indivíduos deixarão descendentes e quais serão extintos. Ela permite um primeiro contato lúdico e prático com a teoria evolutiva. A atividade pode permitir, direta ou indiretamente, a discussão de temas como convergência evolutiva, especiação, homologia, analogia, ancestralidade, extinção e fósseis.
Esta atividade sugerida pelo prof. Roberto Ternes Arrial (abril de 2008) – Universidade de Brasília

Material
Papel e caneta

Regras: O professor elabora um plano inicial, mas que pode ser modificado, da evolução de um (ou mais) organismos, evolução essa que é controlada e dirigida pelos alunos, mesmo que eles não saibam qual o significado do que estão fazendo. Esse plano leva em conta a quantidade de alunos em sala e quais conceitos o professor deseja abordar (veja o exemplo e explicações abaixo para mais detalhes). O objetivo dessa atividade é elaborar um desenho coletivo, que sem os alunos saberem, ao final deverá ser interpretado como um organismo. Cada aluno contribui com o desenho coletivo fazendo um traço, e passa esse desenho para o colega seguinte. As seguintes regras devem ser observadas:
-Cada aluno só pode fazer um traço, e é sempre uma linha reta;
-O aluno deve passar seu desenho para o aluno seguinte;
-Com exceção do primeiro aluno, o traço sempre deve ser feito sobre o desenho que o aluno anterior fez;
-Ao receber o papel do colega, o aluno deve fazer uma cópia exata dele, sem alterações. Uma das cópias ele manterá consigo até o final da atividade, e na outra cópia ele fará seu traço e passará esse papel adiante;
-Um aluno deve alterar um ou mais desenhos, conforme determinado pelo professor;
-Os alunos não devem planejar qual será o desenho final, ou seja, o esboço deve evoluir sem intenção de uma forma objetivada. Eles só conhecem as regras, mas não podem saber o que estão fazendo, nem sequer que estão desenhando organismos.

Significado biológico: Os primeiros traços esboçados são os organismos primordiais. Cada desenho passado para o colega representa uma geração de indivíduos, e o colega que recebe os desenhos representa a seleção natural, que elimina o desenho do colega anterior; ao mesmo tempo, esse aluno representa também a mutação, já que introduz no descendente uma característica nova. Esse descendente é selecionado positivamente. Nos últimos desenhos (topo da escala evolutiva) estão os organismos melhor adaptados. Seriam, por exemplo, os organismos com os quais convivemos hoje.

A seguir sugerimos alguns conceitos que podem ser trabalhados com essa atividade:

Organismo primordial: é o quadro indicado por I. Esse quadro e os dois seguintes podem também ser considerados fósseis. Evolução de uma espécie: ilustrado em II e V, observar que caracteres são herdados (descendência) e um novo caractere é desenvolvido (mutação).

Seleção natural: cada vez que um aluno modifica o desenho e passa esse mesmo desenho para o aluno seguinte, o desenho anterior é extinto. Isso porque a seleção natural privilegiou seu desenho novo e determinou o desaparecimento do desenho que lhe foi passado.

Especiação: um organismo sofre duas mutações diferentes (evento III), originando espécies diferentes cujos caracteres diferem. Esses dois organismos divergiram tanto que não podem mais se reproduzir, e mesmo que consigam, não geram prole fértil.

Extinção em massa: duas espécies são extintas por um evento de extinção em massa. Uma dessas espécies é a IV. Das duas outras espécies restantes, uma sofre especiação e a outra, segue a evolução da espécie. Note que a espécie I, e as outras espécies ancestrais, também são extintas no decorrer da atividade.

Homologia: a espécie apontada por I possui apenas um caractere, que é um grande traço central. Observando a espécie apontada em VI, é possível identificar que esse caractere ainda está presente, e possui a mesma função que possuía em I: é a sustentação principal do organismo. Por isso diz-se que esse traço central é um órgão homólogo de I e VI.

Analogia: se identificarmos um traço (órgão), inventarmos que ele exerce a função de reprodução, e ele aparece na espécie VII e não na VI, e se dissermos que a espécie VI possui um traço que não está presente em VII e possui essa mesma função, então dizemos que esses órgãos são análogos. Isso porque esses órgãos não possuem ancestralidade comum, mas exercem funções semelhantes. A analogia é uma forma de convergência evolutiva.

Radiação adaptativa: desde o organismo primordial (I) até a evolução das últimas três espécies (no topo da figura), com diferentes adaptações, diz-se que ocorreu um evento de radiação adaptativa.


Observações: O professor pode criar ou excluir quantas ramificações desejar, adaptando aatividade aos conceitos que deseja trabalhar e à quantidade de alunos em sala; Nem sempre os desenhos farão sentido e serão reconhecíveis. Recomendamos que oprofessor sempre recorra à criatividade dos alunos para que eles sugiram com qualorganismo os desenhos se parecem. O ideal é que o professor faça um plano inicial de como deseja que se forme ocladograma, mas ele deve estar preparado para fazer alterações nesse plano nodesenrolar da atividade, e o resultado pode ser até mais interessante do que oplanejado. A partir dos organismos gerados o professor pode fazer pausas na atividade e pedirpara os alunos avaliarem o que está ocorrendo: quais caracteres estão surgindo entreos organismos, quais se extinguiram, etc. A quantidade de organismos gerados não necessariamente deve ser igual àquantidade de alunos em sala. Basta que todos estejam atentos ao que os outrosestão fazendo, e o professor pode encerrar a atividade mesmo que alguns alunos nãotenham feito desenho (pode até haver uma leve frustração de alguns alunos, mascertamente o objetivo de conteúdo pode ser alcançado).

24 de agosto de 2009

Arquivo Digital da Revista VEJA

A Revista VEJA colocou a disposição online todo seu arquivo. Todas as edições desde o número 1 estão no link http://veja.abril.com.br/acervodigital/. É possível folhear a revista e ler as reportagens.
É o arquivo digital da VEJA que pode ser acessado por todos!


Revista VEJA Edição 1





21 de agosto de 2009

Estudando os Líquens

Este experimento foi retirado do livro "Humanizando o Ensino de Ciências com jogos e oficinas psicopedagógicas sobre seres microscópicos", Vetor Editora.

Os objetivos desta atividade são reconhecer os líquens como uma associação de algas e fungos. também aprender que os líquens podem ser utilizados como indicadores biológicos da poluição do ar.


MATERIAL

Amostras de líquens, se possível de diferentes tipos
1 lâmina de vidro
1 lâminula de vidro
1 microscópio
1 palito de dentes
1 conta-gotas
1 tabela para anotar as observações


PROCEDIMENTO
Distrubuir os líquens para os grupos de alunos.
Pedir que os alunos desenhem o material, procurando observar as diferenças entre os líquens (cor, aspecto).
Para a observação ao microscópio, colocar um pedaço pequeno do líquen na lâmina de vidro e, com auxilío do palito, fragmentá-lo ainda mais. Colocar uma gota de água e cobrir com a lâminula. Observar ao microscópio (ampliação 100x). Os alunos deverão observar e anotar se há líquens nas árvores próximas à escola, à sua residência, em ruas com trânsito intenso.
Os alunos poderão fazer um quadro de anotações com as observações feitas durante os experiementos, os resultados obtidos e a explicação desses resultados.

20 de agosto de 2009

Extração de DNA

Vamos aprender como extrair o DNA?
Esta é uma atividade que pode ser realizada pelos professores nos seus Clubes de Ciências!

A atividade tem como objetivo conhecer os princípios básicos da extração de material genético utilizando uma cebola (Allium cepa), a paritir dos tecidos do bulbo.

MATERIAL

· Meio copo de cebola picada (~50 gramas· 1 faca (ou bisturi)
· 2 copos de 250 mL
· 2 copos medidores (ou provetas de 50 m
· 1 bastão de vidro· 1 espátula· Funil de coar café
· Filtro de papel para café
· Banho-maria a 60oC
· Água filtrada (ou destilada)
· Detergente de cozinha transparente
· Sal de cozinha ( ou NaCl )
· Álcool etílico comercial gelado (ou etanol 95%)
· Gelo

PROCEDIMENTO

Junte em um copo 20 mL de água, 10 mL de detergente, uma pitada de sal (1 colher de café) e misture bem. Esta será nossa solução de lise.
Coloque a cebola picada no copo com a solução de lise e leve ao banho-maria a 60oC por exatamente 15 minutos. Resfrie a mistura, colocando o copo no gelo por cerca de 5 minutos, mexendo periodicamente, mas sem fazer movimentos muito bruscos.

Filtre a mistura no filtro de café, recolhendo o filtrado em um copo limpo.Adicione, bem lentamente e pela borda do copo, cerca de 20 mL de álcool etílico comercial gelado.
Espere alguns minutos. Formam-se duas fases, uma superior alcoólica e uma inferior aquosa.

Mergulhe o bastão de vidro no copo fazendo movimentos circulares cuidadosos. Não mexa muito bruscamente para não quebrar as moléculas de DNA. Os “fios” esbranquiçados e grudentos formados são aglomerados de muitas moléculas de DNA e ficarão presos na ponta do bastão de vidro.


Este roteiro é de autoria de Thiago Machado Mello de Sousa (thiagodemello@gmail.com - Universidade de Brasília), 2008.

17 de agosto de 2009

Guia dos Sapos!

Você sabe qual a diferença entre sapo, rã e perereca?
E por que eles coaxam? Esses sons tem alguma finalidade?
No Guia dos Sapos você poderá saber as respostas destas perguntas e muito mais!!!
É um completo guia sobre sapos, que contém a descrição de famílias, os modos de reprodução, o canto dos sapos, entre outros títulos. Este Guia foi construído com os estudos da Reserva Adolpho Ducke, localizada no Amazonas.
Sugestão Revista Ciência Hoje das Crianças

Abaixo seguem 46 gravações de diferentes espécies e também o arquivo em pfd do Guia.
Boa leitura!

Dowloads
Megaupload: Videos de 1-23, Videos de 24-46, Guia dos SAPOS

RapidShare: Videos de 1-23, Videos de 24-46, Guia dos SAPOS

14 de agosto de 2009

Jogo CARA A CARA com o Reino Animal

Que tal trocar a aula por um divertido joguinho de cartas?

Isso mesmo!
A proposta é fazer com os alunos um jogo de cartas com figuras, onde poderão ser trabalhados critérios diversos de classificação como aspectos morfológicos, anatomia, fisiologia, desenvolvimento, biologia reprodutiva.
CARA A CARA com o Reino Animal é um divertido jogo de questões sobre vertebrados e invertebrados, onde o professor pode trabalhar e consolidar conceitos relacionados com o Reino Animal.



Filo: Artrophoda

Pertencem à classe Insecta ou Hexapoda,
porque possuem três pares de patas articuladas.




Abaixo segue em pdf as regras do jogo e também as cartas ilustradas:

REGRAS DO JOGO
Megaupload RapidShare

CARTAS DO JOGO

O jogo CARA A CARA com o Reino Animal é um trabalho desenvolvido pelas autoras Vivian L. Mendonça, Renata Moretti e Sônia Lopes; Depertamento de Zoologia da Universidade de São Paulo

13 de agosto de 2009

Por dentro da Gripe A, Influenza H1N1

Bom dia professores e alunos!

Hoje vamos tratar sobre um assunto importante - sobre o vírus Influenza H1N1, ou Gripe A, como a conhecemos. Estamos passando por uma pandemia (pandemia vem do grego pan = tudo/ todo(s) + demos = povo e é uma epidemia de doença infecciosa que se espalha entre a população de grande região geográfica como, por exemplo, um continente) e por isso é tão importante que todos nós, professores e alunos, tenhamos conhecimento sobre a doença para podermos disseminar as informações corretas aos familiares e comunidade.
O vírus Influenza é o vírus de todas as gripes, sendo dividido em três tipos: A, B e C. Este vírus é hospedeiro de porcos e aves e neles pode sofrer modificações na sua estrutura, gerando um novo vírus. O Influenza da nova gripe é do tipo A e sua nova cepa é H1N1.Todo vírus da gripe afeta o sistema respiratório e por isso, sua eliminação acontece pelas secreções das vias respiratórias. A transmissão ocorre por espirros, tosse e saliva de uma pessoa contaminada ou quando levamos as mãos aos olhos, nariz e boca depois de encostar em superfícies contaminadas.
Os sintomas da gripe A são semelhantes aos da gripe comum e aparecem em até 4 dias após o contato com o vírus. São eles:

Febre alta (acima de 38º)
Tosse seca
Ardência intensa nos olhos
Dor de cabeça
Dores musculares
Dores nas articulações
Calafrios

Fraqueza
Dor de garganta
Espirros
Coriza


Idosos, grávidas, crianças com menos de 2 anos e pessoas com imunidade reduzida são mais suscetíveis aos efeitos mais graves do Influenza A. O diagnóstico mais correto é observar a apresentação dos sintomas e procurar quanto antes o posto de saúde mais próximo. Alertar se houve contato com pessoas infectadas. Para confirmação de infecção pelo vírus Influenza A, é feito um exame laboratorial. Existe tratamento e este deve ser receitado pelo médico. A Influenza A (H1N1) é uma gripe branda na maioria dos casos, só precisar ser diagnosticada corretamente.


A Revista Nova Escola dá a dica!

Está é uma atividade proposta pela Revista Nova Escola para tratar com os alunos sobre a nova gripe. nº 224 – Agosto 2009


-> COMO SER MAIS SAUDÁVEL
A turma é dividida em três grupos. Cada grupo pesquisa, na biblioteca e na internet, a resposta para três perguntas:

1) Quais as diferenças entre gripe e resfriado?
2) Como se pega gripe?
3) O que uma pessoa pode sentir quando está gripada?
4) Por que algumas pessoas ficam muito doentes por causa da gripe e outras se recuperam facilmente?
5) Quais atitudes podem tornar a vida mais saudável?
6) O que uma pessoa deve fazer para evitar a gripe e outras doenças?
7) O que uma pessoa doente pode fazer para se recuperar rapidamente?
8) O que uma pessoa doente deve fazer s fim de evitar passar a doença para outra pessoa?
9) Quando uma pessoa conhece alguém que está com gripe, o que pode fazer para evitar contrair a doença?Em sala, cada grupo apresenta sua pesquisa. Ao final, com a mediação do professor, os alunos redigem as respostas para todas as perguntas.


Faça seu próprio vírus da gripe
E já que estamos tratando de vírus, vamos aprender como é sua estrutura!

Esta atividade foi retirada da Revista Ciência Hoje das Ciranças - 15/08/2008
No seu interior, o vírus possui uma substância que carrega informações importantes sobre ele e garante a sua reprodução. Essa substância – chamada de ácido nucléico – é protegida por uma estrutura externa, feita de proteínas e gorduras, que, na sua réplica, é representada pela bola de pingue-pongue e pelos alfinetes.

Material
Uma bolinha de pingue-pongue
50 alfinetes de costura com cabeças coloridas
Uma vela
Fósforos ou isqueiro


Para construir o vírus, é preciso a ajuda de um adulto. Peça a ele para acender a vela e esquentar, na chama, a ponta do alfinete que não possui a bolinha colorida.
Feito isso, faça a sua parte: vá espetando os alfinetes na bola de pingue-pongue, até cobri-la por completo.












Pronto! Eis aí o seu vírus! Com essa réplica, você vai perceber a olho nu o que somente é visto pelos pesquisadores com a ajuda de um microscópio. O vírus da gripe é um microrganismo que causa doenças. Os vírus são transmitidos de forma direta - quando a pessoa contaminada fala, espirra ou tosse - ou de forma indireta - quando levamos as mãos aos olhos, nariz e boca depois de encostar em superfícies contaminadas .












O vídeo abaixo mostra como podemos nos contaminar. Depois de assistir o vídeo, discuta com seus alunos quais as atitudes higiências que podemos tomar para nos previnir.

video

Dowload : Megauplad :-: Rapideshare

12 de agosto de 2009

Dicas de leituras

Professores!
Estamos indicando dois títulos interessantes que vão auxiliá-los nas suas atividades nos Clubes de Ciências.

"50 COISAS SIMPLES QUE AS CRIANÇAS PODEM FAZER PARA SALVAR A TERRA". Editora José Olympio, 2007

É um livro cheio de dicas e experiências, fatos e curiosidades. Aprenda a conservar a Terra como um lugar seguro e saudável para você, para as outras crianças...e até para os adultos!




"A Revolução da Evolução - De Darwin ao DNA". Autor Winston, Robert. Editora Caramelos, 2009

Por que andamos sobre duas pernas?
Como os elefantes desenvolvem sua tromba?
De onde viemos - e o que poderá nos acontecer no futuro?
Este livro leva seus leitores a uma incrível viagem no tempo a fim de descobrir como as teorias revolucionárias de Charlis Darwin mudaram o mundo!

5 de agosto de 2009

Sabão Caseiro

Que tal fazer um sabão em casa!?
Uma experiência interessante que pode ser realizada no Clube de Ciências da sua escola!

Receita de Sabão Caseiro

Material
- 4 litros de óleo comestível usado
- 2 litros de água
- ½ copo de sabão em pó
- 1 kg de soda cáustica
- 5 ml de óleo aromático de erva-doce ou outro a gosto
A proporção pode ser mantida para fazer mais ou menos sabão, de acordo com a quantidade de óleo usado disponível.

Esquente a água. Separe meio litro e dissolva o sabão em pó nele. Dissolva a soda cáustica no restante da água. Adicione lentamente as duas soluções ao óleo e mexa por 20 minutos. Adicione a essência, misture um pouco e despeje em formas no formato desejado. Deixe esfriar e desforme no dia seguinte. Os sabões estarão prontos para o uso.

3 de agosto de 2009

Microbiologia

Veja que interessante esta experiência com bactérias, divulgada na Revista Escola, jun/2005

Cultivando bactérias
Vamos observar a existência de micróbios e como eles contaminam o meio de cultura.

Material (para o meio de cultura)
1 pacote de gelatina incolor
1 xícara de caldo de carne
1 copo de água

Dissolver a gelatina incolor na água, conforme instruções do pacote. Misturar ao caldo de carne

Material (para a experiência)
Duas placas de petri (ou duas tampas de margarina ou dois potinhos rasos), com o meio de cultura cobrindo o fundo
Cotonetes
Filme plástico
Etiquetas adesivas
Caneta

Os alunos deverão passar o cotonete no chão ou entre os dentes, ou ainda entre os dedos dos pés (de preferência depois de eles ficarem por um bom tempo fechados dentro dos tênis!). Há ainda outras opções, como usar um dedo sujo ou uma nota de 1 real, enfim, qualquer superfície de contato. O cotonete deve então ser esfregado levemente sobre o meio de cultura para contaminá-lo. As placas de petri devem ser tampadas, as tampas de margarina envolvidas com filme plástico. Marque nas etiquetas adesivas que tipo de contaminação foi feita. Depois de três dias, observe as alterações.

Conclusão
Ao encontrar um ambiente capaz de fornecer nutrientes e condições para o desenvolvimento, os microorganismos se instalam e aparecem.
Esse ambiente pode ser alimentos mal-embalados ou guardados em local inadequado. O mesmo acontece com o nosso organismo: sem as medidas básicas de higiene, ele torna-se um excelente anfitrião para bactérias e fungos.

21 de julho de 2009

A química do corpo humano

A professora Tamily Roedel, da EEB Almirante Tamandaré, enviou 8 atividades experimentais de química sobre o corpo humano realizadas com seu Clube de Ciências. Confira!

A química que dá gosto de aprender (Meire Cavalcante - Revista Nova escola - edição 185 - set/2005 - http://revistaescola.abril.com.br/edicoes/0185/aberto/mt_87872.shtml)

Atividade 1
O começo: A ação da saliva

Material:
Vidro conta-gotas com tintura de iodo
2 copos plásticos de café
2 tubos de ensaio numerados
água
amido

Coloque água em um dos copos, acrescente amido, mexa e despeje dois dedos da mistura em cada tubo de ensaio. No outro copo, recolha um pouco de saliva, passe-a para um dos tubos e agite. Espere 30 minutos e pingue uma gota de iodo em cada tubo.

Conclusão
O amido, ao reagir com o iodo, apresenta uma coloração roxa, mas a mistura com saliva não fica roxa por causa da atuação da enzima ptialina. Ela transforma o amido em maltose, que não reage com o iodo.

Atividade 2
É importante mastigar bem

Material:
2 copos com água
2 comprimidos efervescentes
Triture um dos comprimidos sobre uma folha de papel. Coloque simultaneamente o tablete inteiro em um copo com água e o triturado no outro.

Conclusão
O triturado se dissolve bem mais rápido. Essa é uma das características da digestão: quanto menores os pedaços de alimento, mais rapidamente os nutrientes presentes nele são absorvidos pelo organismo.

Atividade 3
Sentindo os sabores
Material:
4 conta-gotas com: suco de limão, água com açúcar, água com sal e chá de carqueja
açúcar
colher
Diga aos alunos que algumas regiões da língua são mais sensíveis a certos gostos que outras. Pingue os líquidos em diferentes regiões da língua. Depois, coloque açúcar na língua seca de um aluno.

Conclusão
Sentimos o gosto dos alimentos porque o cérebro interpreta as informações captadas pelos sensores presentes na língua. Se ela estiver seca, não sentimos gosto algum, pois a saliva ajuda a desprender dos alimentos partículas que sensibilizam o paladar.

Atividade 4
O movimento da digestão

Material:
Meia fina
Bolinha de isopor ou de tênis
Bolacha
Os alunos devem colocar a mão no pescoço. Ao engolir uma bolacha, eles sentirão o movimento peristáltico feito pelos músculos do esôfago. Coloque a bolinha (que representa a comida) dentro da meia fina (o esôfago). Faça a bolinha deslizar pela meia empurrando-a com os dedos.

Conclusão
Os músculos do esôfago se contraem de forma parecida com a meia para levar o alimento ao estômago. Esses movimentos ocorrem em todos os órgãos do sistema digestório.

Atividade 5
A acidez do suco gástrico

Material:
1 copo plástico de café
Leite
Vinagre ou suco de limão
Coloque leite no copo e adicione vinagre.

Conclusão
O vinagre talha o leite da mesma maneira que o suco gástrico, produzido pelo estômago, quebra as moléculas grandes dos alimentos em partículas menores. Isso ocorre porque o suco é composto de ácido clorídrico, enzimas e muco.

Atividade 6
O detergente da digestão

Material:
Dois copos com água
Óleo de cozinha
Detergente
Coloque óleo nos dois copos com água. Em um deles, acrescente detergente e agite.

Conclusão
Assim como o detergente, a bile, produzida pelo fígado, é um suco ácido que transforma as gorduras em gotículas muito pequenas, facilitando a digestão.

Atividade 7
Quebrando as proteínas

Material:
clara de ovo cozido
4 tubos de ensaio numerados
água
suco de mamão, de limão e de abacaxi
algodão
Coloque água no tubo 1, suco de mamão no tubo 2, de limão no tubo 3 e de abacaxi no tubo 4. Corte a clara de ovo em cubinhos iguais e coloque um em cada tubo. Tampe com algodão e deixe em repouso por três dias.

Conclusão
Apenas no tubo 4 será possível perceber a diminuição da clara de ovo, já que a bromelina, enzima presente no abacaxi, provocou a quebra da proteína albumina. No estômago e no intestino delgado as proteínas também são quebradas pelas enzimas.

Atividade 8
Absorção da água pelo corpo

Material:
copo com água
esponja
Coloque a esponja seca no copo com água.

Conclusão
A esponja age da mesma maneira que o intestino grosso, pois ele absorve vitaminas e sais minerais de parte da água que estava nos alimentos ou que foi ingerida com eles. Esses nutrientes depois são levados pelo sangue para as células.

30 de abril de 2009

PROJETO CLUBE DE CIÊNCIAS


O ensino de ciências tem importante papel na formação dos estudantes, sobretudo se quisermos uma educação científica realmente significativa para estes. Neste contexto, a Secretaria Municipal de Educação de Blumenau, reativou o projeto Clube de Ciências, para a introdução dos estudantes nas práticas da investigação científica e no contato direto com os temas voltados para necessidades da escola e seu entorno, objetivando uma educação científica e técnica muito mais completa e interessante. Atualmente, o projeto atende cerca de 648 estudantes disseminadores, em 23 escolas da região. Entretanto, é preocupação garantir a permanência dos clubes já instalados e criar novos clubes conforme os professores demonstrarem interesse por estas atividades. Este projeto propõe o desenvolvimento de ações com a intenção de apoiar e incrementar o trabalho dos professores coordenadores dos 23 Clubes de Ciências já instalados, preparando-os para o desenvolvimento de atividades que conduzam os estudantes disseminadores para a prática da iniciação científica e técnica. O que se pretende é que as crianças e adolescentes saibam utilizar os conhecimentos científicos como instrumentos que ofereçam novos significados e percepções sobre o mundo, criando outras possibilidades de interação com a realidade. Com isto, almejamos uma emancipação social e cultural, via formação científica, que possibilite uma compreensão da realidade muito mais completa e interessante. No entanto, muitos professores têm encontrado dificuldades na condução dos clubes e, consequentemente, no desenvolvimento de ações que conduzam os estudantes à prática do pensar e fazer ciência. Muito embora a Secretaria Municipal de Educação dedique horas de acompanhamento para a coordenação geral dos Clubes, há a necessidade de um apoio mais sistemático no que diz respeito a qualificação dos professores, objetivando uma preparação mais adequada para que possam efetivamente desempenhar seu papel de orientadores das crianças e adolesecentes. Esta qualificação implica em um aprofundamento teórico-reflexivo sobre as questões relacionadas à iniciação científica e técnica, no que diz respeito a como os estudantes constróem o conhecimento científico, a aprendizagem significativa, a utilização das tecnologias da informação, ao desenvolvimento das capacidades de representação e comunicação e a contextualização sóciocultural.