21 de setembro de 2016

Pulmão artificial caseiro

Já pensou em como deixar suas aulas de sistema respiratório bem mais divertidas?
Com um pulmão, é lógico! Mas não de verdade, é claro!
Por isso trouxemos esse pulmão artificial caseiro super fácil que dá até pra fazer com os alunos.

 Você vai precisar de:
– Uma garrafa PET
– Bexigas
– Um cano de plástico
– Arame
– Elásticos
– Fita adesiva (de boa qualidade)
Antes de tudo, encha a bexiga, prenda com um pregador e deixe por um tempo. Assim, você vai afrouxá-las. Agora, é partir pro experimento! Você deve cortar o caninho plástico em dois pedaços: um de 10 cm e outro de 15 cm. Esses serão os nossos dutos por onde o ar vai passar. No pedaço de 10 cm, faça um furo para colocar a mangueira de 15cm. Vede tudo com cola quente (crianças, peçam ajuda a um adulto!).
O próximo passo é colocar o arame por dentro do cano e transformá-lo em um Y. Aproveite e faça um furo na tampinha da garrafa. Prenda bem uma bexiga em cada lado com os elásticos.
O nosso pulmão está quase pronto. Agora é hora de fazer a caixa toráxica: para isso, vamos usar a garrafa PET. Corte a parte de baixo da garrafa PET, de maneira que ao colocarmos o cano com as bexigas elas não fiquem pra fora. Depois, pra reforçar a parte de baixo da garrafa, que é muito mole, corte o arame e faça um círculo com ele. Depois, prenda-o na parte de baixo da garrafa com a fita adesiva.
Hora de juntar as partes: coloque o pulmão por dentro da garrafa e coloque a tampinha. Depois, é partir pra fechar a garrafa por baixo. Pra isso, você deve pegar uma bexiga (já afrouxada) e cortar a parte de baixo dela. Estique, prenda na garrafa e reforce com fita adesiva. Depois disso tudo, é hora de ver o pulmão funcionando! Puxe a bexiga que está embaixo e veja a mágica acontecer!


14 de setembro de 2016

Conheça o Instituto Passarinhar!

Fundada pelo ornitólogo Sandro Von Matter, "Passarinhar" é uma iniciativa sem fins lucrativos de atuação global dedicada a capacitar pessoas para tornar este um mundo melhor para todos os seres vivos.

Buscamos levar a "essência" da prática de observação de aves até onde nenhum observador de aves jamais foi, compartilhar o amor por esta atividade com todas as pessoas gratuitamente sem distinção de origem, credo ou classe social.

Integrando curiosos, observadores de aves e cientistas em prol da conservação das aves.

Conheça o site do Instituto Passarinhar

8 de setembro de 2016

Que o nosso espaço gere aprendizado!

Umas das maneiras de deixar o espaço de um clube, ou até mesmo da sala de aula, mais divertido é fazer desse espaço um aprendizado. Isso é possível através da construção de um espaço educativo e interativo que pode ser construído junto com os clubistas. A principal finalidade de um espaço desses é fazer com que o clubista se sinta dentro da ciência, parte do espaço, este capaz de transferir um aprendizado.
Confira algumas imagens para a realização dessa ideia:

ideias de decoraçao para jardins de infancia - Pesquisa do Google:

coisas miúdas: FEIRA DE CIÊNCIAS AR E ÁGUA:

Growing Plants:

Comparte... Hay un mundo oculto detrás de lo que está a la vista de todos. Para todos nosotros. Dan Brown Semanas de desesperación, angustia, dolor, miedo, coraje, vergüenza, es lo que ha vivido el país por la muerte de los normalistas de Ayotizinapa y la desaparición de 43 de ellos. Un país que se cae…Educación Primaria:

Playground com reciclagem de pneus | Pra Gente Miúda:

Boa ideia para representar alguns sistemas do corpo humano:

30 Maneiras geniais de reutilizar garrafas de plástico! Úteis e super criativas…:

Dentadura con material reciclado para enseñar el correcto cepillado y la higiene dental:

Brinquedos Feitos com Sucatas:






1 de setembro de 2016

Batalha Naval com Tabela Periódica


Resultado de imagem para batalha naval tabela periodica

Nos EUA, Karyn Tripp, resolveu inovar o jogo batalha naval usando como tabuleiro uma tabela periódica.
Uma maneira super divertida de aprender sobre os elementos da tabela brincando. E por que não, trazer para nossos clubes?

Para jogar esse batalha química, precisaremos de 4 tabelas periódicas, de preferência bem coloridas.
As regras são simples: cada jogador irá marcar, na tabela de baixo, onde haverá seus navios, sendo eles de 2, 3, 4 e 5 elementos da tabela periódica, na tabela de cima é onde irá a marcação de onde poderá estar os "navios" inimigos.
Um jogo que fará com que a familiarização com a tabela periódica e seus elementos seja bem mais fácil, simples e divertida.

Abaixo uma demonstração do jogo colocada no canal de Karyn:



Para melhor conservação da tabela é importante a sua plastificação, que assim ela poderá ser utilizada várias vezes! 

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25 de agosto de 2016

O Barato do Clube de Ciências

Eunice Gavioli e os alunos, que construíram a maquete de um foguete: projeto para colonizar Marte deu origem ao clube da Escola Moppe, de São José dos Campos. Foto: Gustavo Lourenção
Eunice Gavioli e os alunos, que construíram a maquete de um foguete: projeto para colonizar Marte deu origem ao clube da Escola Moppe, de São José dos Campos. Foto: Gustavo Lourenção
Durante as décadas de 1960 e 1970, muitas escolas brasileiras montaram clubes de Ciências. Na época os professores estavam preocupados em mudar o ensino da disciplina para atender aos rápidos avanços tecnológicos. "O objetivo era formar pequenos cientistas e a ênfase era o trabalho no laboratório", lembra-se o professor Ivan Amorosino do Amaral, do grupo Formar Ciência, da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas.

De lá para cá a realidade mudou muito — e os clubes de Ciências também. Hoje o que importa é relacionar os conteúdos ao cotidiano dos estudantes e às outras áreas do conhecimento. Assim funciona o clube da Escola Moppe, de São José dos Campos (SP). Lá o laboratório não é o centro das atenções. Mais vale estimular a criatividade, envolvendo professores de várias áreas, alunos e familiares dispostos a levar para a sala de aula um pouco de sua experiência de vida. "O ideal é que a iniciativa esteja prevista no projeto pedagógico, contendo objetivos, metodologia, cronograma e recursos necessários", acrescenta Jorge Machado, da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Pará.

Se você se interessou pela idéia, não hesite em pedir ajuda. Há centros de estudo com os quais você pode se corresponder e pedir sugestões (veja indicações no final desta reportagem).

A escola vai a Marte 
São José dos Campos, no interior de São Paulo, é a capital científica do Brasil. Na cidade funcionam o Instituto Tecnológico de Aeronáutica, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, a Embraer e outras empresas nas quais a tecnologia de ponta é marca. Esse ambiente privilegiado acabou "contaminando" a Escola Moppe, que há cinco anos mantém um clube de Ciências.

Os fundadores são alunos, professores e pais, como Carlos Alexandre Wuensche, cientista como vários outros. Todos se reuniram em torno do projeto Colonizando Marte. Na época, a Nasa, agência espacial norte-americana, desenvolvia programas de exploração do planeta vermelho.

A possibilidade de mesclar ficção e conhecimento seduziu um grupo de estudantes de 3ª a 8ª série. Como uma viagem tripulada a Marte é ainda pouco provável, o trabalho tinha tudo para não sair dos limites do laboratório — como nos antigos clubes de Ciências. Os aspectos humanos e sociais, no entanto, também foram privilegiados.
A garotada aprendeu conceitos científicos e matemáticos e avançou em discussões sobre a formação de uma nova sociedade. Quem seriam os primeiros a viajar para Marte? Quais deveriam ser as preocupações relativas à preservação do meio ambiente? Naturalmente apareceu a ligação com o cotidiano da turma. A coordenadora pedagógica Simone Estácio explica: "Os temas abordados fizeram os alunos pensar em como anda nossa sociedade aqui na Terra".

As atividades do Colonizando Marte duraram quase três anos. Divididos em cinco grupos, os alunos se embrenharam em conceitos matemáticos e científicos de ponta. A astronáutica entrou no cálculo da melhor data para o lançamento do foguete (por mais que ninguém tivesse a pretensão de viajar, de fato). As noções de empuxo foram aprendidas ao calibrar, em escala reduzida, a potência do propulsor do veículo. E vários conceitos de Biologia e Química entraram em cena para realizar a eletrólise da água (gerando oxigênio e hidrogênio). Por fim, todos tiveram noções de eletricidade com a montagem de um painel solar para fornecer energia à espaçonave.

Os resultados foram apresentados em feiras de Ciências na própria cidade e a Moppe acabou selecionada para as edições de 2000 e 2001 da SBPC Jovem, evento paralelo às reuniões anuais da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, realizadas em Brasília e Salvador.
Maquete da nave: projeto une conceitos científicos, matemáticos e humanos
Maquete da nave: projeto une conceitos científicos, matemáticos e humanos
Móbile: com o aparelho, se determina a melhor data para o início da viagem
Móbile: com o aparelho, se determina a melhor data para o início da viagem
Propulsor: na calibragem, noções de empuxo e do princípio de ação e reação
Propulsor: na calibragem, noções de empuxo e do princípio de ação e reação
Painel solar: a energia luminosa é transformada em energia elétrica
Painel solar: a energia luminosa é transformada em energia elétrica
Duas dicas 
Nem só os pais que trabalham em empresas de tecnologia são bem-vindos no clube de Ciências. Agricultores podem contribuir com informações para conhecer as plantas ou a composição química do solo. Metalúrgicos trazem sua experiência sobre o funcionamento de máquinas ou robótica.

Na hora de escolher os temas de estudo, o próprio ambiente em torno da escola é uma boa fonte de idéias. A transformação do lixo em adubo, por exemplo, pode virar um curso de Química.

Projetos variados 

Na Escola Moppe, o tecnicismo é evitado a todo custo nos projetos. O barato é criar situações que tenham ligação com a realidade da turma e sejam ao mesmo tempo curiosas e estimulantes. Confira aqui exemplos de como fazer do clube de Ciências um espaço de experimentação e diversão.

1. Enquanto descobriam o poder dos ventos como forma de energia alternativa, os sócios do clube construíram um carro movido a vela.

2. Para estudar formas alternativas de transporte, os alunos montaram o protótipo de um veículo flutuante (em inglês, hovercraft). 
3. Uma estação meteorológica (fotos) está sendo construída na escola. "Queremos mostrar a relação entre as ações do homem na natureza e o clima", diz Eunice Gavioli, que coordena o grupo.
Pluviômetro: indica a intensidade da chuva
Pluviômetro: indica a intensidade da chuva
Biruta: determina a direção dos ventos
Biruta: determina a direção dos ventos
Barômetro: mede a pressão atmosférica
Barômetro: mede a pressão atmosférica
Como montar um clube 

Geralmente o clube de Ciências funciona em horários alternativos e reúne estudantes de várias classes. Temas de estudo precisam ser claramente definidos para que os interessados se habilitem. Por mais informal que seja o clube, é bom manter um mínimo de organização. Uma ficha de inscrição dá conta do "quadro social". As atividades devem ser abertas a todos, mas recomenda-se a divisão por grupos: 1ª a 4ª série e 5ª a 8ª. "No nosso primeiro ano as crianças trabalhavam todas juntas e logo percebemos que as expectativas são diferentes", relata a professora Eunice Gavioli, da Escola Moppe, em São José dos Campos. "As mais novas têm menos paciência, querem projetos de resposta mais rápida." O ideal é que os conteúdos não sejam completamente independentes do que é ensinado em sala de aula, o que pode significar alguma adaptação do currículo. "A simples discussão de um novo projeto gera um tititi muito saudável na turma toda", garante Eunice. Ou seja, é uma boa chance de estimular a troca de informação entre os sócios do clube e os demais colegas.

Mito 

Para montar um clube de Ciências, a escola precisa ter um bom laboratório, certo? Errado. Durante anos essa foi uma crença difundida. A realidade mostra que ela não é verdadeira. De que adianta ter equipamentos e não relacionar os conteúdos aos temas do cotidiano? Por isso, o que realmente importa é o foco na criação de projetos que interessem aos alunos.

O professor Jorge Machado classifica esse trabalho de educação científica. "Ao montar um clube, tome como base o trinômio ciência-tecnologia-sociedade. Não faz diferença ter acesso a um laboratório, porque as questões científicas não estão isoladas do contexto social, político e econômico dos estudantes." Ou seja, muito mais importantes do que a infra-estrutura são os objetivos de uma atividade como essa.

Fonte: Nova escola

17 de agosto de 2016

Rede Internacional de Clubes de Ciência!

Você já faz parte da RICC?

O portal Rede Internacional de Clubes de Ciências reúne e comunica experiências em Clubes de Ciências que acontecem em escolas. É um canal para produzir e compartilhar práticas inovadoras de ensino e pesquisa em contextos de Educação Científica na América Latina.  São nossos parceiros, estudantes, professores e outros profissionais da educação que possuem interesse em formar um coletivo em prol desses espaços de ensino de ciências na escola. 


12 de agosto de 2016

Uma lâmpada caseira!

Vamos fazer uma lâmpada caseira?

Materiais:

  • 1 copinho de isopor 
  • 2 jacarezinhos
  • Fita
  • Grafite 0.5
  • 8 pilhas D
  • Béquer grande 

Confira o vídeo do passo a passo dessa experiência que foi feita na E.B.M Machado de Assis, em Blumenau.



Essa é uma experiência simples e muito interessante, já que podemos entender mais ou menos como uma lâmpada funciona!

2 de março de 2015

Clubes de Ciências de Blumenau na 8ª MIPE



Em setembro de 2014 os clubes de ciências, Aventureiros do Conhecimento, Gatos do Mato, Girassol e Fritz Müller, participaram da 8ª Mostra Interna de Pesquisa, Ensino e Extensão
Os clubistas apresentaram os trabalhos realizados no primeiro semestre de 2014

Junto com os bolsistas do PIBID os clubistas reproduziram experiências e dinâmicas realizadas na escola

Durante a mostra os clubistas tiveram a oportunidade de explicar seus projetos para os professores e alunos da graduação

Todos puderam circular pelo evento para conhecer um pouco mais sobre o que é feito em outros subprojetos do PIBID FURB e pelos acadêmicos da universidade

Ao final da mostra cada clube foi premiado com dois exemplares do livro “A Magia da realidade” de Richard Dawkins