16 de dezembro de 2011

Planeta similar à Terra é descoberto e tem potencial para conter vida

Detecção foi feita por equipe de astrônomos norte-americanos.
Astro está localizado a 20 anos-luz de distância do Sol.


Um astro com apenas três vezes a massa da Terra foi detectado a 20 anos-luz, orbitando uma estrela da constelação de Libra conhecida como Gliese 581, uma anã vermelha. Astrônomos da Universidade da Califórnia e da Carnegie Institution de Washington afirmam que o planeta é o primeiro a apresentar potencial real para conter vida.

A descoberta foi divulgada nesta quarta-feira (29) pela Fundação Nacional de Ciência dos Estados Unidos. O astro, chamado Gliese 581g, fica em uma região na qual os astrônomos julgam que um planeta pode apresentar água líquida para formar oceanos, rios e lagos. No local, a distância da estrela permitiria um ambiente com clima ameno, nem tão frio, nem tão quente.

Terra similar
A ilustração mostra um formato possível para o exoplaneta que orbita a estrela Gliese 581, a apenas 20 anos-luz de distância da Terra. (Crédito: AP / Zina Deretsky / National Foundation of Science)

A órbita do planeta ao redor da estrela Gliese 581 dura pouco mais de um mês terrestre, com as possíveis estações de ano durando apenas dias.

Não é o primeiro planeta a ser descoberto na "zona habitável" da estrela. Em 2007, um outro exoplaneta, localizado próximo a mesma estrela, foi catalogado, também com potencial para ser conter vida.


Cientistas também estimam que a temperatura média na superfície varia de 31 a 12 graus Celsius negativos. A equipe também afirma que o planeta orbita com uma face sempre voltada à estrela, de forma similar a como a Lua sempre mostra uma face à Terra.


Nesse link, site da reportagem.

http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2010/09/planeta-com-tamanho-e-atmosfera-similares-terra-e-descoberto.html

6 de dezembro de 2011

O Manual do Mundo

O Clube de Ciências recomenda o site http://www.manualdomundo.com.br/ com muitos vídeos de experiências cientificas.

Brasil desenvolve tecnologia que elimina poluentes com energia solar

Pesquisadores da Unicamp (Universidade de Campinas) criaram uma nova tecnologia que utiliza energia solar para destruir os poluentes presentes na água. Para os realizadores do projeto, a alternativa é considerada sustentável, viável economicamente e altamente eficiente, além de representar uma solução adequada para as áreas mais carentes, não apenas do país, mas de todo o mundo.

O equipamento já está sendo patenteado para ser desenvolvido em escala industrial. Para produzi-lo a professora e pesquisadora da Unicamp, Cláudia Longo, e sua equipe, utilizaram energia solar e nanopartículas de dióxido de titânio (TiO2).

Segundo a pesquisadora, os resultados obtidos nos experimentos laboratoriais são promissores e indicam que o sistema pode ser melhorado e utilizado tanto para combater a poluição industrial quanto para dar melhores condições de vida à população.

A tecnologia é ainda considerada adequada para a etapa final do tratamento de efluentes industriais, porém “também poderá ser utilizada para a purificação da água consumida por pessoas que vivem em regiões sem acesso a saneamento básico”, aponta Cláudia.

Outra vantagem do sistema é a utilização de radiação solar, o que o torna autossuficiente do ponto de vista energético. O baixo custo e o fato de não ser poluente, não exigir adição de insumos e não gerar resíduos completam os benefícios da tecnologia.

Como funciona

Os pesquisadores desenvolveram um sistema que consiste na conexão de um eletrodo de TiO2 à células solares, o que resulta na combinação de duas aplicações da conversão da energia solar por meio de semicondutores.

Conforme explica Cláudia, a primeira aplicação resultante é a conversão em energia elétrica. A outra se refere à purificação da água. O diferencial do trabalho é a combinação das duas, o que torna o processo mais eficiente em relação às alternativas já existentes.

Com relação ao tratamento de efluentes disponíveis atualmente, a professora aponta algumas limitações, a exemplo dos custos elevados e o longo período necessário para a descontaminação.

A baixa eficácia para eliminar diversos poluentes orgânicos solúveis, tais como fenol, pesticidas, corantes e medicamentos, também é considerado um fator limitador. Isso porque esses poluentes persistentes permanecem no ambiente por longos períodos, já que não são biodegradáveis.

Segundo Cláudia, os testes em escala laboratorial mostraram resultados animadores com relação à utilização da nova tecnologia na eliminação desse tipo de substância da água. Foi observada a degradação de 78% do fenol após três horas sob irradiação solar, já após seis horas, mais de 90% do poluente foi mineralizado.

Saneamento sustentável

As pesquisas apontam que o novo sistema também possui um grande potencial para desinfecção de água contaminada por bactérias.

Com a possibilidade de ampliação dos testes e aperfeiçoamento do sistema, o trabalho pode ser aplicado na etapa final do tratamento de efluentes. O alvo principal serão as estações de tratamentos de efluentes de indústrias têxteis, de papel e celulose, petroquímicas e de agrotóxicos, como também as companhias de água e esgoto e estações de tratamento de efluentes em shoppin.

Nesse link, site da reportagem.

http://eco4planet.com/blog/2011/12/brasil-desenvolve-tecnologia-que-elimina-poluentes-com-energia-solar/

1 de dezembro de 2011

Microscópio caseiro com laser e seringa (experiência de física e biologia)

Nesse link, vídeo da experiência.

http://www.youtube.com/watch?v=7HAdiWkltvA&feature=player_embedded&noredirect=1#!

Uma das paredes da estação Edgware de metrô em Londres acaba de ficar mais ecofriendly. Nesta semana terminou a instalação de um jardim vertical na parede, cujo objetivo é impedir a circulação de poluentes típicos de zonas de muito trânsito. A parede tem 180 metros quadrados cobertos por diferentes plantas.

A parede está em estado de testes e serão avaliadas diversas plantas com folhas menores e diferentes hábitos, para só então se determinar aquela que é mais eficiente em termos ecológicos. A instalação foi feita em uma plataforma construída com material reciclado, que será monitorado todas as semanas para se avaliar a eficácia da absorção das plantas.

O projeto faz parte de uma série de resoluções para se resolver o problema da poluição na capital inglesa. Além de essa não ser a primeira parede verde em Londres, árvores estão sendo plantadas nas áreas mais carregadas da cidade e as pessoas estão sendo incentivadas a andar e pedalar mais.

Nesse link, site da reportagem.

http://eco4planet.com/blog/2011/11/parede-viva-em-londres-prende-a-poluicao/


Satélites do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) registraram uma nova alta de desmatamento na Amazônia, nas proximidades das hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau, em construção no rio Madeira. A movimentação das motosserras levou o Estado de Rondônia ao topo do ranking do desmatamento.

A informação foi divulgada hoje pelo instituto pouco antes de o Senado adiar em mais um dia a votação final da reforma do Código Florestal. À noite, o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) impediu a votação de um pedido de urgência para o projeto, que deverá entrar em pauta na quinta-feira. Uma nova concessão à produção de camarão em manguezais estava sendo acertada para garantir um acordo em plenário.

Segundo a negociação, a produção de pescado e crustáceos passará a ser considerada atividade de interesse social e, como tal, permitida em Áreas de Preservação Permanente. A produção de camarão foi um dos principais lobbies na reta final do debate sobre as regras de proteção das florestas e demais tipos de vegetação nativa.

O desmatamento de outubro é o segundo maior do ano na Amazônia, depois de abril, quando o governo lançou um gabinete de crise para conter o novo avanço sobre a floresta. O diretor de combate do desmatamento do Ministério do Meio Ambiente, Mauro Pires, disse que os 90 quilômetros de floresta que desapareceram em Porto Velho estavam na área de influência das hidrelétricas do Madeira. “O aquecimento da economia local por conta das usinas fez aumentar o preço das terras e o desmatamento”, disse.

Os satélites do Inpe registraram o corte de 385 quilômetros quadrados de floresta em outubro. Foram 132 quilômetros a mais do que no mês anterior. Neste ano, outubro só perde para abril, quando o desmatamento em áreas superiores a 25 hectares, detectado pelos satélites, alcançou 477 quilômetros quadrados.

A versão da reforma do Código Florestal que irá à votação provavelmente na quinta-feira não permite regularizar o desmatamento ilegal ocorrido depois de 22 de julho de 2008, data da primeira edição de decreto que regulamentava a lei de crimes ambientais. Mas o texto permite que proprietários de terras até 4 módulos fiscais (de 20 a 400 hectares, dependendo do município) não precisem recuperar a reserva legal, fatia do imóvel reservada à proteção da vegetação nativa, de 20% a 80%, de acordo com o bioma.

Esse ainda é um dos pontos mais criticados por ambientalistas, que levaram ao Palácio do Planalto hoje 1,5 milhão de assinaturas contrárias à anistia a desmatadores, a desproteção de áreas próximas a rios e a novos desmatamentos. Cerca de 200 crianças levaram balões verdes biodegradáveis para a manifestação. O ministro Gilberto Carvalho (Secretaria Geral) indicou que a presidente Dilma Rousseff honrará a palavra de vetar dispositivos que permitam o aumento do desmatamento.

Segundo avaliação da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a reforma do Código Florestal deve ser aprovada sem maior oposição no Senado. “O que gostaríamos de aprovar era a consolidação da produção em Áreas de Preservação Permanente, mas a recuperação parcial das APPs acabou se impondo”, disse Assuero Veronez, presidente da comissão de meio ambiente da CNA

Nesse link, site da reportagem.

http://eco4planet.com/blog/2011/11/desmatamento-tem-nova-alta-na-regiao-amazonica/

8 de novembro de 2011

Esqueça o concreto, esta ponte é feita de plástico reciclado!

E bota plástico nisso: 50 toneladas foram usadas. Tudo veio de garrafas e embalagens de sanduíches que foram misturadas para criar uma ponte de 27 metros sobre o rio Tweed, em Peebleshire, na Escócia.


Nesse link, site da reportagem.

http://eco4planet.com/blog/2011/10/esqueca-o-concreto-esta-ponte-e-feita-de-garrafas-pet/

Estudo do MPF aponta problemas legais e ambientais do Novo Código Florestal

Estudo do Ministério Público Federal (MPF) afirma que o projeto de lei do novo Código Florestal “apresenta diversas violações à Constituição da República, omissões” e “representa grave retrocesso na Política Nacional de Meio Ambiente, não trazendo aperfeiçoamentos relevantes”.

De acordo com o “Grupo de Trabalho Áreas de Preservação Permanente”, que reuniu oito procuradores da República e peritos do MPF na matéria, o novo projeto “aprofunda distorções e mergulhará o País em grande insegurança jurídica, por conta de ações diretas de inconstitucionalidade, ações civis públicas, descumprimento de compromissos internacionais, por exemplo, além dos gravíssimos e irreparáveis danos aos ecossistemas e recursos naturais”.

O iG teve acesso ao documento, intitulado “O Novo Código Florestal e a Atuação do Ministério Público Federal”, que refuta o “pseudo-dilema entre preservação ambiental e desenvolvimento socioeconômico em que se tem sustentado o discurso de defesa do projeto de lei”. O relatório tem 177 páginas e foi encaminhado nesta semana à Câmara de Deputados e ao Senado Federal, onde o projeto já foi aprovado em três comissões e recebe emendas.

Nesse link, site da reportagem.

http://eco4planet.com/blog/2011/10/estudo-do-mpf-aponta-problemas-legais-e-ambientais-do-novo-codigo-florestal/

26 de setembro de 2011

Bonsai solar carrega seu celular

Energia solar não dá em árvore, mas o designer francês Vivien Muller mudou esse conceito. Ele criou a Electree, uma árvore com painéis solares e entrada USB para você carregar seus gadgets.

A árvore conta com 27 painéis solares, que possibilitam encontrar luz vinda de todos os ângulos. Para passar a energia para os aparelhos ela conta com um adaptador para tomadas e uma porta USB. Com isso ela se torna capaz de carregar praticamente tudo que precisa ser carregado.

Ela tem 40 cm de altura e está em pré-venda no Ulule, mas só será fabricado se encontrar 400 compradores em 21 dias. Já existem 91 interessados, mesmo com o preço de €299.

Nesse link, site da reportagem.

http://eco4planet.uol.com.br/blog/2011/09/bonsai-solar-carrega-seu-celular/

15 de setembro de 2011

Caros professore e clubistas, nesse link, http://www.clubedoprofessor.com.br/feiradeciencias/ muitas mais atividades e curiosidades.

O ovo engarrafado

Material

Ovo cru.
Fósforos.
Frasco de vidro com boca larga.

Fotos:











Procedimento

1. Cozinhe um ovo durante quinze minutos. (é essencial que o ovo fique bem cozido)

2. Coloque três ou quatro fósforos acesos no interior do frasco de vidro.

3. Coloque o ovo descascado no gargalo do frasco. (o gargalo do frasco deve sustentar o ovo. No entanto, este deve ter um diâmetro próximo do diâmetro do ovo)

4. Observa o que acontece nos instantes imediatos. O ovo fica engarrafado.


O porquê?

. Os fósforos acesos ao serem jogados no frasco aquecem o ar que se encontrava no interior deste. Como já sabemos um gás quando é aquecido passa a ocupar um volume maior do que o inicial. Quando o gás arrefece contrai-se, passando a ocupar um volume inferior. A partir do momento em que colocamos o ovo no gargalo do frasco passamos a ter um sistema fechado. Ou seja, quando o gás inicia a sua contração, a pressão no interior do frasco baixa para níveis inferiores. Nesse instante, o ovo vai ser forçado a entrar no frasco para diminuir a diferença entre a pressão no exterior do frasco e no interior deste. Ou seja, o ovo vais ser obrigado a ocupar o espaço deixado pelo gás que se contrai à medida que a temperatura baixa. Com esta experiência já sabes como engarrafar um ovo cozido! Experimenta e divirta-se

Nesse link, site da atividade

http://cienciaemcasa.cienciaviva.pt/engarrafado.html

O super papel

Material

Papel (10 cm x 10 cm).
Garrafa de litro.
Água.

Fotos:







Procedimento

1. Enche a garrafa com água.

2. Coloca o papel no topo da garrafa.

3. Inverte rapidamente a garrafa. Podes verificar que a água permanece na garrafa devido à ação da folha de papel. Como explica isto?


O porquê?

Segundo a lei de Boyle, para uma quantidade de massa igual de gás à mesma temperatura, a pressão varia inversamente com o volume. Ao inverter a garrafa, o deslocamento da água para baixo faz com que o pouco ar contido no topo da garrafa sofra uma expansão reduzindo assim a sua pressão devido ao aumento de volume. Este redução de pressão e volume ajuda o papel a aguentar o peso da água. Para além de haver o efeito da redução da pressão existe igualmente o efeito da tensão superficial que impede que a água saia pelo espaço entre a garrafa e o papel. No site Ciência em Casa existem diversas experiências simples que te ajudam a entender estes dois termos científicos: Pressão e Tensão superficial. Não te esqueças, experimenta a ciência!


Nesse link, site da atividade.

http://cienciaemcasa.cienciaviva.pt/garrapapel.html



13 de setembro de 2011

Gato transgênico brilha no escuro para ajudar na pesquisa contra a AIDS

Não, isso não é um pokémon e também não é montagem. É ciência, ou melhor explicando: uma experiência de transgenia envolvendo genes de macaco e medusa em um gato.

Tudo isso para alcançar dois objetivos: o gato geneticamente modificado brilha e é imune a AIDS.

Claro, brilhar no escuro tem função cientifica. O gene que produz a Proteína Fluorescente Verde (retirado da água-viva Aequorea victoria) foi inserido ao lado do gene antiviral (encontrado no macaco-rhesus, o mesmo do fator Rh) para identificar as células onde estiver inserido.

O tal gene antiviral produz a proteína TRIMCyp, que faz as células T (presentes no sangue, combatendo infecções) resistirem ao vírus da AIDS em “uma ampla gama de espécies”, conforme diz o doutor Laurence Tiley da Universidade de Cambridge.

O Dr. Poeschia, líder da equipe responsável pela pesquisa na Clínica Mayo, acredita que a pesquisa ajudará bixanos e humanos:

Uma das melhores coisas sobre esta pesquisa biomédica é que ela tem como objetivo beneficiar tanto a saúde humana quanto a saúde felina. Se pudermos mostrar que o resultado pode proteger esses animais, ele nos dará muitas informações sobre como proteger humanos.

Os primeiros testes envolveram a exposição de células extraídas do gato ao vírus, e foram um sucesso. O próximo passo é injetar o vírus no pequeno Tabbies – o gato.

O uso de animais em pesquisas científicas é sempre controverso. Qual sua opinião?


Nesse link, site da reportagem.

http://eco4planet.uol.com.br/blog/2011/09/gato-transgenico-brilha-no-escuro-para-ajudar-na-pesquisa-contra-a-aids/

A solução para chuvas e enchentes? Uma arca flutuante e ecológica

Depois das enchentes que assolaram o Brasil, a Austrália e outros lugares, o que fazer para abrigar tantos desabrigados? O arquiteto russo Alexander Remizov tem uma ideia: a Arca, criada como parte de um programa de arquitetura de auxílio contra desastres – e que ele acredita ser o futuro da habitação.

Em cada uma delas, cabem 10.000 pessoas, em seus 14.000m². Seja na terra ou na água, a Arca pode ser montada rapidamente – em até quatro meses – e com custo relativamente baixo, a partir de estruturas pré-montadas. Ela seria o mais verde possível, com um gerador de energia eólica, painéis solares, e na versão aquática, usaria a energia térmica da água. E ela não seria revestida com vidro: em vez disso, a Arca usa uma película durável e autolimpante de ETFE (etiltetrafluoretileno), para aguentar as intempéries. [Gizmodo]


Nesse link, site da reportagem.

http://eco4planet.uol.com.br/blog/2011/01/a-solucao-para-chuvas-e-enchentes-uma-arca-flutuante-e-ecologica/

12 de setembro de 2011

Embalagens de suco se transformam em robô reciclado e garantem recorde mundial










Embalagens de refresco em pó (tang, nesse caso) se transformaram num robô no último sábado e tudo isso aconteceu em São Paulo para render um recorde mundial!

Na zona leste da capital paulista, no Parque do Carmo, foi erguido um colosso de 14 metros feito com embalagens usadas. Foram mais de um milhão de embalagens utilizadas no processo, todas recolhidas por crianças que participaram da ação “Brigadas Tang de Reciclagem”.

Depois da apresentação o robô foi desmontando e suas peças vão ser utilizadas para enfeitar o parque.


Nesse link, site da reportagem.

http://eco4planet.uol.com.br/blog/2011/09/embalagens-de-suco-se-transformam-em-robo-reciclado-e-garantem-recorde-mundial/

1 de setembro de 2011

Jovem de 13 anos melhora captação solar em até 50% usando Fibonacci.


Esboço do espiral de folhas com sequência de Fibonacci



Células solares são legais mas pouco eficientes. Aidan Dwyer, com apenas 13 anos, parece ter descoberto uma forma de melhorar isso em 50% e tudo começou com uma simples caminhada pela floresta.

Aidan medindo o padrão espiral

Aidan notou que as folhas das árvores seguiam um certo padrão de orientação e ângulo, e imaginou que isso se devia a uma organização otimizada para o aproveitamento dos raios solares, afinal, a seleção natural fez seu trabalho ao escolher as melhores.

O jovem começou então a fazer cálculos para tentar entender a sequência e deve ter se surpreendido, ou surpreendeu aos seus professores, quando notou que era nada menos que a sequência de Fibonacci, criada pelo matemático italiano Leonardo Pisano no século XIII, e que justamente é usado descrever diversos padrões encontrados na Natureza.


Nosso pequeno Aidan resolveu experimentar: com um número igual e células solares ele as montou de duas formas, uma do modo tradicional, e outra segundo a sequencia de Fibonacci que ele identificou nas árvores, em um padrão de espiral. Vamos aos resultados:

A disposição a lá árvore teve aproveitamento 20% superior ao tradicional, em média, e os resultados ficaram ainda mais interessantes em dezembro, no inverno do hemisfério norte, quando o Sol está mais baixo no céu – nessas circunstâncias a melhora foi de 50%, e ainda conseguiu coletar energia solar por mais tempo ao longo do dia.


Graças a sua descoberta o pequeno Aidan recebeu o prêmio de jovem naturalista do Museu Americano de História Natural (onde você pode ver todo o detalhamento do estudo) e está em vias de patentear o invento, o que pode ser bom para ele, afinal é justo que ganhe pela ideia, mas pode encarecer e dificultar a difusão do formato.

De toda forma, é um tanto vergonhoso para as empresas e estudiosos do setor verem um jovem de 13 anos conseguindo tamanha proeza, mas a sociedade agradece.



Estrutura tradicional versus posicionamento inspirado em árvores e sequencia de Fibonacci


Nesse link, site da reportagem.

http://eco4planet.uol.com.br/blog/2011/09/jovem-de-13-anos-melhora-captacao-de-energia-solar-em-ate-50-usando-fibonacci/

Com essas fotos concluo que insetos são mais bonitos quando vistos de perto



Mesmo você que acha os insetos feiosos e até nojentos vai adorar essa sessão de closes com ótimas cores dos nossos amigos pequeninos.

Thomas Shahan tira fotos de muitas espécies de animais pequenos, mas tem um fascínio a mais por aranhas (que não são insetos, fique claro), moscas e libélulas por conta das suas cores exóticas.


Com esses closes a gente consegue notar com detalhe todos os olhos de uma aranha e até os pelos minúsculos de uma mosca.

O fotógrafo lembra que nunca mata, maltrata ou imobiliza os animais. “Eu sempre tento fotografar em ambiente natural, ou pelo menos na rua. Ocasionalmente eu trago um artópode pra dentro de casa pra fazer umas imagens”.
Ele diz que até já colocou alguns em seu congelador, pra deixa-los mais lentos. Mas se arrependeu ao ver que eles acabaram morrendo.
Pra você que quer se aventurar ele dá a dica “Sair para a rua, se divertir procurando insetos e tirar o maior número de fotos possível” e avisa que não é necessário um equipamento profissional “Você pode fazer muito com pouca coisa”.

Via Folha / Muitas outras fotos na galeria do Thomas



Nesse link, site da reportagem.

http://eco4planet.uol.com.br/blog/2011/02/com-essas-fotos-concluo-que-insetos-sao-mais-bonitos-quando-vistos-de-perto/


Brotamento de batatas e os fatores abióticos (7° ano)


Objetivo

Raras vezes a reprodução vegetativa da batata por fragmentação do tubérculo é imediata, sendo este um processo complexo que resulta de interações ambientais e de informações genéticas. Os fatores ambientais, tais como a umidade, a temperatura, a luz e a oxigenação, são essenciais para o sucesso da reprodução vegetativa. Este experimento permite observar a influência de alguns fatores ambientais, como a temperatura, a luz e a umidade, no brotamento das batatas.

Material

  • Algodão
  • 8 placas de Petri
  • Água da torneira
  • Borrifador
  • Estufa
  • Refrigerador
  • Batatas

Procedimento I

Fator Abiótico: Temperatura (T)

1- Identificar 3 placas de Petri com a seguinte nomenclatura: T1, T2 e T3.
2- Cobrir o fundo de cada placa com algodão e colocar sobre este uma batata em pedaços.
3- Utilizar o borrifador para umedecer o algodão.
4- Colocar a placa T1 no refrigerador a cerca de 4ºC.
5- Colocar a placa T2 a uma temperatura ambiente de cerca 18º C.
6- Colocar a placa T3 na estufa a uma temperatura de 32º C.
7- Observar regularmente as batatas durante cerca de duas semanas, mantendo sempre umedecido o algodão.
8- Registrar as observações.

Procedimento II

Fator Abiótico: Luz (L)

1. Identificar duas placas de Petri com a seguinte nomenclatura: L1 e L2.
2. Cobrir o fundo da caixa com algodão e colocar sobre este uma batata sem gomos.
3. Utilizar o frasco de esguicho para umedecer o algodão.
4. Colocar a placa L1 às escuras e a placa L2 em presença de luz.
5. Observar regularmente as batatas, durante cerca de duas semanas, mantendo sempre umedecido o algodão.
6. Registrar as observações.

Procedimento III

Fator Abiótico: Umidade (H)

1. Identificar três placas de Petri com a seguinte nomenclatura: H1, H2 e H3.
2. Cobrir o fundo de cada caixa com algodão e colocar sobre este uma batata inteira.
3. Utilizar a frasco de esguicho para umedecer o algodão da placa H1 sem que este fique ensopado.
4. Umedecer o algodão da placa H2 de forma a que a batata fique parcialmente coberta de água.
5. O algodão da caixa H3 não deve ser umedecido.
6. Colocar as três placas às escuras.
7. Observar regularmente as batatas, durante cerca de duas semanas, mantendo sempre as mesmas características de umidade do algodão em cada placa.
8. Registrar as observações.

Questões para discussão

a) Elaborar o relatório da atividade com as conclusões dos experimentos mais uma discussão.


Nesse link, site da atividade.
http://www.pedagogia.com.br/atividade.php?id=34

Preparação de um solo agrícola (6° ano)


Objetivo

Existem vários tipos de solo, conforme varia a proporção entre os componentes, isto é:

1. Solo argiloso: é aquele que contém mais de 30% de argila, que você já conhece como "barro". (Você poderá reconhecê-lo molhando um punhado de terra. Se esta se transformar em uma pasta grudenta é porque o solo é argiloso).

2. Solo Arenoso: é aquele que contém mais de 70% de areia.

3. Solo Calcário: é aquele que contém mais de 30% de calcário.

4. Solo Humífero: é aquele que contém mais de 10% de húmus.

5. Solo Agrícola: apresenta a seguinte composição: 60 - 70% de areia; 20 - 30% de argila; 5 - 6% de calcário e 10 - 30% de húmus.

Qual será o melhor solo para o desenvolvimento da agricultura? Vamos testar!

Material

  • Cada equipe de alunos deve trazer 5 latas do tamanho da de leite condensado, furadas em baixo;
  • Jornal velho;
  • 1 copinho de café medidor;
  • 1 saco plástico;
  • Areia;
  • Argila;
  • Calcário;
  • Húmus (terra vegetal);
  • Feijão;
  • Palito de sorvete;
  • Água.

Procedimento

1. Forre a carteira com folhas de jornal.

2. Coloque em um saco plástico - 6 copinhos de areia, 2 copinhos de argila, 1/2 copinho com calcário e1 1/2 copinho marrom com terra vegetal e misture bem.
Obs: cada copinho deve conter 10% do volume total da latinha

3. Coloque o solo preparado em uma das latinhas e identifique como solo agrícola.

4. Use uma régua e marque uma altura de 2 cm no palito de sorvete. Com este palito faça um buraco com a profundidade dos 2 cm marcados para plantar o feijão.

5. Agora o professor deve preparar mais 4 latas com os seguintes conteúdos:

1) Argila + água
2) Areia + água
3) Calcário + água
4) Húmus + água

  • Plante 2 sementes de feijão em cada uma das latas. As 2 sementes devem ficar afastadas uma da outra. A profundidade é 2 cm.
  • Coloque todas as latas da classe na caixa de papelão, a qual deve ficar em um lugar claro e arejado.
  • Regue todos os dias, com igual quantidade de água em cada lata, e observe freqüentemente.
  • Passados alguns dias, observe atentamente.
  • Retire a plantinha mais fraca, deixando só 1 em cada lata.
  • Passadas algumas semanas (melhor, 1 semana após a queda dos cotilédones), compare novamente as plantas.

Questões para discussão

a) Qual é o melhor solo para a agricultura? Por quê?




Nesse link, site da atividade.

http://www.pedagogia.com.br/atividade.php?id=33

África do Sul quer parar caça a rinoceronte da maneira mais estranha possível


Rinocerontes são queridos por todos, mesmo não sendo o mais simpático dos animais africanos. Porém, por conta dos seus chifres, ele acaba se tornando uma preza valiosa, principalmente na África do Sul. Então qual seria a medida lógica a ser tomada? Proibir a caça, é claro. Mas não é isso que o governo local está propondo: eles querem arrancar os chifres dos animais.

Só em 2011 já foram 279 animais abatidos pela caça, sendo que existem pouco mais de 2.200 rinocerontes negros e 18.800 brancos no país. Em declaração ao jornal “Times Live”, a ministra do Meio Ambiente da África do Sul, Edna Molewa, diz que o governo vai consultar especialistas e veterinários antes de tomar qualquer atitude. Também está sendo discutida a criação de uma nova moratória para as licenças de caça.


As autoridades de conservação das províncias emitem permissões para a caça esportiva, mas o desafio é conter o abuso que indivíduos sem escrúpulos cometem. Esta situação e a caça furtiva poderiam ameaçar a sobrevivência dos rinocerontes em seu entorno no futuro.


A vontade de ajudar os animais é louvável, mas eu acredito que existam propostas muito mais aceitáveis e eficientes do que arrancar os chifres dos animais.


Nesse link, site da reportagem

http://eco4planet.uol.com.br/blog/2011/08/africa-do-sul-quer-parar-caca-a-rinoceronte-da-maneira-mais-estranha-possivel/

31 de agosto de 2011

Digestão em vidro (8° ano)


Objetivo

Nesta experiência, iremos simular aquilo que realmente acontece no estômago durante o processo da digestão. Sabemos que a clara do ovo é uma proteína e é no estômago que as proteínas começam a ser digeridas.

A enzima existente no estômago é a pepsina; ela só age no meio ácido, por isso utilizaremos ácido clorídrico. O alimento que ingerimos leva em torno de 6 a 8 horas para ser digerido, e de 12 a 24 horas para que se elimine, através das fezes, o que não foi aproveitado.

Material

  • 4 tubos de ensaio;
  • 1 estante para tubos de ensaio;
  • 1 vidro conta gotas para ácido clorídrico 0,1 mol/L;
  • 1 copinho dosador;
  • solução de pepsina;
  • clara de ovo cozida (deve ser trazida de casa);
  • água;
  • 1 proveta.

Procedimento

1. Preparar 4 tubos de ensaio da seguinte maneira:
2. Numerar os tubos de 1 a 4.

  • Tubo 1: um pedaço de clara de ovo cozido + 6 ml de água.
  • Tubo 2: um pedaço de clara de ovo cozido + 6 ml de ácido clorídrico.
  • Tubo 3: um pedaço de clara de ovo cozido+ 2 ml de água + 4 ml de pepsina.
  • Tubo 4: um pedaço de clara de ovo cozido + 2 ml de ácido clorídrico + 4 ml de pepsina.

3. Deixe 24 horas e observe os 4 tubos.

Questões para discussão

a) Em qual deles a proteína (clara de ovo) foi digerida?
b) Por quê?

Nesse link, site da atividade.
http://www.pedagogia.com.br/atividade.php?id=35

O ar




A Terra é envolvida por uma camada de ar chamada atmosfera. O ar é uma mistura de gases; o oxigênio é um desses gases.

Sem o ar as pessoas, os animais e as plantas não poderiam respirar.

O ar também contém gás carbônico. Sem ele, as plantas não podem produzir seu alimento.

O ar puro não tem cheiro e é quase transparente, pois conseguimos enxergá-lo em grandes quantidades.

Vento

Também percebemos a existência do ar pelo vento, que é o ar em movimento.

Ao se movimentar o ar origina:

  • as brisas, que balançam as plantas e ainda nos refrescam;
  • os ventos fortes que sacodem as árvores e levantam poeira;
  • os vendavais que arrastam coisas e lugares por onde passam.

Texto complementar:

Todos sabem que o vento é o ar em movimento, mas movimento horizontal. O que poucos sabem é que o Sol é o grande responsável pela existência dos ventos.

O Sol esquenta a superfície da Terra. A Terra esquenta o ar que a rodeia, e o ar quente dilata-se, fica mais leve e sobe, deixando em seu lugar o ar mais pesado, mais frio. O ar quente que sobe esfria e volta à Terra, substituindo o ar quente.

Esse vaivém das massas de ar forma o vento. Para nossa proteção e para melhores condições de vida é necessário o estudo sobre os ventos.

Responda:

1) Como podemos perceber a existência do ar?

2) Como é o ar puro?

3) O que o ar contém?

4) O que é o vento?


Nesse link, site da atividade.

http://www.pedagogia.com.br/atividade.php?id=213




Rio Amazonas esconde um segredo: outro rio, embaixo dele.

O Rio Amazonas é o segundo mais extenso do mundo, ficando atrás apenas do Nilo, embora sua vazão seja mais de 40 vezes superior à do Rio africano. A novidade é que cientistas afirmam haver um segredo lá embaixo dele: outro rio.

Nada menos do que 4 km abaixo do Rio Amazonas, cientistas encontraram o que tem sido chamado de Rio Hamza, em homenagem ao líder do grupo. Enquanto o irmão de cima tem entre 1 e 100 km de largura, o de baixo varia de 200 a 400 km. Já a extensão é similar – nada mal.

A maior diferença está na velocidade: o Amazonas corre a cerca de 5 metros por segundo enquanto o Hamza, o gigante tartaruga das profundezas, se desloca um milímetro por hora.

Nesse link do site da reportagem
http://eco4planet.uol.com.br/blog/2011/08/rio-amazonas-esconde-um-segredo-outro-rio-embaixo-dele/

13 de junho de 2011


Olá professores e clubistas!

Foram lançados, recentemente, dois livros muito interessantes sobre o ensino de ciências. O primeiro é o livro de Ana Espinoza, intitulado “Ciências na Escola: novas perspectivas para a formação dos alunos”. Nesta obra a autora analisa o ensino de ciências, as aulas onde os professores oscilam entre as práticas clássicas e engessadas, às práticas mais inovadoras e atraentes para os estudantes, do ponto de vista da aprendizagem. A autora também oferece sugestões aos professores com relação às ideias que estimulem a participação, estimulando a aprendizagem, descoberta, os questionamentos, motivando o estudante à participação.

O segundo livro é do autor Rogério Nigro, com o título “Ciências: soluções para dez desafios do professor”. O autor apresenta sugestões de atividades para as aulas de ciências para os três primeiros anos do ensino fundamental, trabalhando temas como o meio ambiente, saúde bucal, noções de química e física, além de mencionar a importância do “fazer ciências” em sala de aula. O livro também possui ilustrações coloridas, com uma linguagem clara e direta, auxiliando o professor (a) do ensino fundamental dos anos iniciais nas atividades do seu dia-a-dia em sala de aula.

Imagens das capas dos livros “Ciências – Soluções para dez desafios do professor” do autor Rogério G. Nigro e o livro “Ciências na Escola – Novas perspectivas para a formação dos alunos” da autora Ana Espinoza (fonte: Google).

Como trabalhar com projetos

A Revista Nova Escola de abril de 2011 realizou uma reportagem intitulada “Tudo o que você sempre quis saber sobre projetos”, que foi solicitada por muitos leitores da revista, e trata-se de um tema que sempre gera dúvidas por parte dos professores.

Os projetos trazem a vida real para dentro da sala de aula ou do Clube de Ciências, envolvendo, assim, os alunos nas atividades e, dependendo do tema, podem se transformar na forma ideal de trabalho.

Imagem da capa da Revista Nova Escola de abril de 2011 (FONTE: Google).

Nesse link, encontrado no próprio site da Revista, http://revistaescola.abril.com.br/formacao/formacao-continuada/14-perguntas-respostas-projetos-didaticos-626646.shtml você encontra 14 perguntas e respostas sobre projetos, desde a sua definição até as etapas de desenvolvimento. Reportagem muito interssante, que pode tirar dúvidas e contribuir para a montagem de algum projeto em seu Clube de Ciências. Vale à pena conferir!

11 de abril de 2011

Explosão de Cores


Olá professores e clubistas!

Por que quando colocamos uma agulha ou uma moeda em cima da água, elas não afundam? Essas são algumas questões que a gente pode responder hoje

Hoje vamos falar sobre as cores, e sobre a tensão superficial!


Explosão de Cores

Material:

1 prato fundo

Um pouco de leite

Corantes de alimento (pelo menos duas cores diferentes)

1 palito de dente

Detergente de cozinha

Montagem:

Coloque um pouco de leite num prato fundo e deixe descansando alguns minutos para que o leite esteja sem se mover no prato. Importante: NÃO MISTURE OS CORANTES! Pegue um palito de dente e molhe a pontinha com um pouco de detergente para louças. Não é necessário colocar muito detergente, só coloque um pouco na ponta do palito. Retire o excesso (se ficar como uma gota).

Procedimentos:

Rapidamente, coloque o palito no meio de alguma mancha de tinta. Por exemplo, primeiro o palito foi colocado no meio da mancha amarela e o amarelo explodiu! Depois, colocamos o mesmo palito na mancha azul e ela explodiu!!! Com o mesmo palito, na mancha rosa, e assim por diante. Você pode, agora, "passear" com o palito através das cores! Elas se misturam de uma forma divertida, formando manchas coloridas que se misturam em ondas.

Observações:

Quando colocamos o corante na superfície do leite, eles não se misturara - cada corante formou uma mancha separada da outra. No momento que colocamos o palito de dente com um pouquinho de detergente dentro das manchas, elas pareciam explodir! Isso que vimos aqui foi um exemplo de como a tensão superficial age num líquido e como ela pode ser rompida pelo detergente.A tensão superficial acontece porque as moléculas de leite na superfície sofrem uma grande atração entre elas. No interior do líquido, todas as moléculas do leite sofrem essas mesmas forças de atração, mas em todas as direções. As moléculas de leite na superfície sofrem a atração apenas das moléculas na horizontal e das outras que estão abaixo, já que em cima tem apenas AR. Como o número de moléculas se atraindo é menor, existe uma "compensação": uma força maior de atração acontece na superfície, formando quase uma "pele" acima do leite.

É a chamada TENSÃO SUPERFICIAL. O detergente consegue ROMPER a tensão superficial e as cores explodem! E depois se misturam formando padrões de cores incríveis quando você movimenta o palito. Se você tentar misturar os corantes movimentando um palito sem detergente, também será possível ver padrões interessantes, mas não serão tão bem misturados como da forma que fizemos aqui.


Imagem retirada do Google


Se vocês colocarem “explosão de cores” no youtube, iram achar vários vídeos de experiências semelhantes a essa, com várias explosões de cores.

15 de março de 2011

Site com Lâminas interativas

Olá professores e clubistas!

Algumas escolas não possuem condições de ter seu próprio microscópio, porém a maioria das escolas possui computadores e acesso a internet, facilitando muitas vezes o trabalho dos professores e ajudando a enriquecer o conhecimento dos alunos.

O MEC (Ministério da Educação) possui um site denominado Objetos Educacionais (http://objetoseducacionais2.mec.gov.br) que possui várias idéias de aulas e trabalhos a serem realizado com os alunos. Nele encontramos um link chamado “Microscópio Virtual” que possui fotos de algumas células de sustentação e revestimento, onde ao iniciar o microscópio você encontra uma caixa com as lâminas virtuais e ao colocar o mouse em cima das lâminas o site mostra um resumo sobre o corte, à qual animal este corte pertence e também qual órgão desse animal observamos nessa mesma lâmina.
Ao selecionar uma das lâminas, o próprio site mostra alguns pontos interessantes neste corte e logo abaixo ele faz uma descrição da parte indicada, ambas na parte esquerda do site, e na parte direita você consegue dar zoom na imagem (zoom digital ou óptico), além de consegue se deslocar pela lâmina para enxergar melhor qualquer uma das partes da mesma.

Link muito bacana para despertar a curiosidade dos alunos e para tornar visual o que muitas vezes eles não conseguem imaginar ou transformar para a realidade.


Link: Microscópio Virtual

Tsunamis

Tsunamis

De uns anos pra cá, percebemos a força e o tamanho da destruição que as águas podem causar ao nosso planeta, como o que aconteceu com o Japão semana passada, um Tsumanmi que arrasou o país.

Mas, o que são os Tsunamis? Como eles se formam?

O tsunami é uma onda gigante que vem do mar e pode atingir vários metros de altura, destruindo tudo que estiver em seu caminho. A força dele está na velocidade em que a água adquire ao atingir o continente podendo deixar casa prédios e casa em pedaços.

E o que gera um tsunami?
De uma maneira simplificada, normalmente um tsunami é gerado por causa de um abalo sísmico que acontece no fundo do oceano, devido à movimentação das placas tectônicas. As placas de movimentam e essa movimentação deslocam milhares de quilômetros cúbicos de água, que movimenta as águas do oceano. Assim, formam-se ondas que começam a se mover através do oceano, para longe do epicentro do "terremoto subaquático" e conforme essas ondas atingem áreas mais "rasas" do oceano (próximas ao continente), elas perdem velocidade, mas ganham altura. E por isso têm um efeito devastador sobre cidades costeiras nas regiões que atingem.


Imagem do Blog Estação Ciência


Esse tema pode ser abordado de várias formas com os alunos, uma dela seria passar o conceito como placas tectônicas, como elas agem, como elas trabalham, porque elas fazem esses movimentos, e outro ponto interessante é trabalhar com eles algo sobre a realidade da sociedade, que isso está acontecendo no Japão, mas afeta indiretamente todo o mundo, e nos também não estamos livres de acontecer algo parecido ou até mesmo pior no Brasil.

Reportagem tirada do Blog da Estação Ciências da USP

( http://www.eciencia.usp.br/blog/ )