21 de outubro de 2013

Plástico de Batata


A partir do amido existente na batata podemos produzir plástico biodegradável

Para a produção do plástico você irá precisar de:

4 batatas
4 colheres de sopa de vinagre
4 colheres de sopa de glicerina
3 copos de água
Algumas gotas de corante (opcional)
Liquidificador
Frigideira
Forma ou molde

Como fazer:

Cortar a batata em pedaços pequenos que possam ser triturados no liquidificador;
Triturar a batata com dois copos de água;
Coar o líquido e deixar descansar por 20 min.;
Retirar o líquido e separar duas colheres de sopa da parte branca que ficou no fundo (amido);
Colocar as duas colheres do amido na frigideira com um copo de água, o vinagre, a glicerina e o corante;
Deixar ferver até que fique grudento;
Retirar da frigideira e colocar em uma forma ou molde para deixar secar.
O plástico irá demorar aproximadamente uma semana para secar.

Apesar de ser feito com batata o bioplástico não é comestível

Fonte: Manual do mundo

20 de setembro de 2013

Terrário

COMO MONTAR UM TERRÁRIO
Materiais:


Água                     
Carvão vegetal                                 
1 Elástico                                         
Pedrinhas
Plástico para tampar                     
1 pote de conserva ou um aquário                         
Terra preta

Plantas que gostem de umidade como musgos, bromélias e samambaias;

Passo a passo:

Colocar as pedrinhas no fundo em seguida o carvão e a terra;
Fazer um buraco na terra para colocar as plantinhas;
Regar o terrário, ele não precisa de muita água;
Tampar o terrário. Para tampar o aquário utilize plástico e um elástico. O vidro de conserva já vem com tampa e a tampa de plástico pode ser usada, caso a tampa seja de alumínio é necessário forrá-la com plástico;
Colocá-lo em local com claridade, mas nunca deixá-lo exposto diretamente ao sol;

Cuidados com o terrário:

O terrário não exige muitos cuidados, mas a cada duas semanas você deve retirar a tampa por uns 15 minutos, e caso alguma planta cresça demais aproveite para apará-la.

Imagens



 Alguns vídeos que podem ajudar:

https://www.youtube.com/watch?v=0cdlNiXdN4k – Terrário em garrafa PET
https://www.youtube.com/watch?v=vlPP9Ob8JI0 – Terrário grande em aquário de vidro


Texto: Aurora Rupp

19 de agosto de 2013


Composteira em garrafa PET

      Segundo um estudo realizado pela Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), Só no ano de 2010 o Brasil produziu cerca de 60,9 milhões de toneladas de resíduos sólidos, além disso, quase 23 milhões de toneladas foram depositadas em locais inadequados como lixões e aproximadamente 54 toneladas foram recolhidas pelos serviços de coleta domiciliar.
       Grande parte do lixo produzido que é destinado à coleta domiciliar poderia ser reutilizado, inclusive o material orgânico que pode ser transformado em adubo e utilizado nos jardins e canteiros.
      Para que o material orgânico possa ser utilizado como adubo sem atrair moscas e mau cheiro é necessário que ele passe por um processo de decomposição, que pode ser realizado em diversos tipos de material, como, caixas de plástico, galões de água e até em garrafas PET. 
       Montar um composteira em garrafa PET é bem simples e todo o processo de decomposição pode ser observado pelas crianças. Para montar são necessárias 2 garrafas de dois litros, tesoura, fita, duas redinhas de cabelo, terra, folhas secas e restos de frutas.

Passo a passo: 
1º - Cortar as garrafas
2º - amarrar a redinha de baixo e fixar as garrafas
3º- colocar folhas secas, terra, alimentos e cobrir com mais uma camada de terra e folhas secas.
4º - amarrar uma redinha em cima para tampar
5º - deixar descansar por 2 meses
6º - retirar o adubo pronto da garrafa


Evite utilizar frutas cítricas e alimentos de origem animal na composteira PET


Fonte texto:
http://www.cnpmf.embrapa.br/publicacoes/circulares/circular_76.pdf
http://www12.senado.gov.br/noticias/materias/2012/03/09/brasil-produz-61-milhoes-de-toneladas-de-lixo-por-ano
Fonte Fotos: http://3.bp.blogspot.com/_JJFTyak6npw/SMufqbYMGtI/AAAAAAAABBw/yGWsiUxqVAY/s400/composting-5.jpg
http://www.brasilescola.com/upload/conteudo/images/garrafa%20pet.jpg
http://www.mazzarello.com.br/bkp-2012/atividades-det.php?id=102303

5 de agosto de 2013

Barco movido a energia solar

        Universidade de Santa Catarina projeta barco solar para estudantes da Amazônia
      Uma equipe da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) está buscando maneiras de criar barcos solares. A intenção de desenvolver a tecnologia é contribuir socialmente ao criar um meio de transporte fluvial e alternativo na Amazônia. O barco movido a energia do sol foi projetado com financiamento do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, além do apoio do CNPq. As características do veículo levaram em consideração as condições climáticas e geográficas da Amazônia.
      Utilizando esse barco, estudantes serão transportados para as escolas - essa será sua principal finalidade. A embarcação também será utilizada para levar suprimentos aos moradores de comunidades ribeirinhas.
      O barco já está pronto, e, nos próximos dias, ficará ancorado na Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro. Depois, seguirá para a comunidade de Santa Rosa, no município de Barcarena, próximo a Belém. A transição contará com a ajuda da Universidade Federal do Pará.
      Para o coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) de Energias Renováveis e Eficiência Energética da Amazônia e professor titular da Universidade Federal do Pará (UFPA), João Tavares Pinho, a questão da energia é extremamente importante para a população local. “Há uma necessidade naquela região e nós, da universidade, temos um débito social com essa população. Não adianta só fazer pesquisas de ponta que sirvam para estrangeiros e não para nós, brasileiros”, disse em entrevista à Raquel Couto do MCTI.
       O trajeto escolar é realizado na região por meio de pequenas embarcações movidas a diesel, que poluem os leitos dos rios e estressam os animais devido ao ruído. De acordo com o professor da UFSC, Ricardo Rüter, a intenção é fabricar outros barcos que poderão ser uma alternativa de transporte em diversos locais do Brasil, não apenas da região Norte. Com informações do Inovação Tecnológica.
 Fonte: http://ciclovivo.com.br/noticia/universidade-de-santa-catarina-projeta-barco-solar-para-estudantes-da-amazonia

13 de fevereiro de 2013

Comer formiga faz bem para os olhos?

as formigas, assim como todos os insetos, são ricas em proteínas e pobres em carboidratos e gorduras saturadas. Na verdade os insetos vêm sendo amplamente explorados como alimento. As formigas, tanajuras principalmente, são apreciadas como verdadeiras iguarias a muito tempo por nossos ancestrais indígenas brasileiros. Pesquisas garantem que as formigas tenham em torno de 42% de proteínas, enquanto o frango contém 23% e a carne bovina 20%. Além de consideráveis quantidades de proteínas e lipídeos, os insetos também são ricos em sódio, potássio, zinco, fósforo, manganês, magnésio, ferro, cobre e cálcio.




Apesar de tudo isso, não existem evidências científicas de que ingerir formigas melhore, cure ou evite problemas de visão. O mais provável é que essa historinha surgiu como tentativa de que pessoas não rejeitassem o alimento em que a formiga tivesse caminhado. Outra força que impulsiona esse mito de que comer formigas faz bem é o fato dos insetos serem os animais mais abundantes do planeta. Afinal, formigas ou outros insetos são fáceis de encontrar por aí.



A verdade é que o valor proteico e nutritivo das formigas é tão baixo, devido ao tamanho, que não é possível afirmar que faça bem aos olhos e a qualquer outra parte do corpo. Mas… é como dizem por aí: “Você já viu um tamanduá de óculos?”, quem sabe se ingeríssemos apenas formigas na nossa dieta, não seríamos mais saudáveis?



Site da reportagem   http://diariodebiologia.com/2013/01/comer-formiga-faz-bem-para-os-olhos/

Sabia que seu teclado pode ter mais bactérias que um assento sanitário?

 
  Parece mentira, mas é verdade, a quantidade de bactérias e fungos por centímetro quadrado que existem em um teclado de uso diário pode superar as que existem no assento sanitário.

Mas como pode acontecer isso? Segundo um estudo pela revista Which, que testou diversos teclados de escritórios, os nossos teclados têm 5 vezes mais bactérias do que as tampas do vaso sanitário. Os resultados foram surpreendentes e acusaram a presença de bactérias capazes de causar de diarreia a intoxicações alimentares. A contaminação de bactérias nos teclados de computadores podem exceder em média 150 vezes os limites aconselháveis. Os resultados se assemelham aos encontrados nas maçanetas de banheiros públicos. Arght!!! Não existem dúvidas de que estes resultados indicam que a maioria das pessoas se alimenta diante do computador criando um ambiente ideal para o desenvolvimento de bactérias e fungos. Sem contar que muitas pessoas usam o banheiro e “esquecem” de fazer a higiene de suas mãos corretamente.


Entre os micróbios presentes nos teclados estavam duas bactérias a Staphylococcus, que costuma estar envolvida em reações inflamatórias, e a Enterococcus, que provoca infecções e em geral faz do intestino humano seu habitat. De qualquer forma o recomendável é limpar o teclado pelo menos uma vez por mês, e quem faz uso de teclado fora de casa é importante estar consciente que o ambiente pode transmitir doenças tais como aquelas adquiridas em banheiros públicos!



site da reportagem

http://diariodebiologia.com/2013/02/sabia-que-seu-teclado-pode-ter-mais-bacterias-que-um-assento-sanitario/