28 de agosto de 2009

De Chocolate que o amor é feito!

Você se lembra da música da Xuxa?

Vou te mostrar que é de chocolate
De chocolate o amor é feito
De chocolate choc choc chocolate bate o meu coração

Boa oportunidade para estudar e experimentar o chocolate à luz da ciência.
Antes de realizar esta experiência, o professor pode pedir que os alunos investiguem sobre o cacau, espécie utilizada para fazer o chocolate. Como é usado economicamente além do chocolate, além de destacar quais são suas fases de crescimento e transformação da semente (ou amêndoa). Concerteza todos irão adorar fazer esta atividade ; )

Recomende a leitura de VEJA para que os estudantes descubram a diferença no processo de produção dos três tipos de chocolate: amargo, escuro e branco. http://veja.abril.com.br/160403/p_110.html#ovo






Atividades
Peça que todos identifiquem os processos de análise imediata (peneiração e prensagem) usados na obtenção da pasta. Com base na lista de minerais apresentada abaixo, sugira que a turma escreva todas as fórmulas possíveis entre cátions e ânions dos elementos mencionados, tais como CaCl2. Ao todo, os estudantes devem obter cinco fórmulas.
Oriente também o cálculo do número de átomos do metal alcalino-terroso, do quarto período da tabela periódica, presentes em 100 gramas de chocolate. Os jovens devem consultar no quadro a quantidade de cálcio encontrada no alimento (0,22 grama).

Na tabela periódica eles localizarão a massa atômica do cálcio (40,08). A resposta vem por regra de três simples usando o número de Avogadro: 0,033 x 1023 átomos de cálcio. Finalize com um experimento para determinar a presença de açúcar no chocolate.
Para tanto, dissolva uma barra do doce em água morna, agitando continuamente. Transfira uma pequena quantidade da pasta obtida para um tubo de ensaio e adicione igual volume de solução do reagente de Benedict. Aqueça tudo, com cuidado, numa lamparina. A presença de açúcar pode ser evidenciada pelo aparecimento de um precipitado de coloração que varia entre o vermelho e o marrom.

Explique que a ação estimulante do chocolate se deve à feniletilamina que ele contém. Essa mesma substância é produzida pelo cérebro humano e atua no sistema neuromuscular. A ingestão do derivado de cacau aumenta a taxa dessa amina no organismo, o que se converte em sensação de bem-estar. Realce que a ocorrência de acne nada tem a ver com o consumo de chocolate

100 gramas de chocolate contêm:
Energéticos Glucídios.....56g
Lipídeos......34g
Protídeos.....6g
Celulose....0,5g

Elementos Minerais
Potássio......0,420g
Cálcio...........0,22g
Sódio............0,12g
Magnésio......0,05g
Ferro........0,0016g
Cloreto.........0,27g

26 de agosto de 2009

Brincando de Seleção Natural

Atividade prática: A Evolução dos Palitos

O objetivo dessa atividade é que os alunos façam o papel da própria seleção natural e de mutações, selecionando quais indivíduos deixarão descendentes e quais serão extintos. Ela permite um primeiro contato lúdico e prático com a teoria evolutiva. A atividade pode permitir, direta ou indiretamente, a discussão de temas como convergência evolutiva, especiação, homologia, analogia, ancestralidade, extinção e fósseis.
Esta atividade sugerida pelo prof. Roberto Ternes Arrial (abril de 2008) – Universidade de Brasília

Material
Papel e caneta

Regras: O professor elabora um plano inicial, mas que pode ser modificado, da evolução de um (ou mais) organismos, evolução essa que é controlada e dirigida pelos alunos, mesmo que eles não saibam qual o significado do que estão fazendo. Esse plano leva em conta a quantidade de alunos em sala e quais conceitos o professor deseja abordar (veja o exemplo e explicações abaixo para mais detalhes). O objetivo dessa atividade é elaborar um desenho coletivo, que sem os alunos saberem, ao final deverá ser interpretado como um organismo. Cada aluno contribui com o desenho coletivo fazendo um traço, e passa esse desenho para o colega seguinte. As seguintes regras devem ser observadas:
-Cada aluno só pode fazer um traço, e é sempre uma linha reta;
-O aluno deve passar seu desenho para o aluno seguinte;
-Com exceção do primeiro aluno, o traço sempre deve ser feito sobre o desenho que o aluno anterior fez;
-Ao receber o papel do colega, o aluno deve fazer uma cópia exata dele, sem alterações. Uma das cópias ele manterá consigo até o final da atividade, e na outra cópia ele fará seu traço e passará esse papel adiante;
-Um aluno deve alterar um ou mais desenhos, conforme determinado pelo professor;
-Os alunos não devem planejar qual será o desenho final, ou seja, o esboço deve evoluir sem intenção de uma forma objetivada. Eles só conhecem as regras, mas não podem saber o que estão fazendo, nem sequer que estão desenhando organismos.

Significado biológico: Os primeiros traços esboçados são os organismos primordiais. Cada desenho passado para o colega representa uma geração de indivíduos, e o colega que recebe os desenhos representa a seleção natural, que elimina o desenho do colega anterior; ao mesmo tempo, esse aluno representa também a mutação, já que introduz no descendente uma característica nova. Esse descendente é selecionado positivamente. Nos últimos desenhos (topo da escala evolutiva) estão os organismos melhor adaptados. Seriam, por exemplo, os organismos com os quais convivemos hoje.

A seguir sugerimos alguns conceitos que podem ser trabalhados com essa atividade:

Organismo primordial: é o quadro indicado por I. Esse quadro e os dois seguintes podem também ser considerados fósseis. Evolução de uma espécie: ilustrado em II e V, observar que caracteres são herdados (descendência) e um novo caractere é desenvolvido (mutação).

Seleção natural: cada vez que um aluno modifica o desenho e passa esse mesmo desenho para o aluno seguinte, o desenho anterior é extinto. Isso porque a seleção natural privilegiou seu desenho novo e determinou o desaparecimento do desenho que lhe foi passado.

Especiação: um organismo sofre duas mutações diferentes (evento III), originando espécies diferentes cujos caracteres diferem. Esses dois organismos divergiram tanto que não podem mais se reproduzir, e mesmo que consigam, não geram prole fértil.

Extinção em massa: duas espécies são extintas por um evento de extinção em massa. Uma dessas espécies é a IV. Das duas outras espécies restantes, uma sofre especiação e a outra, segue a evolução da espécie. Note que a espécie I, e as outras espécies ancestrais, também são extintas no decorrer da atividade.

Homologia: a espécie apontada por I possui apenas um caractere, que é um grande traço central. Observando a espécie apontada em VI, é possível identificar que esse caractere ainda está presente, e possui a mesma função que possuía em I: é a sustentação principal do organismo. Por isso diz-se que esse traço central é um órgão homólogo de I e VI.

Analogia: se identificarmos um traço (órgão), inventarmos que ele exerce a função de reprodução, e ele aparece na espécie VII e não na VI, e se dissermos que a espécie VI possui um traço que não está presente em VII e possui essa mesma função, então dizemos que esses órgãos são análogos. Isso porque esses órgãos não possuem ancestralidade comum, mas exercem funções semelhantes. A analogia é uma forma de convergência evolutiva.

Radiação adaptativa: desde o organismo primordial (I) até a evolução das últimas três espécies (no topo da figura), com diferentes adaptações, diz-se que ocorreu um evento de radiação adaptativa.


Observações: O professor pode criar ou excluir quantas ramificações desejar, adaptando aatividade aos conceitos que deseja trabalhar e à quantidade de alunos em sala; Nem sempre os desenhos farão sentido e serão reconhecíveis. Recomendamos que oprofessor sempre recorra à criatividade dos alunos para que eles sugiram com qualorganismo os desenhos se parecem. O ideal é que o professor faça um plano inicial de como deseja que se forme ocladograma, mas ele deve estar preparado para fazer alterações nesse plano nodesenrolar da atividade, e o resultado pode ser até mais interessante do que oplanejado. A partir dos organismos gerados o professor pode fazer pausas na atividade e pedirpara os alunos avaliarem o que está ocorrendo: quais caracteres estão surgindo entreos organismos, quais se extinguiram, etc. A quantidade de organismos gerados não necessariamente deve ser igual àquantidade de alunos em sala. Basta que todos estejam atentos ao que os outrosestão fazendo, e o professor pode encerrar a atividade mesmo que alguns alunos nãotenham feito desenho (pode até haver uma leve frustração de alguns alunos, mascertamente o objetivo de conteúdo pode ser alcançado).

24 de agosto de 2009

Arquivo Digital da Revista VEJA

A Revista VEJA colocou a disposição online todo seu arquivo. Todas as edições desde o número 1 estão no link http://veja.abril.com.br/acervodigital/. É possível folhear a revista e ler as reportagens.
É o arquivo digital da VEJA que pode ser acessado por todos!


Revista VEJA Edição 1





21 de agosto de 2009

Estudando os Líquens

Este experimento foi retirado do livro "Humanizando o Ensino de Ciências com jogos e oficinas psicopedagógicas sobre seres microscópicos", Vetor Editora.

Os objetivos desta atividade são reconhecer os líquens como uma associação de algas e fungos. também aprender que os líquens podem ser utilizados como indicadores biológicos da poluição do ar.


MATERIAL

Amostras de líquens, se possível de diferentes tipos
1 lâmina de vidro
1 lâminula de vidro
1 microscópio
1 palito de dentes
1 conta-gotas
1 tabela para anotar as observações


PROCEDIMENTO
Distrubuir os líquens para os grupos de alunos.
Pedir que os alunos desenhem o material, procurando observar as diferenças entre os líquens (cor, aspecto).
Para a observação ao microscópio, colocar um pedaço pequeno do líquen na lâmina de vidro e, com auxilío do palito, fragmentá-lo ainda mais. Colocar uma gota de água e cobrir com a lâminula. Observar ao microscópio (ampliação 100x). Os alunos deverão observar e anotar se há líquens nas árvores próximas à escola, à sua residência, em ruas com trânsito intenso.
Os alunos poderão fazer um quadro de anotações com as observações feitas durante os experiementos, os resultados obtidos e a explicação desses resultados.

20 de agosto de 2009

Extração de DNA

Vamos aprender como extrair o DNA?
Esta é uma atividade que pode ser realizada pelos professores nos seus Clubes de Ciências!

A atividade tem como objetivo conhecer os princípios básicos da extração de material genético utilizando uma cebola (Allium cepa), a paritir dos tecidos do bulbo.

MATERIAL

· Meio copo de cebola picada (~50 gramas· 1 faca (ou bisturi)
· 2 copos de 250 mL
· 2 copos medidores (ou provetas de 50 m
· 1 bastão de vidro· 1 espátula· Funil de coar café
· Filtro de papel para café
· Banho-maria a 60oC
· Água filtrada (ou destilada)
· Detergente de cozinha transparente
· Sal de cozinha ( ou NaCl )
· Álcool etílico comercial gelado (ou etanol 95%)
· Gelo

PROCEDIMENTO

Junte em um copo 20 mL de água, 10 mL de detergente, uma pitada de sal (1 colher de café) e misture bem. Esta será nossa solução de lise.
Coloque a cebola picada no copo com a solução de lise e leve ao banho-maria a 60oC por exatamente 15 minutos. Resfrie a mistura, colocando o copo no gelo por cerca de 5 minutos, mexendo periodicamente, mas sem fazer movimentos muito bruscos.

Filtre a mistura no filtro de café, recolhendo o filtrado em um copo limpo.Adicione, bem lentamente e pela borda do copo, cerca de 20 mL de álcool etílico comercial gelado.
Espere alguns minutos. Formam-se duas fases, uma superior alcoólica e uma inferior aquosa.

Mergulhe o bastão de vidro no copo fazendo movimentos circulares cuidadosos. Não mexa muito bruscamente para não quebrar as moléculas de DNA. Os “fios” esbranquiçados e grudentos formados são aglomerados de muitas moléculas de DNA e ficarão presos na ponta do bastão de vidro.


Este roteiro é de autoria de Thiago Machado Mello de Sousa (thiagodemello@gmail.com - Universidade de Brasília), 2008.

17 de agosto de 2009

Guia dos Sapos!

Você sabe qual a diferença entre sapo, rã e perereca?
E por que eles coaxam? Esses sons tem alguma finalidade?
No Guia dos Sapos você poderá saber as respostas destas perguntas e muito mais!!!
É um completo guia sobre sapos, que contém a descrição de famílias, os modos de reprodução, o canto dos sapos, entre outros títulos. Este Guia foi construído com os estudos da Reserva Adolpho Ducke, localizada no Amazonas.
Sugestão Revista Ciência Hoje das Crianças

Abaixo seguem 46 gravações de diferentes espécies e também o arquivo em pfd do Guia.
Boa leitura!

Dowloads
Megaupload: Videos de 1-23, Videos de 24-46, Guia dos SAPOS

RapidShare: Videos de 1-23, Videos de 24-46, Guia dos SAPOS

14 de agosto de 2009

Jogo CARA A CARA com o Reino Animal

Que tal trocar a aula por um divertido joguinho de cartas?

Isso mesmo!
A proposta é fazer com os alunos um jogo de cartas com figuras, onde poderão ser trabalhados critérios diversos de classificação como aspectos morfológicos, anatomia, fisiologia, desenvolvimento, biologia reprodutiva.
CARA A CARA com o Reino Animal é um divertido jogo de questões sobre vertebrados e invertebrados, onde o professor pode trabalhar e consolidar conceitos relacionados com o Reino Animal.



Filo: Artrophoda

Pertencem à classe Insecta ou Hexapoda,
porque possuem três pares de patas articuladas.




Abaixo segue em pdf as regras do jogo e também as cartas ilustradas:

REGRAS DO JOGO
Megaupload RapidShare

CARTAS DO JOGO

O jogo CARA A CARA com o Reino Animal é um trabalho desenvolvido pelas autoras Vivian L. Mendonça, Renata Moretti e Sônia Lopes; Depertamento de Zoologia da Universidade de São Paulo

13 de agosto de 2009

Por dentro da Gripe A, Influenza H1N1

Bom dia professores e alunos!

Hoje vamos tratar sobre um assunto importante - sobre o vírus Influenza H1N1, ou Gripe A, como a conhecemos. Estamos passando por uma pandemia (pandemia vem do grego pan = tudo/ todo(s) + demos = povo e é uma epidemia de doença infecciosa que se espalha entre a população de grande região geográfica como, por exemplo, um continente) e por isso é tão importante que todos nós, professores e alunos, tenhamos conhecimento sobre a doença para podermos disseminar as informações corretas aos familiares e comunidade.
O vírus Influenza é o vírus de todas as gripes, sendo dividido em três tipos: A, B e C. Este vírus é hospedeiro de porcos e aves e neles pode sofrer modificações na sua estrutura, gerando um novo vírus. O Influenza da nova gripe é do tipo A e sua nova cepa é H1N1.Todo vírus da gripe afeta o sistema respiratório e por isso, sua eliminação acontece pelas secreções das vias respiratórias. A transmissão ocorre por espirros, tosse e saliva de uma pessoa contaminada ou quando levamos as mãos aos olhos, nariz e boca depois de encostar em superfícies contaminadas.
Os sintomas da gripe A são semelhantes aos da gripe comum e aparecem em até 4 dias após o contato com o vírus. São eles:

Febre alta (acima de 38º)
Tosse seca
Ardência intensa nos olhos
Dor de cabeça
Dores musculares
Dores nas articulações
Calafrios

Fraqueza
Dor de garganta
Espirros
Coriza


Idosos, grávidas, crianças com menos de 2 anos e pessoas com imunidade reduzida são mais suscetíveis aos efeitos mais graves do Influenza A. O diagnóstico mais correto é observar a apresentação dos sintomas e procurar quanto antes o posto de saúde mais próximo. Alertar se houve contato com pessoas infectadas. Para confirmação de infecção pelo vírus Influenza A, é feito um exame laboratorial. Existe tratamento e este deve ser receitado pelo médico. A Influenza A (H1N1) é uma gripe branda na maioria dos casos, só precisar ser diagnosticada corretamente.


A Revista Nova Escola dá a dica!

Está é uma atividade proposta pela Revista Nova Escola para tratar com os alunos sobre a nova gripe. nº 224 – Agosto 2009


-> COMO SER MAIS SAUDÁVEL
A turma é dividida em três grupos. Cada grupo pesquisa, na biblioteca e na internet, a resposta para três perguntas:

1) Quais as diferenças entre gripe e resfriado?
2) Como se pega gripe?
3) O que uma pessoa pode sentir quando está gripada?
4) Por que algumas pessoas ficam muito doentes por causa da gripe e outras se recuperam facilmente?
5) Quais atitudes podem tornar a vida mais saudável?
6) O que uma pessoa deve fazer para evitar a gripe e outras doenças?
7) O que uma pessoa doente pode fazer para se recuperar rapidamente?
8) O que uma pessoa doente deve fazer s fim de evitar passar a doença para outra pessoa?
9) Quando uma pessoa conhece alguém que está com gripe, o que pode fazer para evitar contrair a doença?Em sala, cada grupo apresenta sua pesquisa. Ao final, com a mediação do professor, os alunos redigem as respostas para todas as perguntas.


Faça seu próprio vírus da gripe
E já que estamos tratando de vírus, vamos aprender como é sua estrutura!

Esta atividade foi retirada da Revista Ciência Hoje das Ciranças - 15/08/2008
No seu interior, o vírus possui uma substância que carrega informações importantes sobre ele e garante a sua reprodução. Essa substância – chamada de ácido nucléico – é protegida por uma estrutura externa, feita de proteínas e gorduras, que, na sua réplica, é representada pela bola de pingue-pongue e pelos alfinetes.

Material
Uma bolinha de pingue-pongue
50 alfinetes de costura com cabeças coloridas
Uma vela
Fósforos ou isqueiro


Para construir o vírus, é preciso a ajuda de um adulto. Peça a ele para acender a vela e esquentar, na chama, a ponta do alfinete que não possui a bolinha colorida.
Feito isso, faça a sua parte: vá espetando os alfinetes na bola de pingue-pongue, até cobri-la por completo.












Pronto! Eis aí o seu vírus! Com essa réplica, você vai perceber a olho nu o que somente é visto pelos pesquisadores com a ajuda de um microscópio. O vírus da gripe é um microrganismo que causa doenças. Os vírus são transmitidos de forma direta - quando a pessoa contaminada fala, espirra ou tosse - ou de forma indireta - quando levamos as mãos aos olhos, nariz e boca depois de encostar em superfícies contaminadas .












O vídeo abaixo mostra como podemos nos contaminar. Depois de assistir o vídeo, discuta com seus alunos quais as atitudes higiências que podemos tomar para nos previnir.

video

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12 de agosto de 2009

Dicas de leituras

Professores!
Estamos indicando dois títulos interessantes que vão auxiliá-los nas suas atividades nos Clubes de Ciências.

"50 COISAS SIMPLES QUE AS CRIANÇAS PODEM FAZER PARA SALVAR A TERRA". Editora José Olympio, 2007

É um livro cheio de dicas e experiências, fatos e curiosidades. Aprenda a conservar a Terra como um lugar seguro e saudável para você, para as outras crianças...e até para os adultos!




"A Revolução da Evolução - De Darwin ao DNA". Autor Winston, Robert. Editora Caramelos, 2009

Por que andamos sobre duas pernas?
Como os elefantes desenvolvem sua tromba?
De onde viemos - e o que poderá nos acontecer no futuro?
Este livro leva seus leitores a uma incrível viagem no tempo a fim de descobrir como as teorias revolucionárias de Charlis Darwin mudaram o mundo!

5 de agosto de 2009

Sabão Caseiro

Que tal fazer um sabão em casa!?
Uma experiência interessante que pode ser realizada no Clube de Ciências da sua escola!

Receita de Sabão Caseiro

Material
- 4 litros de óleo comestível usado
- 2 litros de água
- ½ copo de sabão em pó
- 1 kg de soda cáustica
- 5 ml de óleo aromático de erva-doce ou outro a gosto
A proporção pode ser mantida para fazer mais ou menos sabão, de acordo com a quantidade de óleo usado disponível.

Esquente a água. Separe meio litro e dissolva o sabão em pó nele. Dissolva a soda cáustica no restante da água. Adicione lentamente as duas soluções ao óleo e mexa por 20 minutos. Adicione a essência, misture um pouco e despeje em formas no formato desejado. Deixe esfriar e desforme no dia seguinte. Os sabões estarão prontos para o uso.

3 de agosto de 2009

Microbiologia

Veja que interessante esta experiência com bactérias, divulgada na Revista Escola, jun/2005

Cultivando bactérias
Vamos observar a existência de micróbios e como eles contaminam o meio de cultura.

Material (para o meio de cultura)
1 pacote de gelatina incolor
1 xícara de caldo de carne
1 copo de água

Dissolver a gelatina incolor na água, conforme instruções do pacote. Misturar ao caldo de carne

Material (para a experiência)
Duas placas de petri (ou duas tampas de margarina ou dois potinhos rasos), com o meio de cultura cobrindo o fundo
Cotonetes
Filme plástico
Etiquetas adesivas
Caneta

Os alunos deverão passar o cotonete no chão ou entre os dentes, ou ainda entre os dedos dos pés (de preferência depois de eles ficarem por um bom tempo fechados dentro dos tênis!). Há ainda outras opções, como usar um dedo sujo ou uma nota de 1 real, enfim, qualquer superfície de contato. O cotonete deve então ser esfregado levemente sobre o meio de cultura para contaminá-lo. As placas de petri devem ser tampadas, as tampas de margarina envolvidas com filme plástico. Marque nas etiquetas adesivas que tipo de contaminação foi feita. Depois de três dias, observe as alterações.

Conclusão
Ao encontrar um ambiente capaz de fornecer nutrientes e condições para o desenvolvimento, os microorganismos se instalam e aparecem.
Esse ambiente pode ser alimentos mal-embalados ou guardados em local inadequado. O mesmo acontece com o nosso organismo: sem as medidas básicas de higiene, ele torna-se um excelente anfitrião para bactérias e fungos.