17 de agosto de 2012


O nome científico é Pteropus vampyrus e se você não é um amante de morcegos, provavelmente vai se assustar muito com as raposas voadoras: os maiores morcegos do mundo. Pertencentes à subordem Megachiroptera e a família Pteropodidae, esses morcegos que vivem nos trópicos e subtrópicos da Ásia, Austrália, Indonésia e Ilhas do Oeste da África podem ter uma envergadura de asa de 1,5 metros fazendo com que sejam tão bonitos quanto assustadores.
O apelido de raposa voadora não é à toa, pois a cara do bicho é muito parecida com a de uma raposa. Esses animais apesar do tamanho, são muito sociais e dóceis, vivem em grupos que podem conter até 2 mil indivíduos. Durante o dia se agrupam nas árvores de florestas de manguezais e coqueirais e como são noturnos saem perto do anoitecer em pequenos bandos silenciosos, que não vocalizam. Quando retornam na manhã são sempre muito barulhentos, provavelmente por causa da disputa de espaço para descanso, pois como já foi dito, os bandos geralmente são bem volumosos.
Para conseguir comida podem voar até 50 km em uma só noite. E por falar em comida, se você está assustado com o tamanho das raposas voadoras, pode ficar bem tranquilo, pois esses bichos são totalmente frutívoros, se alimentam principalmente de frutos, podendo na falta desses comer flores e néctar. São grandes fãs de bananas e mangas. Quanto a reprodução, a fêmea pode dar a luz a um único filhote, que, no primeiros dias é carregado pela mãe para onde vai e depois de maiorzinho, são deixados no abrigo durante o dia. Filhotes são amamentados por pelo menos três meses. Que fofo!
A notícia triste é que por causa da degradação do habitat, principalmente dos manguezais, estes animais lindos estão desaparecendo aos poucos. Existe também a caça das raposas voadoras que servem como alimento para alguns povos. Pois é, tem gente que tem coragem de comer esses morcegos. Em algumas regiões os agricultores têm as raposas como verdadeiras pragas comedoras das frutas dos pomares e não são muito simpáticos com elas. É uma pena, pois para mim são animais incríveis!
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Super diferente: cabeças de formigas de várias espécies


Acanthognathus brevicornis
Amblyopone armigera
Basiceros convexiceps
Eciton burchellii
Camponotus sp
Cyphomyrmex laevigatus
Gnamptogenys sp
Mystrium camillae
Odontomachus sp
Oligomyrmex sp

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2 de agosto de 2012

Insetos de papelão reciclado, super legal!


Tradicionalmente habilidosos em dobraduras desde a infância e mestres em transformar uma simples folha de papel em verdadeira arte – como são os origamis mais elaborados –, os nipônicos têm se dedicado agora a montar borboletas, besouros e formigas. Feitos com papelão reciclado, os insetos, que reproduzem com fidelidade cada mínimo detalhe de suas versões vivas, viraram um grande passatempo para os japoneses. A brincadeira é composta por peças destacáveis  que armadas dão formas a insetos com 20 centímetros de tamanho médio, que podem ser pintados da forma que a pessoa desejar. O resultado é super legal e eu quero!!

30 de julho de 2012















A Rafflesia arnoldii é uma planta parasita que sobrevive retirando nutrientes do caule e raiz de árvores do gênero Tetrastigma. As suas raízes, transformadas em filamentos semelhantes aos encontrados nos fungos, penetram profundamente nos tecidos do caule e raiz da planta hospedeira, da qual retiram os nutrientes que elas precisam. Pode ter até 1 metro de diâmetro e pesar de 7 a 10 quilos!


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A formiga saúva é capaz de levantar 14 vezes o seu peso e percorrer 1 quilômetro por dia. É como se o ser humano erguesse 1 tonelada e fosse de São Paulo a Buenos Aires num só dia! uau!!!


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Um efeito colateral inesperado da inundação, em algumas áreas de Sindh, no Paquistão: milhões de aranhas subiram em árvores para escapar das enchentes.

Como a água demorou para recuar, muitas árvores ficaram encapsuladas em teias de aranha. Pessoas na área nunca tinham presenciado este fenômeno antes.


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5 de junho de 2012


No dia 05 de junho comemora-se o dia do meio ambiente.

A criação da data foi em 1972, em virtude de um encontro promovido pela ONU (Organização das Nações Unidas), a fim de tratar de assuntos ambientais, que englobam o planeta, mais conhecido como conferência das Nações Unidas.

A conferência reuniu 113 países, além de 250 organizações não governamentais, em que a pauta principal abordava a degradação que o homem tem causado ao meio ambiente e os riscos para sua sobrevivência, de tal modo que a diversidade biológica deveria ser preservada acima de qualquer possibilidade.

Nessa reunião, criaram-se vários documentos relacionados às questões ambientais, bem como um plano para traçar as ações da humanidade e dos governantes diante do problema.

A importância da data está relacionada às discussões que se abrem sobre a poluição do ar, do solo e da água; desmatamento; diminuição da biodiversidade e da água potável ao consumo humano, destruição da camada de ozônio, destruição das espécies vegetais e das florestas, extinção de animais, dentre outros.

A partir de 1974, o Brasil iniciou um trabalho de preservação ambiental, através da Secretaria Especial do Meio Ambiente, para levar à população informações acerca das responsabilidades de cada um diante da natureza.

Mas em face da vida moderna, os prejuízos ainda estão maiores. Uma enorme quantidade de lixos é descartada todos os dias, como sacos, copos e garrafas de plástico, latas de alumínio, vidros em geral, papéis e papelões, causando a destruição da natureza e a morte de várias espécies de animais.

A política de reaproveitamento do lixo ainda é muito fraca, em várias localidades ainda não há coleta seletiva; o que aumenta a poluição, pois vários tipos de lixos tóxicos, como pilhas e baterias são descartados de qualquer forma, levando a absorção dos mesmos pelo solo e a contaminação dos lençóis subterrâneos de água.É importante que a população seja conscientizada dos males causados pela poluição do meio ambiente, assim como de políticas que revertam tal situação.

E cada um pode cumprir com o seu papel de cidadão, não jogando lixo nas ruas, usando menos produtos descartáveis e evitando sair de carro todos os dias. Se cada um fizer a sua parte, o mundo será transformado e as gerações futuras viverão sem riscos.

Por Jussara de Barros Graduada em PedagogiaBrasil Escolax

2 de maio de 2012

Tecnologia substitui a luz do Sol em plantações


A PlantLab, uma empresa holandesa, criou um método para que as plantas cresçam sem precisar da luz do Sol.
Para isso, é usada uma luz rosa. Ela é feita por uma combinação de luz LED vermelha e azul com o objetivo de substituir a luz solar. Assim, dá para cultivar plantas sob as luzes LED, com a mesma quantidade de água utilizada em um processo de gotejamento bem lento. No total, essas plantações crescem com 90% menos água.
Para desenvolver o método, foram feitos mais de 160 mil relatórios por segundo para determinar a quantidade exata de luz ideal para a planta, assim como a água. Dessa forma, nenhum recurso é desperdiçado e a planta não fica desnutrida nem exposta por mais tempo do que o necessário.
As plantas convertem a luz do sol em energia pela fotossíntese, mas precisam de apenas algumas cores do sol. A luz LED vermelha e azul conseguem fornecer a luz que a planta precisa e tornam o processo mais eficiente. Assim, a planta cresce forte e saudável.
O método é inovador porque não está sujeito a mudanças de acordo com fenômenos da natureza, como chuvas e secas. Além disso, a luz LED e as fazendas interiores climatizadas consomem menos energia, água e espaço do que a agricultura tradicional. Logo, reduzem o perigo de escassez de alimentos.
Quando as plantas são cultivadas em locais controlados, longe de pragas, a necessidade de pesticidas deixa de existir. Esses fatores levam a empresa a acreditar que é preciso repensar a produção de alimentos, em busca de métodos como o criado pela PlantLab
Nesse link, site da reportagem.