18 de novembro de 2010

Olá professores e clubistas!


Aqui vão algumas fotos de uma das atividades realizada pelo Clube de Ciências "Padre Raulino Reitz", da EBM General Lúcio Esteves.


"Nesta atividade foram elaborados cartazes que foram distribuídos pela escola desde a portaria, levando à porta do Clube de Ciências (indicando o local por flechas); cada cartaz continha uma pergunta sobre a Vida em geral, por exemplo: "Por que o nariz do cachorro é gelado?" "Por que temos meleca no nariz?" "Por que choramos?" etc.

Atingimos o esperado: a curiosodade dos educandos - de todas as séries - e de todos os funcionários da Escola! Fizemos muita gente pensar. Alguns diziam que eram perguntas "bobas" - mas nao sabiam responder a elas!...


Agora, após certo tempo de exposição, anexaremos às respostas, ou quem sabe incentivaremos de alguma forma os educandos a pesquisarem e trazerem as respostas.

Abraços e até a próxima!"


- Professora Orientadora: Tauana Patrícia Bonsenhor.




Abraços e até a próxima!

16 de novembro de 2010

Eventos dos Clubes de Ciências

Olá professores e clubistas!

Hoje vamos falar sobre o relato de duas de nossas professoras coordenadoras do Clube de Ciências aqui da região. Elas promoveram um encontro de seus respectivos Clubes, para trocaram idéias e experiências. As duas professoras coordenadoras que realizaram essa atividade com os alunos foram a professora Úrsula (E.B.M. Leoberto Leal) e a professora Giovana (E.B.M. João Joaquim Fronza).


Relato das professoras coordenadoras:

“Venho atuando no clube de Ciências desde 2009 e minha proposta este ano, entre outras atividades, era estimular os alunos a iniciarmos uma horta, o que está sendo praticado na E.B.M João Joaquim Fronza, sob a coordenação da professora Giovana. Então surgiu a oportunidade de integrar os Clubes e fomos visitar a escola em agosto. O relato de alguns integrantes do Clube mostra que foi bom e também a troca de experiências vividas enquanto coordenadoras dos grupos.
Recomendamos esta iniciativa também com outros clubes”
-Úrsula Stortz Harder
Coordenadora do Clube de Ciências da E.B.M. Leoberto Leal
-Giovana Raquel Pagelkopf
Coordenadora do Clube de Ciências E.B.M João Joaquim Fronza


Relato dos alunos:

- E.B.M. Leoberto Leal
Aluno: Rodrigo Gonçalves – 6ª B

“No dia 20/08/10 os alunos do Clube de Ciências foram conhecer os alunos do Clube de Ciências em outra escola (E.B.M. João Joaquim Fronza).
Pegamos o ônibus e saímos, chegando lá vi que comparando o Clube de Ciências deles é bem diferente que o nosso. Eles só trabalham com a horta. Mas, eles podiam ter outras experiências como nós. E tinham uma composteira grande. Paramos um pouco e conversamos a respeito do Clube.
O recreio tinha chegado e logo acabou. E já fomos embora, ficamos pouco tempo, mas em pouco aprendi um monte de coisas.”


-E.B.M. Leoberto Leal
Aluno: Gabriel Mendes Bueno Camargo

“Eu adorei a idéia dos Clubes de Ciências se encontrarem, pois assim um aprende com o outro. Mas, teve uma coisa que me fez ficar pensando, que abriu meus olhos e com certeza se tivéssemos encontros de mais Clubes de Ciências abriria os olho de muitos alunos do Clube de Ciências, pois eu como aluno do clube de Ciências penso às vezes: Puxa, será que vai dar certo, será que nosso trabalho duro e com dedicação vai ser em vão? Mas aquele dia quando vi a horta deles com todas as plantações no seu apogeu fiquei pensando porque será que a horta deles está pronta e a nossa não, será que é porque a terra deles é melhor? Foi daí que me toquei que pra tudo aquilo estar daquele jeito foi preciso muito trabalho e tempo. Então agora trabalho muito mais rápido e o tempo todo me entregando de corpo e alma para ver se fica logo igual a deles. Foi isso que aprendi com o encontro dos Clubes de Ciências e espero muito mais.”



O relato dos alunos nos mostra como é importante manter um Clube de Ciências nas escolas e a importância também de trocar idéias entre os mesmo, enriquecendo assim as atividades e também as experiências de cada um, não só dos professores, mas também dos alunos.

4 de novembro de 2010

Curiosidades!

Ambas as curiosidades foram retiradas da revista Mundo Estranho - Edição 104, outubro de 2010.



POR QUE ALGUMAS PESSOAS TÊM COVINHAS NO ROSTO?


Muitas vezes essa característica é herdada dos pais ou dos seus antepassados. Relacionando as covinhas com a anatomia, a covinha é formada porque o tecido fibroso adere entre a pele e o osso da mandíbula (no queixo) ou então entre a pele e os músculos da face (no rosto). A pele é repuxada, causando uma pequena retração, no queixo ela está sempre exposta, mas no rosto aparece ou então é acentuada quando a pessoa sorri, porque o músculo se estende puxando as camadas superiores da pele para dentro, formando as famosas covinhas.

As covinhas mais famosas: Leonardo DiCaprio, Angelina Jolie, Cameron Diaz e Juliana Paes.



COMO É FEITO UM TRANSPLANTE DE UMA ÁRVORE?


Você já viu alguma árvore ser transplantada? Esse processo muitas vezes é comum, mas nem todos sabem como fazer.

Cortando a raiz da planta, içando ela com guindantes e levando a espécie para seu “novo lar”. Esse processo pode ser realizado com árvores pequenas ou grandes, é muito comum transplantarem árvores com mais de 20 tonalenas, e um dos principais motivos desse procedimento é a urbanização, então em vez de cortarem a nossa amiguinha, eles a mudam de local. Essa transferência exige muito cuidado, porque a árvore pode ser danificada ou até mesmo morrer durante esse processo se ele não for bem realizado. Alguns estados fizeram leis que exigiam a compensação da árvore com novas mudas caso a espécie em jogo via-se a óbito. Por isso tudo tem que ser bem planejado, para não acontecer nada de errado.

Para obter um grande chance de sobrevivência, a árvore precisa de um corte especial nas raízes e ser transplantada na mesma posição.



ETAPAS:

  1. Cavar um círculo ao redor da espécie que será transplantada, mas isso deve ser feito com meses de antecedência, e esse circulo deve ter 6 vezes o diâmetro do seu tronco, e pode ter 60 cm de profundidade;
  2. As raízes serão cortadas com serrote de poda. Com o circulo cavado e com as raízes serradas, há a necessidade de colocar terra úmida e adubo no circulo que foi cavado anteriormente e também regar o local dia sim e dia não;
  3. Depois de alguns meses (pelo menos uns 6 meses) novas raízes começam a surgir na árvore. Agora ela está pronta para ser transplantada. O bloco de terra ao redor das raízes devem ser embalados e umedecidos antes da mudança para manter a planta nutrida;
  4. Importante: o torrão de barro é embalado com uma sacola especial, uma sacola biodegradável, porque ele não precisa ser retirado na hora do transplante. Caso não seja usado esse tipo de plástico, é importante retirá-lo antes de colocar a planta no seu novo ambiente;
  5. A árvore é içada com um guindaste com ajuda de cabos, e assim ela viaja até o seu novo destino. O novo local deve ter o solo fofo, adubado e deve ser irrigado;
  6. Caso o trajeto seja longo, o transporte será realizado com a ajuda de um caminhão. Também é importante plantar a árvore na mesma posição que a posição original, porque foi assim que ela se adaptou ao ambiente quando cresceu, e isso é importante para o seu desenvolvimento acontecer com sucesso;
  7. Agora já no novo local, como as suas raízes ainda não estão fixadas, a planta recebe escoras de madeira para que o vento não a derrube, e esse estrutura se mantém até que a árvore se adapte e ganhe forças para se sustentar sozinha. Essa etapa pode demorar em média um ano.

3 de novembro de 2010

Fósseis


Olá professores e clubistas


Que tal montarem seus próprios fósseis?

Os fatos que aconteceram no passado podem revelar muitas coisas através dos fósseis, eles dizem muita coisa.

Mas, o que são os fósseis?

Os fósseis são registros de animais e plantas conservados em minerais durante milhões ou bilhões de anos.

Trabalhar assuntos relacionados ao surgimento de vida na Terra, os climas do passado, e até mesmo dinossauro, sempre chamou a atenção dos alunos. Então, por que não fazer com eles uma imitação de um fóssil vegetal?


Você vai precisar de:

  • Massa de modelar
  • Um pedaço de cartolina (20cm de comprimento e 5cm de largura)
  • Fita adesiva
  • Vasilha
  • Água
  • Tesoura
  • Colher de sopa
  • Gesso
  • Uma folha de planta com nervuras bem evidentes



Passo 1: Montagem do molde

Pressione a massa de modelar sobre uma superfície plana (mesa, bancada, entre outros) e coloque a folha da planta sobre ela de modo que fique impressa a nervura da folha na massa de modelar. Obs.: importante a nervura ser evidente senão o fóssil ficará sem nitidez.

Com a cartolina faça um anel, unindo as pontas com a fita adesiva. Agora encaixe o anel sobre a massa com a folha.


Passo 2: Preparando o gesso.

Pegue a tigela e misture homogeneamente a água e o gesso. A proporção é de 1/2 copo de água para 5 colheres de gesso.

Retire a folha do fundo do molde.

Coloque a mistura dentro do anel de cartolina, de modo que cubra toda a área de impressão da nervura.


Passo 3: Finalização

Espere 3 dias para que a massa e o gesso sequem, depois retire a cartolina e está pronto seu fóssil vegetal.


Os alunos também podem utilizar essa prática para identificar os tipos diferentes de folhas que existem, além de entenderem que os fósseis são apenas o formato do animal ou do vegetal que estava ali e não o indivíduo em si.


Idéia retirada no site Ponto Ciência

Tenham uma boa experiência! =)

21 de outubro de 2010

Formação de professores do Clube de Ciências

Olá professores e estudantes clubistas!

Semana passada no dia 14/10/2010, aconteceu no Laboratório de Instrumentação de Ensino (LIE), na FURB mais uma formação de professores coordenadores de Clube de Ciências. O curso teve a participação dos professores Celso Menezes e Edson Schroeder e dos bolsistas: Adriana Longhi e Nelson Naoto.
O professor Celso mostrou um vídeo sobre os 160 anos da cidade de Blumenau, um vídeo muito interessante, mostrando as belezas da cidade e a colonização alemã.

Os bolsistas Adriana e Nelson prepararam e apresentaram um jogo “super-trunfo” sobre árvores brasileiras para os professores coordenadores dos clubes, esse atividade já foi postada a algum tempo aqui no blog. Caso alguém queira baixar o jogo sobre árvores brasileiras, ele está disponível nesse link SUPER-TRUNFO. Os professores gostaram muito da atividade, que se mostrou interessante e de fácil entendimento, além de ser uma atividade divertida e educativa para os alunos.


Essa atividade foi retirada do site Progresso Verde

7 de outubro de 2010

Reciclagem

Olá professores e clubistas!


Hoje vamos falar de reciclagem.

Você sabe reciclar corretamente? Sabem quais são os materiais que podem e quais não podem ser reciclados?

Muitas pessoas não sabem reciclar, ou acham que sabem. É muito comum encontrar lixeiras para separação de materias, e encontrar nelas materias que não deveriam estar ali, ou deveriam estar na lixeira ao lado. Preguiça ou falta de informação? Esse tipo de situação é encontrado com freqüência nas universidades, pessoas que se dizem estudadas e que dizem que sabem reciclar, na verdade não sabem. Você sabia que a embalagem plástica de uma barrinha de cereal não deve ser jogada no lixo de plásticos? E

sim no lixo de orgânicos e rejeitos. Papeis engordurados com alimentos também não devem ser jogados no lixo de papéis.


Reciclagem é um ótimo tema para ser discutido, e aprender a reciclar corretamente.


Logo abaixo estão listas de materias que podem e que não podem jogar nos seus respectivos lixos, e perceba que nem tudo que achamos correto jogar no lixo pode ser jogado no mesmo.






Cuidados especiais com o papel:

Devem estar secos, limpos (sem gordura, restos de comida, graxa), de preferência não amassados. As caixas de papelão devem estar desmontadas por uma questão de otimização do espaço no armazenamento.

Cuidados especiais com os metais:

Devem estar limpos e, se possível, reduzidos a um menor volume (amassados).


Cuidados especiais com os plásticos:

Potes e frascos limpos e sem resíduos para evitar animais transmissores de doenças próximo ao local de armazenamento.


Cuidados especiais com o vidro:

Devem estar limpos e sem resíduos. Podem estar inteiros ou quebrados. Se quebrados devem ser embalados em papel grosso (jornal ou craft).


Cuidados especiais com os não orgânicos:

Os óleos de cozinha não possuem um lugar específico para reciclagem, existem apenas algumas pessoas que recolhem esse óleo para fabricar sabão caseiro, e algumas empresas que trabalham com biodiesel também recolhem para a produção de biocombustíveis. Por isso é preciso ter muito cuidado com esse tipo de material, pois Ele é um grande poluidor do meio ambiente.


Que tal começar a reciclar em casa? Ou na sua escola? Um bom trabalho de reciclagem inclui não apenas uma turma, mas pode incluir uma escola inteira, todos podem se mobilizar com isso, desde alunos até professores. Basta começar.


DEVEMOS SER A MUDANÇA QUE QUEREMOS VER!



As imagens foram todas retiradas do Google, e as tabelas foram cedidas pela Educação Ambiental do SESC.

1 de outubro de 2010

4ª MIPE - MOSTRA INTEGRADA DE ENSINO PESQUISA E EXTENÇÃO


Nos dias 28 e 29 de setembro, a Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão (PROPEX) e a Pró-Reitoria de Ensino (PROEN) da FURB realizaram a 4ª MIPE (Mostra Integrada de Ensino Pesquisa e Extensão).

Com os objetivos de promover a integração e

ntre ensino, pesquisa e extensão, socializando a produção científica de pesquisa e extensão dos acadêmicos da FURB, estimular o desenvolvimento do trabalho científico e acadêmico; a cultura de pesquisa e extensão; avaliar o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica - PIBIC/CNPq, o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica - PIBIC/FURB, o Programa de Incentivo à Pesquisa - PIPe/Artigo 170 e os Programas de Extensão. Além disso visou também a integração com outras instituições universitárias da sul do país, financiadas pelos programas do CNPq ou programas internos.


Nesta mostra, os bolsistas Nelson Naoto Medeiros Fukuda e Adriana Longhi apresentaram o banner 'Programa Ensino de Ciências par

a o século XXI', e seus respectivos projetos "Clubes de Ciências - Incentivo à Iniciação Científica e Técnica" e "O Ensino de Ciências nas Séries/Anos Iniciais: apoio ao professor e qualificação em serviço".


Apresentação dos bolsistas Adriana Longhi e Nelson Naoto Medeiros Fukuda, na 4ª MIPE realizada no Campus I da FURB.

23 de setembro de 2010

Dica de Ciências para as donas de casa

Olá professores e clubistas!

Hoje vamos propor uma experiência que também é muito utilizada em casa, e bem simples de ser realizada. Vamos ferver água, com o objetivo de mostrar qual água ferve mais rápido: aquela fervida com ou sem a tampa? É isso que iremos descobrir. Será que existe diferença?

Imagens retiradas do Google


Essa experiência foi retirada do site PONTO CIÊNCIA

MATERIAS NECESSÁRIOS:
-dois béqueres ou panelas;
- uma fonte de calor;
- dois termômetros;
- uma tampa para panela ou béquer;
- Água.

COMO MONTAR A EXPERIÊNCIA:
Coloque os béqueres ou as panelas sobre a chapa elétrica e introduza os termômetros dentro deles. Coloque o mesmo volume de água dentro de cada béquer e tampe apenas um deles. Ligue o aquecimento e pronto, veja as variações na temperatura.
Nesse link ( EXPERIÊNCIA ) está disponível um vídeo mostrando os materias e como o experimento foi realizado.


CLUBISTAS: Não esqueçam de fazer está experiência sempre acompanhados de um adulto!!

17 de setembro de 2010

Dia da Árvore

Boa Tarde professores e clubistas!

Dia 21 de setembro é o dia da árvore e o início da primavera, e para “comemorar” esse dia, nada melhor do que trabalhar nos clubes algum assunto voltado a isso.
“No Brasil, carregamos fortes laços com a cultura indígena que deu origem a este país; um deles é o amor e respeito pelas árvores como representantes maiores da imensa riqueza natural que possuímos. Os índios também utilizavam este período para iniciar a época de plantio, organizando-se pelo calendário lunar. Confirmando o carinho e respeito pela natureza, no Brasil, em 24 de fevereiro de 1965, formalizou-se o dia 21 de Setembro como o Dia da Árvore - o dia que marca um novo ciclo para o meio ambiente.”

 Trecho retirado do site www.diadaarvore.org.br

Esse site possui informações sobre o meio ambiente, os tipos de árvores e como preservá-las. Além de eventos e ações sobre o dia da árvore.
Um trabalho que sugerimos para esse dia é fazer o “boneco ecológico”, onde os alunos acompanham o desenvolvimento e o crescimento do “cabelo” do boneco, que nada mais é do que uma planta crescendo (alpiste), fazendo com que o aluno observe e cuide de seus bonecos e percebam como ocorre todo o processo.

MATERIAIS:
- Serragem;
- Alpiste;
- Meia calça (pode ser aquela com o fio puxado não precisa ser nova);
- Botões coloridos;
- Linha e agulha;
- Tesoura sem ponta

COMO FAZER:
1) Corte o pé da meia calça para criar um "saquinho";
2) Coloque um pouco de alpiste no saquinho, depois complete com serragem até encher suas mãos. Dê um nó bem apertado;
3) Vire o nó para baixo. Agora podemos decorar nosso boneco com os botões coloridos! Lembrando que, o professor é que deve costurar os olhos e o nariz pois é perigoso deixar a agulha nas mãos dos alunos.
4) Pronto! Você precisa regá-lo toda manhã, e o seu cabelo vai começar a crescer a partir do 5º dia!! E que tal batizá-lo com um nome bem divertido?!


Imagens retiradas do google

Novos usos para galões de água mineral

Olá professores e Clubistas!

A reciclagem é um tema muito abordado atualmente, e pensando nisso, encontramos um site (WWW. criancas.hsw.uol.com.br) que nos dá uma dica de como reutilizar aqueles galões de água de 5 litros que muitas vezes temos em casa e depois não possui nenhuma utilidade.

Essa atividade estimula a reutilização em vez de somente focar a recliclagem.

Todo mundo sabe que reciclar é uma boa maneira de ajudar a natureza. Mas há outro jeito também: reutilizar. “Reciclar” significa salvar coisas que podem ser transformadas em novos produtos. “Reutilizar” significa usar os produtos de novas maneiras em vez de jogá-los no lixo. Você ficará surpreso com as diversas possibilidades de usos para um simples galão de água mineral de plástico.

MATERIAIS:

- Galão de água
- tesoura

1º ideia:
Faça um regador para flores. Cortando a parte acima da alça.



2º ideia: Organize os materiais de arte. O galão de água mineral com a borda cortada pode ser um recipiente para guardar seus materiais de artesanato. Use-os para armazenar seus achados da natureza até quando você estiver preparado para usá-los.

3º ideia:
Use como um recipiente para plantar sementes. Peça para um adulto cortar o topo do galão para fazer um vaso de flores. Faça buracos no fundo para drenagem da água. Você pode fazer muda de temperos ou flores e depois plantá-las no jardim.

4º ideia:
Faça um bebedouro para pequenos animais selvagens cortando o galão para fazer uma bandeja rasa.

Você consegue pensar em outros produtos que poderiam ser reutilizados? Toda vez que você for jogar alguma coisa no lixo, se pergunte: “Como eu poderia usar isso novamente?”

10 de setembro de 2010

Formação de professores do Clube de Ciências


Olá professores e estudantes clubistas!

Ontem, dia 09/09/2010, aconteceu no Laboratório de Instrumentação de Ensino (LIE), na FURB mais uma formação de professores coordenadores de Clube de Ciências. O curso teve a participação dos professores Celso Menezes e Edson Schroeder e dos bolsistas: Adriana Longhi e Nelson Naoto.
Na oportunidade, o professor Celso mostrou fotos de um curso que ocorreu em Florianópolis, no mês de julho, na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que tratava da utilização de papel reciclado para a construção de modelos didáticos. No decorrer das atividades, os professores, juntamente com seu coordenador, prof. Celso, discutiram as atividades, formas de participação dos Clubes e o intercâmbio de ideias, utilizando nosso blog, como instrumento de comunicação.



Os bolsistas Adriana e Nelson prepararam e apresentaram, também, a experiência de extração do DNA do morango, já postada em nosso blog. Os professores gostaram muito da atividade, que se mostrou interessante e de fácil acesso e compreensão pelos alunos.

27 de agosto de 2010

Extraindo DNA de morango

Olá professores e clubistas!

DNA é um assunto muito comentado em todo o mundo, já faz algum tempo mas, afinal de contas, alguém já viu um DNA? Não aqueles bonitinhos e coloridos encontrados nos livros de ciências, mas um DNA de verdade (se assim podemos chamar). Todo alimento que ingerimos, como por exemplo, uma fruta, possui DNA e ingerimos esse material genético. Mas o que é o DNA? A partir dessas questões sugerimos uma atividade prática extraindo o material genético de morangos, uma atividade simples que não requer matérias complexos.




Materiais utilizados:

• Saco plástico tipo "zip loc" ou qualquer outro saco plástico que achar mais conveniente;
• 3 morangos frescos;
• 1 peneira;
• álcool etílico (92,8 INPM);
• 3 tubos de ensaio;
• 1 lâmina;
• 1 pincel;
• 1 béquer de 500mL;
• 1 béquer de 250mL;
• Suporte para tubos de ensaios;
• 1 béquer com 150mL de solução de extração de DNA ( a solução é preparada no clube com o materiais acima citados. Em seguida explicaremos como montar a solução).
• 1 colher de chá;
• 1 colher de sopa;
• Detergente;
• Sal;
• 1 funil;
• Água.


Passo a passo da experiência:


Passo 1: maceração dos morangos.

Tirar a folha verde de 3 morangos. Colocar dentro de um saquinho plástico para maceração e pressionar entre os dedos até obter uma pasta quase homogênea.

Passo 2: Preparando a solução para a extração do DNA

Em um béquer, preparar a solução de extração de DNA, misturando 150 mL de água, uma colher de sopa de detergente e uma colher de chá de sal de cozinha. Mexer bem, porém cuidadosamente para não fazer espuma. Se houver disponibilidade, para facilitar o processo, podemos aquecer a água por 15 segundos em microondas, potência média, antes de usar.

Passo 3:

Colocar cerca de 50 mL da solução de extração do DNA sobre a massa do morango, vedar o saco plástico e misturar levemente por cerca de 15 minutos (observe se o plástico está bem vedado).

Passo 4:

Incubar a temperatura ambiente por 30 minutos. Mexer de vez em quando.

Passo 5:

Colocar uma peneira sobre um béquer limpo e passar a mistura para retirar os pedaços de morango.
Dividir o líquido resultante em dois ou três tubos de ensaio com o auxílio do funil. Colocar apenas cerca de 3 dedos no fundo do tubo.

Passo 6:
Despejar delicadamente sobre a solução nos tubos uma quantidade de álcool comum maior que o volume do morango. Não misturar o álcool com a solução.
Aguardar cerca de 3 minutos para o DNA começar a precipitar, ocorrendo a separação de pectina (fase superior) e do DNA (fase intermediária). O DNA está um pouquinho acima do extrato de morango. O material que sobre logo após a adição do álcool é a pectina.
Usar um pincel para separar as moléculas de DNA. Coloque o DNA sobre a lâmina para melhor visualização.

Para uma melhor visualização de todo o experimento o site Ponto Ciência disponibiliza um vídeo com cada passo do experimento.


E no final do experimento os clubistas podem discutir o que aconteceu, como é um DNA e para que essa molécula está sendo usada nos dias de hoje, além de explicar como funciona e o que é um DNA.


Ideia retirada do site Ponto Ciência .

20 de agosto de 2010

Um novo uso para um velho guerreiro.

Olá Professores e clubistas.



Hoje iremos mostrar como utilizar um instrumento de ensino que aos poucos está sendo deixado de lado pelo avanço das tecnologias que estão chegando às escolas. Embora muitas escolas já tenham acesso aos novos recursos tecnológicos, isso ainda está muito longe de acontecer. Então, temos duas opções: dar uso ao retroprojetor que não é mais utilizado ou está deixado de lado na escola, ou mostrar que não é apenas as novas tecnologias que podem ser interessantes para ensinar algo.

Se não existe uma tecnologia, no caso computadores, para ver alguma das inúmeras experiências disponibilizadas na internet, porque não usar algo que existe e que quase não é mais utilizado nas escolas. E a probabilidade de uma escola possuir um retroprojetor é bem maior que a de um computador.

A ideia foi retirada no site Ciência Hoje, que diz o seguinte: “Os experimentos mostrados nas páginas não se limitam às projeções clássicas de imagem e daí vem o maior mérito da obra: o aparelho não é apenas usado como fim, ele também é o meio pelo qual as descobertas científicas ocorrem.”

Logo abaixo vamos tratar de um dos vários assuntos que podem ser realizados com a ajuda de um retroprojetor.


Assunto: Percebendo a fotossíntese.

Nesse vídeo vocês podem observar como o experimento é realizado:


Materiais:

- Tubo de ensaio;

- Um galho de alguma planta;

- Água;

- Retroprojetor.


O experimento serve para os alunos perceberem que tudo no mundo está interligado, que a planta necessita de água, luz, entre outras coisas para realizar sua fotossíntese, por isso é importante. E como acontece esse fenômeno. Com apenas 50 minutos de aula, o resultado da experiência já pode começar a ser observado. E enquanto ele acontece o professor já pode ir explicando e questionar os alunos como tudo funciona e porque as plantas possuem essa coloração.


Image: Ponto Ciência


Outra coisa importante é mencionar que as tecnologias antigas também podem ser utilizadas. Que o fato das novas tecnologias terem surgido, as antigas são bem úteis ainda. Relembrando a questão da reciclagem e o excesso de lixo no mundo.



RETIRADA DO SITE: Ponto Ciência

14 de maio de 2010

Poluição do Ar

Boa tarde professores e clubistas!

Hoje vamos postar uma atividade voltada para a preservação do nosso ar!
O site da Revista Nova Escola traz uma proposta baseada em leituras sobre o assunto e posteriormente uma explicação sobre como estes gases poluentes, emitidos em nossa atmosfera, podem afetar nosso sistema respiratório e nossa saúde de maneira geral. Sugere também a parceria com outras disciplinas como a Geografia.

Baseada nesta atividade, o BLOG CLUBE DE CIENCIAS sugere aos clubistas, que organizados por seus coordenadores, façam uma pesquisa/levantamento sobre quais são as atividades poluidoras mais comuns em sua comunidade e incluindo seu cotidiano (exemplo dos carros). Pesquisar quais são os gases emitidos, como são emitidos e o que podem causar de mau à nossa sáude. Posteriomente deveram trabalhar com esses dados dentro do Clube e por seguinte apresentar á escola. Esta apresentação pode ser bem criativa!
A partir disto, podem ser levantadas atitudes que nós podemos tomar para reduzir essa emissão excessiva de gases, como por exemplo, deixar o carro na garagem e usar a bicicleta.


Imagens: GOOGLE

10 de maio de 2010

Bom dia clubistas e professores!


Nas tardes dos dias 04 e 05 de maio, os Projetos "Clubes de Ciências - Incentivo à Iniciação Científica e Técnica" e "O Ensino de Ciências nas Séries/Anos Iniciais: apoio ao professor e qualificação em serviço" realizaram uma palestra à convite da estudante de biologia da FURB, Sarah Christina Ladewig, com um grupo de alunos da Bunge Alimentos em parceria com a Polícia Ambiental, na cidade de Gaspar.


Na ocasião foram dadas duas palestras com os temas, Água no Planeta e Atmosfera Terrestre, cada um em uma tarde. Com a participação dos alunos, foram realizadas duas diferentes atividades: no primeiro dia, com o tema da água, os alunos deveriam montar uma campanha e apresentá-la da maneira preferida. Surgiram então apresentações de teatro, poemas e cartazes.


No segundo dia a atividade englobava os dois temas discutidos. O grupo foi então dividido, e um lado representava um grupo de empresários e do outro ecologistas e ambientalistas, realizando assim, um debate, e levantando soluções para os problemas levantados.


O Programa Educação em Ciências para o Século XXI e suas bolsistas Gisele Buch e Anna Claudia Fistarol, agradecem ao convite, pois foi um grande prazer trabalhar com alunos tão dedicados. Parabenizamos a todos pela realização deste curso e de mais uma participação do nosso Programa!



As bolsistas palestrando para os alunos da Bunge Alimentos














Montagem e apresentação dos trabalhos no primeiro dia de palestra
















No segundo dia, debate e discussão em defesa do meio ambiente

27 de abril de 2010

Participação do Projeto dos Clubes de Ciências no XV ENDIPE

Boa tarde professores e clubisas!

Entre os dias 20 e 23 de abril, o professor Edson Schroeder e seu orientando no Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências Naturais e Matemática (PPGCIM), participaram do XV ENDIPE (Encontro Nacional de Didática e Prática de Ensino) na Universidade Federal de Minas Gerais, em Belo Horizonte. Na ocasião, apresentaram o trabalho "O Programa Educação em Ciências para o Século XXI", no fomato pôster, divulgando nosso Programa de Extensão
"Educação para o século XXI" e o Projeto "Clube de Ciências: Incentivo à iniciação científica e técnica"

Fonte: Schroeder, 2010

6 de abril de 2010

II Fórum Integrado de Ensino, Pesquisa e Extensão ACAFE

Boa tarde, professores!


Nos dias 24 e 25 de março de 2010, o Programa Educação em Ciências para o Século XXI foi representado pela bolsista Anna Claudia Fistarol no II Fórum Integrado de Ensino, Pesquisa e Extensão da ACAFE, no município de Tubarão/SC.


Dentre as atrações deste evento, houve uma exposição de banners, ao qual o nosso Programa foi submetido. Além disso, houveram palestras, comunicações orais e apresentações culturais provenientes dos grupos de dança e música dos acadêmicos da própria Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul), sede do evento este ano.

Este é mais um evento com a participação do "Programa Educação em Ciências para o Século XXI".



Fotos: Anna Claudia Fistarol.

Concurso de desenho "Biodiversidade do Brasil"!

Olá professores e clubistas!!

Este ano é o Ano Internacional da Biodiversidade, e o tema tem tudo a ver com o Brasil. Afinal, é um dos países com maior diversidade biológica no mundo! Com outros 16 países, reúne 70% das espécies animais e vegetais do planeta. Ao longo de 2010, muitas comemorações estão sendo preparadas no mundo e você não pode ficar de fora.
Por isso, o Museu da Vida, o Museu de Ciências e Tecnologia da Pontifícia Universidade Católica/RS e o Ministério da Ciência e Tecnologia, em parceria com Globinho e Megazine, lançam um concurso sobre a biodiversidade brasileira. Os participantes serão divididos em duas categorias. A primeira, chamada “Animais e plantas na ponta do lápis!”, é voltada a artistas de 7 a 12 anos e, nela, cada interessado poderá concorrer com um desenho sobre a biodiversidade. Na segunda categoria, “A biodiversidade por trás da câmera!”, jovens de 13 a 17 anos poderão enviar até três fotografias sobre o tema. A promoção faz parte das atividades da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, que ocorre de 18 a 24 de outubro, e tem como tema “Ciência para o desenvolvimento sustentável”.
Os trabalhos podem ser enviados até 1 de setembro (vale a data de postagem nos correios). O primeiro lugar de cada uma das categorias ganhará uma viagem, com direito a um acompanhante adulto, para conhecer espaços de ciência no Brasil. O vencedor poderá escolher uma opção entre as alternativas oferecidas:
1) Museu da Vida e Jardim Botânico do Rio de Janeiro, no Rio de Janeiro
2) Museu de Ciências e Tecnologia da PUCRS e Planetário da UFRGS, em Porto Alegre;
3) Museu Paraense Emilio Goeldi, em Belém;
4) Estação Ciência e Instituto Butantan, em São Paulo.
O segundo lugar de cada categoria receberá um kit “Biodiversidade” com dois livros, uma camiseta, três cadernos e um mouse pad. O terceiro lugar de cada categoria receberá um kit “Biodiversidade” com um livro, uma camiseta, um caderno e um mouse pad. Participe!
Esta é uma ótima oportunidade para aflorar os desenhistas que existem nos nossos alunos clubistas!
Informações: Museu da Vida/Casa de Oswaldo CruzFundação Oswaldo CruzAv. Brasil 4365ManguinhosCEP 21045-900 Rio de Janeiro RJ

5 de abril de 2010

Visita da ONG São Roque

Na tarde de sexta-feira, dia 26 de março, os alunos da ONG São Roque vieram a FURB visitar o Laboratório de Instrumentação para o Ensino - LIE. Os alunos tiveram uma curta palestra sobre Educação Ambiental, onde diversos pontos importantes do nosso meio ambiente foram abordados, como a preservação das matas e encostas.

Em seguida foi proposta uma atividade com os alunos, a chamada Mini-trilha. Em um mini bloco de anotações, as duplas formadas teriam que responder às perguntas que ali haviam, baseados na observação da trilha (entornos do campus).
Depois de completa a atividade, as duplas voltaram à sala de aula e assim foi realizado o encerramento. Para nós, bolsistas e acadêmicas do curso de Ciências Biológicas, foi extremamente gratificante escutar durante a palestra, as opiniões dos alunos, pois assim vimos que a conscientização ambiental de preservação está de fato dentro das escolas e com os alunos.


Agradecemos as professoras responsáveis e também aos alunos da ONG São Roque.



No primeiro momento, os alunos participaram de um debate sobre meio ambiente. Depois participaram de uma mini-trilha ao redor do campus.






29 de março de 2010

Quantidade de oxigênio no ar!

Você está careca de saber que o oxigênio é essencial para a vida da maioria dos seres vivos. Mas desconfia que esse gás representa uma parcela muito pequena do ar atmosférico? Com um experimento simples, você pode medir a quantidade de oxigênio presente no ar. Vamos tentar?
MATERIAIS:
um pote ou uma garrafa de vidro;
um pedaço pequeno de vela;
um prato fundo com água.
MODO DE FAZER:
Depois de encher o prato com água, peça a ajuda de um adulto para acender a vela e deixe que ela flutue na água. Então, cubra cuidadosamente a vela com o pote (ou a garrafa, ou até mesmo um copo) e solte. A vela irá continuar acesa durante alguns segundos e logo se apagará. Então, você verá que o nível de água dentro do pote (ou da garrafa) vai subir. Hããã?!
Como isso aconteceu?

O ar que respiramos é uma mistura de muitos gases, principalmente de um gás chamado nitrogênio e outro, oxigênio (que é tão importante para a nossa respiração). O fogo precisa do oxigênio para ocorrer. Na combustão, o oxigênio se combina com o combustível (no caso, a parafina da vela) formando outros dois compostos: água e um gás conhecido como gás carbônico. Já o nitrogênio continua lá, como se nada tivesse acontecido. E daí? Acontece que uma parte do oxigênio foi parar nessa água que foi criada com a combustão. Portanto, o novo gás, o gás carbônico, só ocupa uma parte do que era ocupado pelo ar. Com isso, a pressão dentro do copo diminui e entra mais água nele (empurrada pela pressão da atmosfera). Se todo o ar fosse composto de oxigênio, entraria muita água no copo. Mas como a atmosfera só tem um quinto de oxigênio (ou seja, quatro partes em cinco são de gás carbônico), apenas pouca água entra no copo.

Observação: para ver que a combustão dá origem à água, basta fazer um experimento parecido com este, mas sem colocar nada de água no prato. Quando você colocar o pote por cima da vela e esta apagar, verá que o pote ficará embaçado. É justamente a água criada na combustão!
Esta atividade pode ser encontrada no site da Revista Ciência Hoje das Crianças

26 de março de 2010

As Estações do Ano!

Com a entrada do outono, conhecida como a estação em que caem as folhas, vamos postar hoje uma atividade que explica como funciona os movimentos de translação que fazem acontecer as diferentes estações do ano. Para trabalhar essa atividade, pode ser feito um levantamento das características de cada estação no nosso país. Também podem ser dados exemplos que relacionem as épocas certas para o plantio de frutas, grãos e verduras, afinal o movimento de translação da Terra, imprime nos seres vivos ritmos não diários, mas anuais.

Esta atividade foi retirada do livro EUREKA! Práticas de Ciências para o Ensino Fundamental; Alexandre Brandão Grosso; Cortez, 2006

MATERIAIS:
Lanterna;
Globo terrestre.

PROCEDIMENTO:
Depois de introduzir os alunos no contexto "Estações do Ano", acenda a lanterna vá deslocando o globo ao seu redor. Cuidado para que o globo mantenha sua inclinação, pois assim os alunos poderão perceber que, conforme a Terra varia de posição, os hemisférios vão recebendo maior ou menor quantidade de luz. Invernos com noites longas implicam menos luz recebida e vice-versa. Atentar para que, quanto mais próximo dos pólos, maior é essa diferença entre dia e noite.




Translação: movimento de um corpo em que todas as partículas têm em cada instante a mesma velocidade e esta mantém uma direção constante; movimento da Terra em torno de Sol.


Convite para o Clube de Ciências

Boa tarde!

A EBM Profº Mario Bonessi, da cidade de Indaial, confeccionou um convite para chamar seus alunos para participar do Clube de Ciências.
Com a criatividade, o convite além de muito explicativo, ficou claro e bonito. Com certeza deixando os alunos interessados á participar. Fica a dica para todos, a montagem de um super convite para participação no Clube de Ciências da escola.
Abaixo segue o convite

12 de março de 2010

Clubes de Ciências nas Escolas Municipais de Indaial

Na tarde desta quarta-feira, 10 de março, o Projeto: “Clubes de Ciências: Incentivo à Iniciação Científica e Técnica” teve o grande prazer de somar aos Clubes de Ciências de Blumenau, os mais novos Clubes de Ciências da cidade de Indaial, oferecendo para os professores coordenadores um curso de formação.
Em uma reunião realizada na Secretaria Municipal de Educação da cidade, foi decidido que seis escolas participarão do Projeto por possuírem espaço físico para a realização dos encontros. Os Clubes receberão nosso apoio técnico necessário para desenvolver as suas atividades.
Por isso, desejamos Boas Vindas à nossa nova equipe!


Imagem: LIE-2010

8 de março de 2010

SUCATA + ROBÓTICA sem computador!

Robôs que levantam objetos ou que andam sozinhos, como não se impressionar com o sofisticado mundo da robótica? Mas será que por ser tão sofisticado está fora do alcance dos nossos alunos e professores?
Com certeza não, como traz a reportagem da Revista Nova Escola muitas instituições usam sucata e peças de brinquedo para apresentar o tema aos seus alunos e assim conseguem ótimos resultados.
Para o Ensino Fundamental, e principalmente os Clubes de Ciências este é um ótimo assunto para ser trabalhada a ciência, pois exige os passos da iniciação científica e trata de conteúdos como as máquinas, mecânica, movimento e energia.
O pesquisador da Sangari Brasil, empresa que desenvolve projetos para o ensino de Ciências, Cristian Annunciato afirma “Quando a finalidade é apenas a manipulação dos robôs, o equipamento vira brinquedo. O tempo gasto em aula com a montagem do maquinário tem de ser o menor possível e deve estar a serviço do aprendizado".


Abaixo seguem alguns modelos que podem ser feitos no Clube de Ciências

Carro movido a bexiga
Material necessário: bexiga, mangueira ou canudo dobrável, papelão, conjuntos com rodas e eixos, estilete ou arco de serra, tubos redondos de canetas e fita adesiva.


1 Prenda eixos e rodas no pedaço de papelão. Tome o cuidado de deixar o conjunto rodar livremente, colocando-o dentro de um tubo de caneta.





2 Com a fita adesiva, prenda a bexiga na ponta de um canudo dobrável. Se quiser, use mais de um desses conjuntos para obter mais velocidade.





3 Fixe o conjunto na parte de cima do carro. Não se esqueça de deixar uma ponta do canudo para fora do papelão para poder encher a bexiga.




4 Por fim, dobre a ponta do canudo para cima, de maneira que a bexiga não toque o chão enquanto o carro se movimenta.





Carro movido a ratoeira
Material necessário: carrinho de plástico, chave de fenda, ratoeira, palito de madeira, arame, barbante e parafusos com porcas.



1 Escolha um carrinho de plástico com uma carroceria de ao menos 10 centímetros. Com a chave de fenda, faça dois buracos para fixar a ratoeira.



2 Usando parafusos com porca, prenda a ratoeira em cima do carro. Preste atenção para que o sistema de mola fique na parte traseira.





3 Com arame e alicate, fixe o palito de madeira ao sistema de mola. Prepare o próximo passo, cortando um pedaço de barbante com 50 centímetros.





4 Enrole o barbante, girando o eixo no sentido anti-horário, deixando a mola sob tensão. O carro vai se movimentar por fricção, desenrolando o fio.



Triciclo com motor elétrico
Material necessário: motor elétrico (de brinquedos, escovas de dente elétricas, drives de CD ou DVD), bateria de 9 V com clipe, roda de autorama ou aeromodelismo, conjunto de roda e eixo, cola quente, grafite nº 2 e papelão.


1 Recorte um pedaço de papelão em formato de trapézio. Prenda o conjunto de roda e eixo na parte traseira, como no exemplo da bexiga.






2 Faça um recorte na parte da frente para a roda girar livremente. Com cola quente, fixe-a ao eixo do motor. Grude o conjunto ao papelão.




3 Ligue o clipe com a bateria ao motor. Se ele girar no sentido contrário ao do movimento desejado, inverta as ligações.





4 Introduza o grafite entre a bateria e o motor. Deixe um dos fios livres para passear pelo grafite, regulando a velocidade do carrinho.





Sugestão: Para tratar sobre a ética da robótica, assunto bastante polêmico, os professores podem levar, antes de iniciar as atividades práticas, o filme "Eu Robô" com o ator Will Smith.


FONTE: Revista Nova Escola