11 de abril de 2011

Explosão de Cores


Olá professores e clubistas!

Por que quando colocamos uma agulha ou uma moeda em cima da água, elas não afundam? Essas são algumas questões que a gente pode responder hoje

Hoje vamos falar sobre as cores, e sobre a tensão superficial!


Explosão de Cores

Material:

1 prato fundo

Um pouco de leite

Corantes de alimento (pelo menos duas cores diferentes)

1 palito de dente

Detergente de cozinha

Montagem:

Coloque um pouco de leite num prato fundo e deixe descansando alguns minutos para que o leite esteja sem se mover no prato. Importante: NÃO MISTURE OS CORANTES! Pegue um palito de dente e molhe a pontinha com um pouco de detergente para louças. Não é necessário colocar muito detergente, só coloque um pouco na ponta do palito. Retire o excesso (se ficar como uma gota).

Procedimentos:

Rapidamente, coloque o palito no meio de alguma mancha de tinta. Por exemplo, primeiro o palito foi colocado no meio da mancha amarela e o amarelo explodiu! Depois, colocamos o mesmo palito na mancha azul e ela explodiu!!! Com o mesmo palito, na mancha rosa, e assim por diante. Você pode, agora, "passear" com o palito através das cores! Elas se misturam de uma forma divertida, formando manchas coloridas que se misturam em ondas.

Observações:

Quando colocamos o corante na superfície do leite, eles não se misturara - cada corante formou uma mancha separada da outra. No momento que colocamos o palito de dente com um pouquinho de detergente dentro das manchas, elas pareciam explodir! Isso que vimos aqui foi um exemplo de como a tensão superficial age num líquido e como ela pode ser rompida pelo detergente.A tensão superficial acontece porque as moléculas de leite na superfície sofrem uma grande atração entre elas. No interior do líquido, todas as moléculas do leite sofrem essas mesmas forças de atração, mas em todas as direções. As moléculas de leite na superfície sofrem a atração apenas das moléculas na horizontal e das outras que estão abaixo, já que em cima tem apenas AR. Como o número de moléculas se atraindo é menor, existe uma "compensação": uma força maior de atração acontece na superfície, formando quase uma "pele" acima do leite.

É a chamada TENSÃO SUPERFICIAL. O detergente consegue ROMPER a tensão superficial e as cores explodem! E depois se misturam formando padrões de cores incríveis quando você movimenta o palito. Se você tentar misturar os corantes movimentando um palito sem detergente, também será possível ver padrões interessantes, mas não serão tão bem misturados como da forma que fizemos aqui.


Imagem retirada do Google


Se vocês colocarem “explosão de cores” no youtube, iram achar vários vídeos de experiências semelhantes a essa, com várias explosões de cores.

15 de março de 2011

Site com Lâminas interativas

Olá professores e clubistas!

Algumas escolas não possuem condições de ter seu próprio microscópio, porém a maioria das escolas possui computadores e acesso a internet, facilitando muitas vezes o trabalho dos professores e ajudando a enriquecer o conhecimento dos alunos.

O MEC (Ministério da Educação) possui um site denominado Objetos Educacionais (http://objetoseducacionais2.mec.gov.br) que possui várias idéias de aulas e trabalhos a serem realizado com os alunos. Nele encontramos um link chamado “Microscópio Virtual” que possui fotos de algumas células de sustentação e revestimento, onde ao iniciar o microscópio você encontra uma caixa com as lâminas virtuais e ao colocar o mouse em cima das lâminas o site mostra um resumo sobre o corte, à qual animal este corte pertence e também qual órgão desse animal observamos nessa mesma lâmina.
Ao selecionar uma das lâminas, o próprio site mostra alguns pontos interessantes neste corte e logo abaixo ele faz uma descrição da parte indicada, ambas na parte esquerda do site, e na parte direita você consegue dar zoom na imagem (zoom digital ou óptico), além de consegue se deslocar pela lâmina para enxergar melhor qualquer uma das partes da mesma.

Link muito bacana para despertar a curiosidade dos alunos e para tornar visual o que muitas vezes eles não conseguem imaginar ou transformar para a realidade.


Link: Microscópio Virtual

Tsunamis

Tsunamis

De uns anos pra cá, percebemos a força e o tamanho da destruição que as águas podem causar ao nosso planeta, como o que aconteceu com o Japão semana passada, um Tsumanmi que arrasou o país.

Mas, o que são os Tsunamis? Como eles se formam?

O tsunami é uma onda gigante que vem do mar e pode atingir vários metros de altura, destruindo tudo que estiver em seu caminho. A força dele está na velocidade em que a água adquire ao atingir o continente podendo deixar casa prédios e casa em pedaços.

E o que gera um tsunami?
De uma maneira simplificada, normalmente um tsunami é gerado por causa de um abalo sísmico que acontece no fundo do oceano, devido à movimentação das placas tectônicas. As placas de movimentam e essa movimentação deslocam milhares de quilômetros cúbicos de água, que movimenta as águas do oceano. Assim, formam-se ondas que começam a se mover através do oceano, para longe do epicentro do "terremoto subaquático" e conforme essas ondas atingem áreas mais "rasas" do oceano (próximas ao continente), elas perdem velocidade, mas ganham altura. E por isso têm um efeito devastador sobre cidades costeiras nas regiões que atingem.


Imagem do Blog Estação Ciência


Esse tema pode ser abordado de várias formas com os alunos, uma dela seria passar o conceito como placas tectônicas, como elas agem, como elas trabalham, porque elas fazem esses movimentos, e outro ponto interessante é trabalhar com eles algo sobre a realidade da sociedade, que isso está acontecendo no Japão, mas afeta indiretamente todo o mundo, e nos também não estamos livres de acontecer algo parecido ou até mesmo pior no Brasil.

Reportagem tirada do Blog da Estação Ciências da USP

( http://www.eciencia.usp.br/blog/ )

Boas vindas

Olá professores e clubistas.

Estamos reiniciando o Projeto Clubes de Ciências etapa 2011/2012. As atividades foram retomadas neste mês e, a partir de hoje, começarão as novas postagens com ideias e atividades para serem trabalhadas nos Clubes. Torcemos para que este ano de trabalho seja muito produtivo, em busca de uma educação científica muito mais significativa.

SEJAM TODOS MUITO BEM VINDOS!


18 de novembro de 2010

Olá professores e clubistas!


Aqui vão algumas fotos de uma das atividades realizada pelo Clube de Ciências "Padre Raulino Reitz", da EBM General Lúcio Esteves.


"Nesta atividade foram elaborados cartazes que foram distribuídos pela escola desde a portaria, levando à porta do Clube de Ciências (indicando o local por flechas); cada cartaz continha uma pergunta sobre a Vida em geral, por exemplo: "Por que o nariz do cachorro é gelado?" "Por que temos meleca no nariz?" "Por que choramos?" etc.

Atingimos o esperado: a curiosodade dos educandos - de todas as séries - e de todos os funcionários da Escola! Fizemos muita gente pensar. Alguns diziam que eram perguntas "bobas" - mas nao sabiam responder a elas!...


Agora, após certo tempo de exposição, anexaremos às respostas, ou quem sabe incentivaremos de alguma forma os educandos a pesquisarem e trazerem as respostas.

Abraços e até a próxima!"


- Professora Orientadora: Tauana Patrícia Bonsenhor.




Abraços e até a próxima!

16 de novembro de 2010

Eventos dos Clubes de Ciências

Olá professores e clubistas!

Hoje vamos falar sobre o relato de duas de nossas professoras coordenadoras do Clube de Ciências aqui da região. Elas promoveram um encontro de seus respectivos Clubes, para trocaram idéias e experiências. As duas professoras coordenadoras que realizaram essa atividade com os alunos foram a professora Úrsula (E.B.M. Leoberto Leal) e a professora Giovana (E.B.M. João Joaquim Fronza).


Relato das professoras coordenadoras:

“Venho atuando no clube de Ciências desde 2009 e minha proposta este ano, entre outras atividades, era estimular os alunos a iniciarmos uma horta, o que está sendo praticado na E.B.M João Joaquim Fronza, sob a coordenação da professora Giovana. Então surgiu a oportunidade de integrar os Clubes e fomos visitar a escola em agosto. O relato de alguns integrantes do Clube mostra que foi bom e também a troca de experiências vividas enquanto coordenadoras dos grupos.
Recomendamos esta iniciativa também com outros clubes”
-Úrsula Stortz Harder
Coordenadora do Clube de Ciências da E.B.M. Leoberto Leal
-Giovana Raquel Pagelkopf
Coordenadora do Clube de Ciências E.B.M João Joaquim Fronza


Relato dos alunos:

- E.B.M. Leoberto Leal
Aluno: Rodrigo Gonçalves – 6ª B

“No dia 20/08/10 os alunos do Clube de Ciências foram conhecer os alunos do Clube de Ciências em outra escola (E.B.M. João Joaquim Fronza).
Pegamos o ônibus e saímos, chegando lá vi que comparando o Clube de Ciências deles é bem diferente que o nosso. Eles só trabalham com a horta. Mas, eles podiam ter outras experiências como nós. E tinham uma composteira grande. Paramos um pouco e conversamos a respeito do Clube.
O recreio tinha chegado e logo acabou. E já fomos embora, ficamos pouco tempo, mas em pouco aprendi um monte de coisas.”


-E.B.M. Leoberto Leal
Aluno: Gabriel Mendes Bueno Camargo

“Eu adorei a idéia dos Clubes de Ciências se encontrarem, pois assim um aprende com o outro. Mas, teve uma coisa que me fez ficar pensando, que abriu meus olhos e com certeza se tivéssemos encontros de mais Clubes de Ciências abriria os olho de muitos alunos do Clube de Ciências, pois eu como aluno do clube de Ciências penso às vezes: Puxa, será que vai dar certo, será que nosso trabalho duro e com dedicação vai ser em vão? Mas aquele dia quando vi a horta deles com todas as plantações no seu apogeu fiquei pensando porque será que a horta deles está pronta e a nossa não, será que é porque a terra deles é melhor? Foi daí que me toquei que pra tudo aquilo estar daquele jeito foi preciso muito trabalho e tempo. Então agora trabalho muito mais rápido e o tempo todo me entregando de corpo e alma para ver se fica logo igual a deles. Foi isso que aprendi com o encontro dos Clubes de Ciências e espero muito mais.”



O relato dos alunos nos mostra como é importante manter um Clube de Ciências nas escolas e a importância também de trocar idéias entre os mesmo, enriquecendo assim as atividades e também as experiências de cada um, não só dos professores, mas também dos alunos.

4 de novembro de 2010

Curiosidades!

Ambas as curiosidades foram retiradas da revista Mundo Estranho - Edição 104, outubro de 2010.



POR QUE ALGUMAS PESSOAS TÊM COVINHAS NO ROSTO?


Muitas vezes essa característica é herdada dos pais ou dos seus antepassados. Relacionando as covinhas com a anatomia, a covinha é formada porque o tecido fibroso adere entre a pele e o osso da mandíbula (no queixo) ou então entre a pele e os músculos da face (no rosto). A pele é repuxada, causando uma pequena retração, no queixo ela está sempre exposta, mas no rosto aparece ou então é acentuada quando a pessoa sorri, porque o músculo se estende puxando as camadas superiores da pele para dentro, formando as famosas covinhas.

As covinhas mais famosas: Leonardo DiCaprio, Angelina Jolie, Cameron Diaz e Juliana Paes.



COMO É FEITO UM TRANSPLANTE DE UMA ÁRVORE?


Você já viu alguma árvore ser transplantada? Esse processo muitas vezes é comum, mas nem todos sabem como fazer.

Cortando a raiz da planta, içando ela com guindantes e levando a espécie para seu “novo lar”. Esse processo pode ser realizado com árvores pequenas ou grandes, é muito comum transplantarem árvores com mais de 20 tonalenas, e um dos principais motivos desse procedimento é a urbanização, então em vez de cortarem a nossa amiguinha, eles a mudam de local. Essa transferência exige muito cuidado, porque a árvore pode ser danificada ou até mesmo morrer durante esse processo se ele não for bem realizado. Alguns estados fizeram leis que exigiam a compensação da árvore com novas mudas caso a espécie em jogo via-se a óbito. Por isso tudo tem que ser bem planejado, para não acontecer nada de errado.

Para obter um grande chance de sobrevivência, a árvore precisa de um corte especial nas raízes e ser transplantada na mesma posição.



ETAPAS:

  1. Cavar um círculo ao redor da espécie que será transplantada, mas isso deve ser feito com meses de antecedência, e esse circulo deve ter 6 vezes o diâmetro do seu tronco, e pode ter 60 cm de profundidade;
  2. As raízes serão cortadas com serrote de poda. Com o circulo cavado e com as raízes serradas, há a necessidade de colocar terra úmida e adubo no circulo que foi cavado anteriormente e também regar o local dia sim e dia não;
  3. Depois de alguns meses (pelo menos uns 6 meses) novas raízes começam a surgir na árvore. Agora ela está pronta para ser transplantada. O bloco de terra ao redor das raízes devem ser embalados e umedecidos antes da mudança para manter a planta nutrida;
  4. Importante: o torrão de barro é embalado com uma sacola especial, uma sacola biodegradável, porque ele não precisa ser retirado na hora do transplante. Caso não seja usado esse tipo de plástico, é importante retirá-lo antes de colocar a planta no seu novo ambiente;
  5. A árvore é içada com um guindaste com ajuda de cabos, e assim ela viaja até o seu novo destino. O novo local deve ter o solo fofo, adubado e deve ser irrigado;
  6. Caso o trajeto seja longo, o transporte será realizado com a ajuda de um caminhão. Também é importante plantar a árvore na mesma posição que a posição original, porque foi assim que ela se adaptou ao ambiente quando cresceu, e isso é importante para o seu desenvolvimento acontecer com sucesso;
  7. Agora já no novo local, como as suas raízes ainda não estão fixadas, a planta recebe escoras de madeira para que o vento não a derrube, e esse estrutura se mantém até que a árvore se adapte e ganhe forças para se sustentar sozinha. Essa etapa pode demorar em média um ano.

3 de novembro de 2010

Fósseis


Olá professores e clubistas


Que tal montarem seus próprios fósseis?

Os fatos que aconteceram no passado podem revelar muitas coisas através dos fósseis, eles dizem muita coisa.

Mas, o que são os fósseis?

Os fósseis são registros de animais e plantas conservados em minerais durante milhões ou bilhões de anos.

Trabalhar assuntos relacionados ao surgimento de vida na Terra, os climas do passado, e até mesmo dinossauro, sempre chamou a atenção dos alunos. Então, por que não fazer com eles uma imitação de um fóssil vegetal?


Você vai precisar de:

  • Massa de modelar
  • Um pedaço de cartolina (20cm de comprimento e 5cm de largura)
  • Fita adesiva
  • Vasilha
  • Água
  • Tesoura
  • Colher de sopa
  • Gesso
  • Uma folha de planta com nervuras bem evidentes



Passo 1: Montagem do molde

Pressione a massa de modelar sobre uma superfície plana (mesa, bancada, entre outros) e coloque a folha da planta sobre ela de modo que fique impressa a nervura da folha na massa de modelar. Obs.: importante a nervura ser evidente senão o fóssil ficará sem nitidez.

Com a cartolina faça um anel, unindo as pontas com a fita adesiva. Agora encaixe o anel sobre a massa com a folha.


Passo 2: Preparando o gesso.

Pegue a tigela e misture homogeneamente a água e o gesso. A proporção é de 1/2 copo de água para 5 colheres de gesso.

Retire a folha do fundo do molde.

Coloque a mistura dentro do anel de cartolina, de modo que cubra toda a área de impressão da nervura.


Passo 3: Finalização

Espere 3 dias para que a massa e o gesso sequem, depois retire a cartolina e está pronto seu fóssil vegetal.


Os alunos também podem utilizar essa prática para identificar os tipos diferentes de folhas que existem, além de entenderem que os fósseis são apenas o formato do animal ou do vegetal que estava ali e não o indivíduo em si.


Idéia retirada no site Ponto Ciência

Tenham uma boa experiência! =)